{"id":1947,"date":"2018-05-17T09:14:32","date_gmt":"2018-05-17T11:14:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?page_id=1947"},"modified":"2018-05-17T10:25:51","modified_gmt":"2018-05-17T12:25:51","slug":"os-tres-pilares-do-zen","status":"publish","type":"page","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/os-tres-pilares-do-zen\/","title":{"rendered":"Os tr\u00eas pilares do Zen"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<font face=\"Verdana\" size=\"2\"><\/p>\n<div style=\"text-align:justify\">\n<a name=\"inicio\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/quanto-tempo-praticar\/attachment\/187\/\" rel=\"attachment wp-att-1719\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/187-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-1719\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/187-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/02\/187-50x50.jpg 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><\/a><font size=\"4\"><b>OS TR\u00caS PILARES DO ZEN<\/b><br \/><i><\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><font size=\"2\">Philip Kapleau<\/font><\/div>\n<p><\/i><br \/>Editora Itatiaia<\/font>\n<\/div>\n<p> <\/font><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Obra capital de Roshi Philip Kapleau, fundador e diretor espiritual de Zen Center de Rochester, EEUU, que viveu treze anos em mosteiros, sob a orienta&ccedil;&atilde;o dos maiores mestres do zen japon&ecirc;s.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">OS TRES PILARES DO ZEN &eacute; um texto fundamental e indispens&aacute;vel a quantos aspiram sua libera&ccedil;&atilde;o e realiza&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s do zen \u2014 esta nova arte de viver \u2014 via fascinante que conduz &agrave; paz, fonte de sa&uacute;de e sil&ecirc;ncio interior, em meio ao conturbado mundo de hoje.<\/p>\n<hr \/>\n<p><b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">PREFACIO DO ORGANIZADOR <\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Apresentado em poucas palavras, o Zen &eacute; uma religi&atilde;o com um m&eacute;todo simples de treinamento corpo-mente, cuja finalidade &eacute; o <i>satori, <\/i>isto &eacute;, a auto-realiza&ccedil;&atilde;o. Do princ&iacute;pio ao fim deste volume tentei transmitir o car&aacute;ter essencialmente religioso e o esp&iacute;rito do Zen-sim, seus rituais e s&iacute;mbolos, seus atrativos para o cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o menos para a mente \u2014 pois, como caminho budista de libera&ccedil;&atilde;o, o Zen &eacute; muito seguramente uma religi&atilde;o. Fundamentada nos mais altos ensinamentos de Buda, foi trazida da &Iacute;ndia para a China, onde os m&eacute;todos e t&eacute;cnicas que s&atilde;o caracter&iacute;sticos do Zen se desenvolveram, atrav&eacute;s dos s&eacute;culos, foram sendo aperfei&ccedil;oados no Jap&atilde;o. O Zen-budismo &eacute; portanto a consuma&ccedil;&atilde;o das experi&ecirc;ncias espirituais de tr&ecirc;s grandes civiliza&ccedil;&otilde;es asi&aacute;ticas. Hoje no Jap&atilde;o esta tradi&ccedil;&atilde;o ainda permanece muito viva; nos templos Zen, nos mosteiros e nos lares, homens e mulheres de todas as categorias sociais encontram-se ativamente engajadas no <i>zazen, <\/i>a principal disciplina do Zen.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Em seu n&iacute;vel mais profundo, como acontece em todas as demais grandes religi&otilde;es, transcende seus ensinamentos e pr&aacute;ticas, embora, ao mesmo tempo, n&atilde;o exista Zen independentemente destas mesmas pr&aacute;ticas. A tentativa no Ocidente de isolar o Zen no v&aacute;cuo do intelecto, cortado de sua genu&iacute;na disciplina que &eacute; sua &quot;raison d\u2019&ecirc;tre&quot;, gerou um pseudo-Zen que &eacute; pouco mais do que uma c&oacute;cega mental para divertir os intelectuais e uma brincadeira dos <i>beatniks.<\/i><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">A melhor forma de corrigir esta distor&ccedil;&atilde;o, parece-me, seria compilar um livro apresentando a aut&ecirc;ntica doutrina e pr&aacute;ticas do Zen, colhidas dos pr&oacute;prios l&aacute;bios dos mestres pois quem conhece os m&eacute;todos melhor do que eles? \u2014 assim como mostr&aacute;-los vivenciados pelas mentes e corpos de homens e mulheres de hoje. Assim fiz, principalmente atrav&eacute;s do mestre contempor&acirc;neo Soto, Yasutani-roshi; de um mestre Rinzai do s&eacute;culo XIV, Bassui-zenji; e dos casos de ilumina&ccedil;&atilde;o de japoneses e americanos seguidores do Zen. As confer&ecirc;ncias introdut&oacute;rias de Yasutani-roshi sobre a pr&aacute;tica do Zen. sua palestra <i>(teisho) <\/i>sobre o koan-Mu, e suas instru&ccedil;&otilde;es particulares <i>(dokusan) <\/i>para dez de seus disc&iacute;pulos ocidentais, formam um conjunto que inclui a totalidade da estrutura do treinamento Zen na sua seq&uuml;&ecirc;ncia tradicional. Faltando o acesso a um <i>roshi <\/i>de confian&ccedil;a, mas desejando algu&eacute;m, mesmo assim, disciplinar-se pelo Zen, encontrar&aacute; neste material somente um manual de instru&ccedil;&atilde;o pessoal.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Tanto as disciplinas Soto como a Rinzai, creio, s&atilde;o aqui apresentadas \u2014 pela primeira vez em l&iacute;ngua europ&eacute;ia \u2014 como corpo integral do ensinamento Zen, e esta experi&ecirc;ncia n&atilde;o &eacute; acad&ecirc;mica, mas bem vivida. Por enquanto o Ocidente conhece pouco o Soto. Os int&eacute;rpretes mais conhecidos do Zen no Ocidente, entusiasmados com o Rinzai, deram pouca aten&ccedil;&atilde;o aos m&eacute;todos e doutrinas do Dogen-zenji, o pai do Zen Soto japon&ecirc;s e, na opini&atilde;o de muitos, a mais fecunda mente que o budismo japon&ecirc;s produziu. N&atilde;o &eacute; por isso, surpreendente que um grande n&uacute;mero de <i>shikan-taza <\/i>ocidentais, orientados pelo Zen, o cora&ccedil;&atilde;o da disciplina de medita&ccedil;&atilde;o de Dogen, seja quase um enigma. Neste volume, os objetivos e m&eacute;todos da <i>shikan-taza, <\/i>assim os do <i>koan zazen, <\/i>o sustent&aacute;culo principal da seita Rinzai, s&atilde;o expostos com toda a autoridade por Yasutani-roshi, que utiliza ambos no seu pr&oacute;prio sistema de ensino.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Nas introdu&ccedil;&otilde;es apresentei o plano de fundo e o material suplementar que julguei oportuno para ajudar o leitor a compreender a mat&eacute;ria de cada parte, mas resisti &agrave; tenta&ccedil;&atilde;o de analisar ou interpretar os ensinamentos do mestre. Tal coisa s&oacute; encorajaria o leitor a reinterpretar minhas interpreta&ccedil;&otilde;es e, querendo ou n&atilde;o, ele se encontraria tragado pela areia movedi&ccedil;a da especula&ccedil;&atilde;o e da auto-glorifica&ccedil;&atilde;o, das quais um dia, se praticasse com seriedade o Zen, teria penosamente de se livrar. Pois, exatamente por este motivo, a &quot;trafic&acirc;ncia de id&eacute;ia&quot; sempre foi desencorajada pelos mestres Zen.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Este livro deve imensamente a muita gente. Em primeiro lugar e sobretudo, deve enormes obriga&ccedil;&otilde;es ao mestre Zen Yasutani, cujos ensinamentos preenchem mais de metade do livro e que graciosamente permitiu estivessem ao alcance de um p&uacute;blico mais amplo. Meus colaboradores e eu mesmo, todos disc&iacute;pulos seus, estamos profundamente gratos por seus conselhos cheios de sabedoria e o esp&iacute;rito magn&acirc;nimo com que nos inspirou do princ&iacute;pio ao fim deste livro.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Devo agradecimentos especiais &agrave; Dra. Carmen Blaker, da Universidade de Cambridge. Suas tradu&ccedil;&otilde;es simult&acirc;neas de muitas confer&ecirc;ncias de Yasutani-roshi sobre a pr&aacute;tica do Zen foram por mim incorporadas &agrave;s tradu&ccedil;&otilde;es que aparecem neste livro. Al&eacute;m disto, tomei a liberdade de adotar sem altera&ccedil;&atilde;o, diversos par&aacute;grafos de suas pr&oacute;prias tradu&ccedil;&otilde;es de partes deste mesmo material, que foi publicado na revista budista inglesa <i>The Middle Way, <\/i>uma vez que sua forma de express&atilde;o era t&atilde;o apropriada que eu mal poderia esperar melhor&aacute;-la.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Sou extremamente grato a Dr. Huston Smith, professor de Filosofia do Instituto de Tecnologia de Massachnsetts e autor do <i>The Religion ofMan, <\/i>por seus conselhos valiosos e encorajamentos na primeira fase do manuscrito e por seu pref&aacute;cio.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Reconhe&ccedil;o agradecido a ajuda de Brigitte D\u2019Ortschy, uma amiga dharma. Sua leitura atenta de todo o manuscrito deu origem a muitas e valiosas sugest&otilde;es.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Meredith Weatherby e Ralph Friedrich, ambos do John Weatherhill, mc., em T&oacute;quio, foram editores muito compreensivos durante toda a prepara&ccedil;&atilde;o deste livro e lhes sou grat&oacute; por seu aux&iacute;lio.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">A gratid&atilde;o a minha esposa, deLancey, n&atilde;o &eacute; menor. Em todas as fases da reda&ccedil;&atilde;o ela me encorajou e trabalhou comigo. Na verdade, durante muitos anos estes trabalhos constitu&iacute;ram sua pr&aacute;tica mais importante do <i>zazen. <\/i>Tamb&eacute;m lhe devo os desenhos das posturas do <i>zazen.<\/i><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">As dez figuras da cria&ccedil;&atilde;o do boi da VIII parte foram usadas com a gentil permiss&atilde;o do artista Gyokusei Jikihara. &Eacute; ele um pintor contempor&acirc;neo altamente considerado em Kyoto e um disc&iacute;pulo leigo de Shibayama-roshi, o antigo abade do Mosteiro Nanzen, sob cuja orienta&ccedil;&atilde;o treinou no Zen durante muitos anos.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Devo uma men&ccedil;&atilde;o especial aos nomes de meus dois colaboradores nas tradu&ccedil;&otilde;es, Kyozo Yamada e Akira Kubota. O Sr. Yamada disciplinou-se no Zen durante vinte anos. o sucessor Dharma de Yasutani-roshi e freq&uuml;entemente o substitui. H&aacute; muito tempo concluiu os seiscentos koans dados por Yasutani-roshi e recebeu dele o <i>inka <\/i>Trabalhamos juntos nestas tradu&ccedil;&otilde;es: o serm&atilde;o de Bassui sobre a mente-una e as cartas, partes das cartas de Iwasaki, os dez versos da cria&ccedil;&atilde;o do Boi, as cita&ccedil;&otilde;es de Dogen e de outros antigos mestres, e o extrato do <i>Shobogenzo <\/i>de Dogen. Sem os seus s&aacute;bios conselhos e generosa assist&ecirc;ncia, minha tarefa teria sido muit&iacute;ssimo mais dif&iacute;cil, se n&atilde;o imposs&iacute;vel, e lhe sou imensamente grato.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Akira Kubota, meu segundo colaborador, treinou sob a orienta&ccedil;&atilde;o de Yasutani-roshi uns quinze anos, e &eacute; dos seus principais disc&iacute;pulos. Juntos traduzimos as confer&ecirc;ncias sobre o koan Mu, partes das cartas de Lwasaki e o quarto e sexto relatos na parte das experi&ecirc;ncias de ilumina&ccedil;&atilde;o. Reconhe&ccedil;o o quanto lhe devo por seu trabalho t&atilde;o consciencioso.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Em nossas tradu&ccedil;&otilde;es empenhamo-nos em evitar os perigos, seja por um lado, de uma livre e imaginosa interpreta&ccedil;&atilde;o, seja por outro lado de uma vers&atilde;o. exata e literal. Se nos tiv&eacute;ssemos rendido &agrave;quela primeira tenta&ccedil;&atilde;o, alcan&ccedil;ar&iacute;amos uma eleg&acirc;ncia de estilo que agora nos falta, mas seria &agrave; custa daquele decidido vigor e da repeti&ccedil;&atilde;o intencional que &eacute; forma caracter&iacute;stica do ensino Zen. Por outro lado, se nos tiv&eacute;ssemos escravizado &agrave; letra dos textos, ter&iacute;amos inevitavelmente feito viol&ecirc;ncia a seu esp&iacute;rito e obscurecido assim seu sentido interior mais profundo.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Nossas tradu&ccedil;&otilde;es s&atilde;o interpretativas no sentido de que toda tradu&ccedil;&atilde;o implica a constante escolha de uma das diversas alternativas de express&atilde;o que o tradutor julga convir melhor ao sentido do original. Numa tradu&ccedil;&atilde;o comum, depender&aacute; da aptid&atilde;o ling&uuml;&iacute;stica e da familiaridade do tradutor com o assunto que suas escolhas sejam ou n&atilde;o adequadas. No entanto, os textos do Zen se situam numa categoria especial. Desde que s&atilde;o invariavelmente s&oacute;brios e expressivos e os ideogramas em que s&atilde;o redigidos suscept&iacute;veis de v&aacute;rias interpreta&ccedil;&otilde;es, uma refer&ecirc;ncia chave freq&uuml;entemente traz consigo todo um espectro de id&eacute;ias, e fazer a sele&ccedil;&atilde;o do verdadeiro sentido para um contexto particular, exige do tradutor algo mais do que acuidade filol&oacute;gica ou extenso conhecimento acad&ecirc;mico do Zen. No nosso ponto de vista, exige-se nada menos do que o treinamento do Zen e a experi&ecirc;ncia da ilumina&ccedil;&atilde;o, sem a qual o tradutor estar&aacute; quase certo de prejudicar a clareza e mutilar o vigor do original em aspectos importantes.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\u2022&#9;Por esse motivo n&atilde;o ser&aacute; inoportuno salientar aqui o fato de que cada um dos tradutores treinou por muito tempo o Zen sob a orienta&ccedil;&atilde;o de um ou mais mestres reconhecidos, e de certa forma abriu os olhos da Mente.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Desde que o presente livro se dirige ao leitor em geral, mais do que a especialistas em Zen-budismo, dispensei os sinais diacr&iacute;ticos, que podem ser enfadonhos para quem n&atilde;o conhece o japon&ecirc;s, o chin&ecirc;s e o s&acirc;nscrito. Mesmo correndo o risco de alguma imprecis&atilde;o, dispensei, sempre que poss&iacute;vel, o uso dos grifos, para n&atilde;o cortar o sentido das frases. No corpo do livro segui o costume japon&ecirc;s de escrever os nomes dos mestres chineses do Zen e outros termos chineses de acordo com sua pron&uacute;ncia japonesa. Assim como falamos de Zen ao inv&eacute;s de <i>Ch\u2018an <\/i>budismo, mas nas notas do vocabul&aacute;rio, na parte final indiquei em par&ecirc;nteses a pron&uacute;ncia chinesa aceita no uso comum. Solicitamos aos estudiosos chineses que se exasperam com tal m&eacute;todo, que se lembrem de que o Zen-budismo est&aacute; no Jap&atilde;o h&aacute; quase mil anos e por isso faz legitimamente parte da vida e da cultura japonesa. Dificilmente teria sobrevivido por tanto tempo e sido impacto t&atilde;o forte para os japoneses, se n&atilde;o tivessem abandonado a pron&uacute;ncia chinesa estrangeira e para eles inc&ocirc;moda.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Ao escrever os nomes dos mestres japoneses aderi ao costume japon&ecirc;s tradicional de empregar o principal nome budista em primeiro lugar. Entretanto, quando se trata do japon&ecirc;s moderno, seja nome de mestres ou de leigos, adotei o estilo ocidental que usa, naturalmente, o inverso, uma vez que eles mesmos escrevem assim seus nomes em ingl&ecirc;s. Quando vem o t&iacute;tulo imediatamente depois do nome (como em Yasutani-roshi ou Dogen-zenji), por causa da euforia, escrevi o nome e o t&iacute;tulo de acordo com o estilo tradicional japon&ecirc;s, como est&aacute; aqui indicado.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Os nomes t&eacute;cnicos Zen e termos budistas especiais n&atilde;o definidos no texto s&atilde;o explicados na X parte, notas sobre o vocabul&aacute;rio Zen.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ainda que a organiza&ccedil;&atilde;o do livro seja o m&eacute;todo natural do ensinamento, pr&aacute;tica e ilumina&ccedil;&atilde;o, cada parte &eacute; completa em si mesma e poder&aacute; ser lida ao acaso, de acordo com o gosto do leitor.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Todas as notas, no livro inteiro, s&atilde;o minhas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/philip-kapleau\/\">Philip Kapleau<\/a><br \/>\nKamakura, 8 de dezembro de 1964.<\/div>\n<hr \/>\n<p><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>OS TR\u00caS PILARES DO ZEN Philip Kapleau Editora Itatiaia Obra capital de Roshi Philip Kapleau, fundador e diretor espiritual de Zen Center de Rochester, EEUU, que viveu treze anos em mosteiros, sob a orienta&ccedil;&atilde;o dos maiores mestres do zen japon&ecirc;s. &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/os-tres-pilares-do-zen\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1719,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-1947","page","type-page","status-publish","has-post-thumbnail","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1947","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1947"}],"version-history":[{"count":4,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1947\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1959,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1947\/revisions\/1959"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1719"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1947"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}