{"id":4926,"date":"2018-06-10T19:25:48","date_gmt":"2018-06-10T21:25:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=4926"},"modified":"2020-06-10T17:01:44","modified_gmt":"2020-06-10T19:01:44","slug":"o-esforco-para-viver-experiencias-de-iluminacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/o-esforco-para-viver-experiencias-de-iluminacao\/","title":{"rendered":"O esfor\u00e7o para viver experi\u00eancias de ilumina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><br \/>\n<a name=\"inicio\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/O-esfor\u00e7o-para-viver-experi\u00eancias-de-ilumina\u00e7\u00e3o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/O-esfor\u00e7o-para-viver-experi\u00eancias-de-ilumina\u00e7\u00e3o-300x276.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"276\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5930\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/O-esfor\u00e7o-para-viver-experi\u00eancias-de-ilumina\u00e7\u00e3o-300x276.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/O-esfor\u00e7o-para-viver-experi\u00eancias-de-ilumina\u00e7\u00e3o-326x300.jpg 326w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/O-esfor\u00e7o-para-viver-experi\u00eancias-de-ilumina\u00e7\u00e3o.jpg 735w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<b>O&#9;esfor&ccedil;o para viver experi&ecirc;ncias de ilumina&ccedil;&atilde;o<\/b><\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><i><b>Texto de <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/charlotte-joko-beck\/\">Charlotte Joko Beck<\/a>,<br \/>\nextra\u00eddo do livro&#8221;<a href=\"default.asp?menu=53\" class=\"broken_link\">Sempre Zen<\/a>&#8220;<\/b><\/i><\/div>\n<hr \/>\n<p>Uma de minhas cita&ccedil;&otilde;es favoritas do <i>Sh&otilde;y&otilde; R&otilde;ku <\/i>diz o seguinte: &quot;Da &aacute;rvore fenecida brota uma flor&quot;. Depois de cessadas toda necessidade e toda compreens&atilde;o humanas, h&aacute; a compaix&atilde;o e a sabedoria. Esse &eacute; o estado de Buda. Pessoalmente, duvido que j&aacute; tenha existido uma pessoa que tenha realizado por completo esse estado. Ou talvez tenham existido uns poucos na hist&oacute;ria de toda a humanidade. Entretanto, confundimos as pessoas que t&ecirc;m grande poder e discernimento com a realidade de um Buda inteiramente iluminado. Portanto, vejamos o que poderia ser o processo de tornar-se Buda, acompanhando-o em retrospectiva.<\/p>\n<p>Para essa criatura completamente iluminada (talvez um ser hipot&eacute;tico), n&atilde;o existiriam limites. N&atilde;o haveria no universo nada que ela n&atilde;o pudesse pronunciar sem aquele qualificativo <i>Namu Dai Bosa, <\/i>&quot;Unido com o Grande Ser Iluminado&quot;. Voc&ecirc; e eu n&atilde;o podemos dizer de verdade que isso se aplica a tudo. O m&aacute;ximo que podemos fazer &eacute; ampliar nossa capacidade para faz&ecirc;-lo. Um Buda seria, no entanto, aquele ser capaz de dizer daquele modo, que poderia unir-se sem limites nem obst&aacute;culos a tudo que existe no universo.<\/p>\n<p>Bem, antes dessa total ilumina&ccedil;&atilde;o, existe um estado de completa integra&ccedil;&atilde;o pessoal. Claro que para essa pessoa h&aacute; ainda confinamentos e limita&ccedil;&otilde;es, e, desta forma, existe algum ponto em que a integra&ccedil;&atilde;o deixa de ser plena. Apesar desse hiato, isso &eacute; o que se poderia chamar de integra&ccedil;&atilde;o mente\/corpo, estado raro e maravilhoso. A maioria das pessoas encontra-se em um dos est&aacute;gios que levam a esse estado, o que significa que n&atilde;o pode possuir integralmente nem o pr&oacute;prio corpo. Qualquer tens&atilde;o corporal significa que n&atilde;o podemos possu&iacute;-lo por completo. N&atilde;o diremos que <i>somos <\/i>um corpo, e, sim, que <i>temos <\/i>um corpo. Aqu&eacute;m deste, existe um estado em que estamos completamente desprovidos de corpo, pensando que somos apenas uma mente. Antes dele, h&aacute; um outro estado em que n&atilde;o conseguimos ser donos de nossa mente, pois dividimos e afastamos parte dela tamb&eacute;m.<\/p>\n<p>Dependendo de qual seja nosso condicionamento neste preciso momento, s&oacute; podemos enxergar at&eacute; ai e s&oacute; podemos abarcar essa extens&atilde;o de conhecimentos. O &uacute;ltimo estado que citei &eacute; t&atilde;o restrito, t&atilde;o limitado, que qualquer avan&ccedil;o al&eacute;m do per&iacute;metro conhecido &eacute; causa de temor. Se um elemento for introduzido cedo demais, seu efeito ser&aacute; devastador. A&iacute; podemos encontrar muitos dos efeitos estranhos e perniciosos inerentes &agrave; pr&aacute;tica. Para essa pessoa confinada, o universo parece um pinguinho de luz. Se introduzirmos uma luz t&atilde;o brilhante como o sol nesse espa&ccedil;o, a pessoa pode enlouquecer e, &agrave;s vezes, isso de fato acontece.<\/p>\n<p>Participei de <i>sesshins <\/i>em que havia gritarias, berreiros, empurr&otilde;es: voc&ecirc; tem de <i>conseguir! <\/i>Voc&ecirc; tem de <i>morrer! <\/i>As mulheres e os homens chorando a noite inteira, e, para os poucos que j&aacute; conseguem suportar essa press&atilde;o, tudo corre bem. Aqueles que n&atilde;o est&atilde;o prontos, e que s&atilde;o boas mo&ccedil;as e bons rapazes, ir&atilde;o se concentrar e atravessar essa fase, superando todos aqueles est&aacute;gios iniciais do desenvolvimento e chegando ao ponto em que, por um momento, v&ecirc;em. Eles t&ecirc;m uma &quot;abertura&quot;. &Eacute; bom? N&atilde;o necessariamente. Para os que est&atilde;o prontos, essa experi&ecirc;ncia &eacute; a coisa mais maravilhosa do mundo. Sentem-na antes de a terem e est&atilde;o preparados para sua vinda. Mas para quem n&atilde;o est&aacute; preparado, pode ser prejudicial, deixando de produzir bons resultados e, ali&aacute;s, causando o oposto, verdadeiros malef&iacute;cios.<\/p>\n<p>O mestre pode estreitar de prop&oacute;sito e concentrar a vis&atilde;o do aprendiz, instruindo-o a trabalhar num <i>koan <\/i>como MU<sup>1<\/sup>. Por&eacute;m, a pessoa que n&atilde;o estiver preparada em n&iacute;vel emocional para essa tarefa pode, talvez, praticar de outro jeito, melhor para ela. Deve-se interferir com uma grande cautela. Uma experi&ecirc;ncia prematura de ilumina&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; necessariamente boa. Ter essa viv&ecirc;ncia &eacute; perceber que somos nada (n&atilde;o-eu) e n&atilde;o h&aacute; nada no universo exceto mudan&ccedil;a. Deparamos com esse imenso poder fundamental que somos n&oacute;s. Dar-se conta disto, quando o momento est&aacute; pronto, &eacute; uma experi&ecirc;ncia libertadora. Entretanto, para quem n&atilde;o estiver preparado, &eacute; a aniquila&ccedil;&atilde;o. E, mesmo para quem est&aacute; pronto para viver esse instante, talvez seja preciso despender muitos anos praticando, com os n&iacute;veis j&aacute; superados de matura&ccedil;&atilde;o, limpando-os e aperfei&ccedil;oando-os.<\/p>\n<p>Alguns mestres tiveram experi&ecirc;ncias enormes com os estados avan&ccedil;ados, mas n&atilde;o com os iniciais. Com certeza, eles v&ecirc;em; no entanto, essa vis&atilde;o em si, quando n&atilde;o est&aacute; muito bem integrada, pode criar equ&iacute;vocos, e n&atilde;o a harmonia e a paz.<\/p>\n<p>Talvez acreditemos que uma experi&ecirc;ncia de ilumina&ccedil;&atilde;o seja como ganhar uma fatia de bolo de anivers&aacute;rio. &quot;Formid&aacute;vel! Quero isso!&quot; Contudo, houve algu&eacute;m que mencionou essa experi&ecirc;ncia, comparando-a a uma j&oacute;ia maravilhosa. A menos que a estrutura esteja firme o bastante para sustent&aacute;-la, tudo pode se despeda&ccedil;ar. N&atilde;o &eacute; sensato simplesmente pegar qualquer um que se veja na rua e for&ccedil;&aacute;-lo. Alguns mestres n&atilde;o entendem isso: trabalham de modo intuitivo e sem compreens&atilde;o suficiente das diferen&ccedil;as entre as pessoas. H&aacute; muitos anos perguntei a uma grande pianista: &quot;Como posso melhorar minha execu&ccedil;&atilde;o desse trecho? Estou tendo dificuldade em toc&aacute;-lo?&quot;. Ela respondeu: &quot;Ora, &eacute; f&aacute;cil. S&oacute; fa&ccedil;a assim&quot;. Para ela, era simples e f&aacute;cil, mas, para mim, n&atilde;o adiantou nada, a dificuldade continuava existindo.<\/p>\n<p>O&#9;que estou pedindo a voc&ecirc;s &eacute; que sejam pacientes. Encontro pessoas que v&ecirc;m praticando o sentar h&aacute; muito tempo, dotadas de um certo poder e discernimento, por&eacute;m bastante confusas porque sua evolu&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vem sendo equilibrada. Esse equil&iacute;brio n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil de p&ocirc;r em pr&aacute;tica. Quando praticamos o sentar, come&ccedil;amos a saber quanto somos complicados. Talvez existam em nossos eus complicados v&aacute;rios pequenos turbilh&otilde;es que pe&ccedil;am a interfer&ecirc;ncia de especialistas em outros campos, para ajudar-nos. O zen n&atilde;o toma conta de tudo. Quando o n&iacute;vel de intensidade da pr&aacute;tica se eleva cedo demais, h&aacute; o perigo de desequilibrar a pessoa, e precisamos ir mais devagar. N&atilde;o dever&iacute;amos ver muito antes da hora.<\/p>\n<p>Por que ent&atilde;o falar sobre ilumina&ccedil;&atilde;o? Quando a pessoa est&aacute; pronta, quando essa &acirc;nsia de conhecer &eacute; forte, &eacute; evidente para o mestre e para o aluno o que fazer em seguida? Precisamos trabalhar pacientemente nossas vidas, nossos desejos por sensa&ccedil;&otilde;es, seguran&ccedil;a e poder \u2014 e ningu&eacute;m aqui est&aacute; livre disso, nem mesmo eu. Dessa maneira, pe&ccedil;o-lhes que reexaminem alguns de seus pensamentos a respeito do querer conseguir a ilumina&ccedil;&atilde;o e encarem as incumb&ecirc;ncias que devem ser feitas com perseveran&ccedil;a e intelig&ecirc;ncia. Mediante uma pr&aacute;tica paciente, nossa vida pode crescer de modo constante em termos de poder e tamb&eacute;m em integra&ccedil;&atilde;o, ent&atilde;o o poder ser&aacute; usado para o bem de todos.<\/p>\n<p>Toda vez que voltamos nossa mente para o presente, o poder se desenvolve. Toda vez que efetivamente tomamos consci&ecirc;ncia de nosso devaneio mental, o poder se desenvolve aos poucos, bem devagar. Segue-se uma genu&iacute;na tranq&uuml;iliza&ccedil;&atilde;o e um aut&ecirc;ntico aclaramento da mente e do corpo. &Eacute; &oacute;bvio: podemos reconhecer essas pessoas apenas olhando-as.<br \/>\nDurante esta vida, se praticamos bem, existe a certeza de nos adiantarmos no caminho, talvez at&eacute; contando com experi&ecirc;ncias de ilumina&ccedil;&atilde;o para mostrar por onde ir. Muito bem. Mas n&atilde;o subestimemos o trabalho constante que temos de fazer em rela&ccedil;&atilde;o a todas as ilus&otilde;es que o tempo todo interrompem nossa jornada. Consideremos a s&eacute;rie de imagens com o boi<sup>2<\/sup>, por exemplo: as pessoas querem logo saltar da primeira para a &uacute;ltima. Contudo, podemos estar na nona e escorregar de volta para a segunda. Os progressos n&atilde;o s&atilde;o sempre permanentes e s&oacute;lidos. Poder&iacute;amos estar no d&eacute;cimo desenho h&aacute; algumas horas e depois, no dia seguinte, voltamos ao segundo outra vez. Nos retiros, nossas mentes ficam claras e silenciosas, por&eacute;m, basta que algu&eacute;m se aproxime e nos critique!&#8230;<\/p>\n<p>&quot;Numa &aacute;rvore fenecida, brota uma flor.&quot; Ou, na B&iacute;blia: &quot;A menos que morras, n&atilde;o nascer&aacute;s de novo&quot;. &Eacute;, claro, nossa pr&aacute;tica &eacute; morrer devagar, passo a passo, desidentificando-nos de forma gradual de tudo o que nos estiver contendo. Se estivermos apegados a algum lugar, ainda n&atilde;o morremos. Por exemplo, podemos nos identificar com nossa fam&iacute;lia.<\/p>\n<p>Desidentificarmo-nos de nossa fam&iacute;lia n&atilde;o significa n&atilde;o am&aacute;-la. Ou desconsiderar seu marido, o namorado, a amiga, essa necessidade. Quanto mais praticamos, menor se torna essa necessidade. O amor torna-se maior e a necessidade, menor. N&atilde;o podemos amar algo de que precisamos. Se necessitamos de aprova&ccedil;&atilde;o, ainda n&atilde;o morremos. Se necessitamos de poder, se precisamos ter uma certa posi&ccedil;&atilde;o, se n&atilde;o nos for tranq&uuml;ilo executar os servi&ccedil;os mais triviais, ent&atilde;o n&atilde;o morremos. Se necessitamos ser vistos de uma determinada maneira, ainda n&atilde;o morremos. Se queremos as coisas ao nosso modo, n&atilde;o morremos. Eu n&atilde;o morri em nenhum desses sentidos. Simplesmente estou consciente dos meus apegos e n&atilde;o mais atuo a partir deles o tempo todo. Por&eacute;m, ter morrido significa que esses apegos n&atilde;o est&atilde;o mais a&iacute;. Nesse sentido, um ser realmente iluminado n&atilde;o &eacute; humano, e n&atilde;o conhe&ccedil;o ningu&eacute;m assim. J&aacute; estive na companhia de pessoas not&aacute;veis, durante muito tempo, e ainda n&atilde;o encontrei ningu&eacute;m desse jeito. Portanto, contentemo-nos com o ponto em que estamos e com um trabalho dedicado. Para n&oacute;s, sermos como somos, neste ponto do tempo, &eacute; perfeito.<\/p>\n<p>&Agrave; medida que nos identificamos cada vez menos com elementos externos, podemos incluir cada vez mais coisas em nossa vida. Este &eacute; o voto do <i>bodhisattva.<\/i><sup>1<\/sup>Por conseguinte, na propor&ccedil;&atilde;o em que nossa pr&aacute;tica amadurece, podemos fazer mais, podemos incluir mais, podemos servir mais, &eacute; isso que constitui realmente a pr&aacute;tica zen. Sentar dessa maneira &eacute; o caminho. Portanto, pratiquemos com tudo que temos. O m&aacute;ximo que posso ser &eacute; a pessoa que sou neste exato momento; posso vivenciar isso e trabalhar com isso. &Eacute; tudo que posso fazer. O resto &eacute; sonho do ego.<\/p>\n<hr \/>\n<p><b>Notas<\/b>:<br \/>\n1. Mu: koan que costuma ser atribu\u00eddo aos principiantes como estrat\u00e9gia de concentra\u00e7\u00e3o de seu foco mental. Seu significado literal &#8211; &#8220;n\u00e3o&#8221;, ou &#8220;nada&#8221;, n\u00e3o capta por inteiro sua significa\u00e7\u00e3o para a pr\u00e1tica zen.<\/p>\n<p>2. A s\u00e9rie de figuras do boi \u00e9 uma seq\u00fc\u00eancia tradicional de desenhos mostrando a evolu\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica, da ilus\u00e3o at\u00e9 a ilumina\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da imagem de um homem que domestica o touro selvagem.<\/p>\n<p>3.Bodhisattva \u00e9 um ser iluminado que acatando seu pr\u00f3prio e total estado de Buda, se dedica a auxiliar as outras pessoas a atingirem a liberta\u00e7\u00e3o. Em seu autocontrole, sabedoria e compaix\u00e3o, representa um elevado est\u00e1gio do estado de Buda, mas ainda n\u00e3o est\u00e1 supremamente iluminado, um Buda totalmente perfeito.<\/p>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<p><\/font><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O&#9;esfor&ccedil;o para viver experi&ecirc;ncias de ilumina&ccedil;&atilde;o Texto de Charlotte Joko Beck, extra\u00eddo do livro&#8221;Sempre Zen&#8220; Uma de minhas cita&ccedil;&otilde;es favoritas do Sh&otilde;y&otilde; R&otilde;ku diz o seguinte: &quot;Da &aacute;rvore fenecida brota uma flor&quot;. 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