{"id":4958,"date":"2018-06-11T12:21:38","date_gmt":"2018-06-11T14:21:38","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=4958"},"modified":"2018-06-11T14:13:35","modified_gmt":"2018-06-11T16:13:35","slug":"nao-fique-com-raiva","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/nao-fique-com-raiva\/","title":{"rendered":"N\u00e3o fique com raiva"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><br \/>\n<a name=\"inicio\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/nao-fique-com-raiva\/nao-fique-com-raiva-2\/\" rel=\"attachment wp-att-4960\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/N\u00e3o-fique-com-raiva-300x112.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"112\" class=\"alignleft size-medium wp-image-4960\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/N\u00e3o-fique-com-raiva-300x112.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/N\u00e3o-fique-com-raiva.jpg 366w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<b>&quot;N&atilde;o fique com raiva&quot;<\/b><\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><i><b>Texto de <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/charlotte-joko-beck\/\">Charlotte Joko Beck<\/a>,<br \/>\nextra\u00eddo do livro&#8221;<a href=\"default.asp?menu=53\" class=\"broken_link\">Sempre Zen<\/a>&#8220;<\/b><\/i><\/div>\n<hr \/>\n<p>Quando dou uma palestra, estou tentando elucidar do que trata a vida para mim, atrav&eacute;s de meios que me parecem adequados, e tentando elucidar o que poderia ser a vida para uma outra pessoa, contrastando-a com nossas ilus&otilde;es a respeito dela. E muito dif&iacute;cil de se falar a respeito disso. Nunca apresento uma dharma palestra sem detestar o que fiz, porque &eacute; imposs&iacute;vel dizer com exatid&atilde;o a verdade. Acabo sempre exagerando um pouco para um lado ou para outro, ou ent&atilde;o uso as palavras erradas e algu&eacute;m fica confuso&#8230; uma vez mais, por&eacute;m, isso faz parte de nosso treinamento. As dharma palestras n&atilde;o s&atilde;o necessariamente algo que se possa entender: se elas abalam o ouvinte e o confundem, pode ser que, &agrave;s vezes, tenham de fazer exatamente isso. Por exemplo: podemos dizer que todas as pessoas do universo, neste momento particular, est&atilde;o fazendo o melhor que podem. E, neste sentido, o termo &quot;melhor&quot; cria confus&atilde;o. &Eacute; a mesma dificuldade que temos com a senten&ccedil;a &quot;Tudo que existe, tal como &eacute;, &eacute; perfei&ccedil;&atilde;o&quot;. Perfei&ccedil;&atilde;o? Melhor? Em outras palavras, quando algu&eacute;m est&aacute; fazendo algo terr&iacute;vel, est&aacute; fazendo o melhor? O mero uso de palavras cria uma tremenda confus&atilde;o em nossas vidas e em nossas pr&aacute;ticas.<\/p>\n<p>Na realidade, nossa vida inteira est&aacute; confusa porque misturamos nossos conceitos (que, em si mesmos, s&atilde;o absolutamente necess&aacute;rios) &agrave; realidade. Sendo assim, as dharma palestras tendem a desafiar nossos conceitos habituais. Usar as palavras de uma certa maneira acrescenta muita confus&atilde;o, e &eacute; assim mesmo. Hoje quero contribuir com a confus&atilde;o. Vou contar-lhes uma r&aacute;pida hist&oacute;ria, depois comentarei diversas outras coisas tamb&eacute;m, e vejamos o que nos &eacute; poss&iacute;vel entender disso tudo. Neste centro n&atilde;o se fala muito dos preceitos, nem do caminho de oito etapas, por uma raz&atilde;o muito clara: as pessoas entendem de modo equivocado os preceitos como proibi&ccedil;&otilde;es \u2014 &quot;n&atilde;o deves&quot;. E n&atilde;o &eacute; isso, de modo algum, o que eles s&atilde;o. Apesar de tudo, hoje falarei sobre o preceito &quot;N&atilde;o fique com raiva&#8221; . N&atilde;o vou mais mencion&aacute;-lo! Por&eacute;m, minha palestra de hoje versa sobre &quot;N&atilde;o fique com raiva.<\/p>\n<p>Suponhamos que estejamos num lago e h&aacute; um pouco de neblina, n&atilde;o muita, s&oacute; um pouco, e estejamos remando, nos divertindo. De repente, da neblina, sem que possamos saber de onde vem um outro bote a remo justamente em nossa dire&ccedil;&atilde;o. E&#8230; craque! Bem, durante um minuto ou dois, ficamos de fato com muita raiva: o que aquele cretino acabou de fazer? Foi s&oacute; pintar meu bote de novo e&#8230; bate em cheio! Nesse momento, de repente percebemos que o outro bote a remo est&aacute; vazio. O que acontece com nossa raiva? Bem, desaparece&#8230; Vou ter de pintar meu bote outra vez e pronto. Entretanto, se naquele bote a remo que bateu no nosso tivesse algu&eacute;m dentro, qual teria sido nossa rea&ccedil;&atilde;o? Voc&ecirc;s sabem muito bem o que teria acontecido! Bem, nossos encontros com a vida, com as outras pessoas, com os acontecimentos s&atilde;o semelhantes a sermos abalroados por um bote vazio. Contudo, n&atilde;o &eacute; assim que vivenciamos a vida. Para n&oacute;s, &eacute; como se houvessem pessoas no outro bote, que realmente estivessem nos causando danos s&eacute;rios. Do que estou falando quando digo que a vida n&atilde;o passa de um encontro, de uma abalroada com um bote a remo vazio? O que isso significa?<br \/>\nDeixemos a pergunta de lado por um momento. As pessoas costumam questionar: &quot;O que obtenho com a pr&aacute;tica? Qual &eacute; a mudan&ccedil;a? Qual &eacute; a transforma&ccedil;&atilde;o?&quot;. A pr&aacute;tica zen &eacute; um trabalho muito &aacute;rduo. &Eacute; restritivo e dif&iacute;cil. Somos instru&iacute;dos a sentar todos os dias. Que proveito tiramos disso? As pessoas costumam pensar: &quot;Vou melhorar. Vou ficar melhor; se costumo me alterar com facilidade, talvez depois de sentar n&atilde;o me alterarei tanto&quot;. Ou: &quot;Para ser sincero, n&atilde;o sou t&atilde;o atencioso; talvez com essa pr&aacute;tica do sentar eu me torne mais delicado&quot;. Isso n&atilde;o &eacute; bem verdade. Por isso, quero relatar-lhes alguns pequenos incidentes para esclarecer um pouco mais o ponto.<\/p>\n<p>Desejo falar a respeito da pia da cozinha da casa onde moro com Elizabeth. Como estou aposentada, e fico em casa a maior parte do dia. Depois que limpo a pia, gosto de p&ocirc;r o secador de pratos l&aacute; dentro como se fosse um prato, porque se houver uma x&iacute;cara suja posso escond&ecirc;-la dentro do secador. Uma vez que &eacute; assim que o desejo, &eacute; &oacute;bvio que esse &eacute; o jeito certo, n&atilde;o &eacute; mesmo? Quando Elizabeth lava a lou&ccedil;a, entretanto, ela limpa o secador e o vira de cabe&ccedil;a para baixo para que possa secar. Na hora do almo&ccedil;o a casa &eacute; toda minha. Mas, &agrave;s 17 h, sei que ela est&aacute; voltando. Ent&atilde;o penso: &quot;Bem, sou uma mulher ou um rato? O que vou fazer com esse secador? Vou p&ocirc;-lo do jeito que Elizabeth quer?&quot;. Ent&atilde;o, fa&ccedil;o o qu&ecirc;? Na realidade, costumo esquecer tudo e coloco o secador do jeito de sempre.<\/p>\n<p>H&aacute; tamb&eacute;m uma outra coisa a respeito de Elizabeth. Moro com ela, e ela &eacute; maravilhosa. Por&eacute;m, n&atilde;o podem existir duas pessoas mais diferentes como n&oacute;s. A alegria de minha vida &eacute; encontrar algo em meu arm&aacute;rio do qual possa me desfazer.., &eacute; fant&aacute;stico! Elizabeth tem tr&ecirc;s exemplares de tudo e n&atilde;o quer jogar nada fora. Isso significa que, quando quero encontrar alguma coisa, n&atilde;o consigo ach&aacute;-la, porque j&aacute; joguei fora, e quando ela quer encontrar algo tamb&eacute;m n&atilde;o consegue nada, porque tem coisas demais.<\/p>\n<p>Mais um exemplo e depois chego ao ponto que desejo elucidar. Vou lhes contar o que acontece quando vou ao cinema com minha filha: &quot;M&atilde;e, voc&ecirc; sabe que suas escolhas de filmes s&atilde;o imposs&iacute;veis!&quot;. E eu retruco: &quot;Bem, mas voc&ecirc; se lembra daquele que fomos ver porque voc&ecirc; queria assistir! O que me diz a respeito?&quot;. Bl&aacute;, bl&aacute;, bl&aacute;, e terminamos indo a um filme que talvez.., seja qualquer um.<\/p>\n<p>Qual &eacute; a moral dessas hist&oacute;rias? Basicamente, nada me &eacute; mais indiferente do que o secador de pratos. Entretanto, n&atilde;o perdemos todos os nossos trejeitos neur&oacute;ticos prediletos apenas com a pr&aacute;tica. Nem minha filha, nem eu, na realidade damos a m&iacute;nima para o filme, mas essas pequenas briguinhas s&atilde;o o estofo da vida. E justo o que ela tem de engra&ccedil;ado. Voc&ecirc;s entendem? N&atilde;o temos de analis&aacute;-las, delimit&aacute;-las, &quot;comunicarmo-nos a esse respeito. A maravilha de se viver com qualquer coisa que seja &eacute;&#8230; o qu&ecirc;? &Eacute; perfeito do jeito que &eacute;.<\/p>\n<p>Bem, voc&ecirc;s podem dizer que com as coisas nesse n&iacute;vel de fato n&atilde;o faz diferen&ccedil;a, pois s&atilde;o sem d&uacute;vida triviais. Mas e quanto aos problemas s&eacute;rios, como sofrimento e ang&uacute;stia? O que estou falando &eacute; que eles n&atilde;o s&atilde;o diferentes. Se algu&eacute;m querido morre, ent&atilde;o a maravilha da vida &eacute; ser precisamente s&oacute; esse sofrimento da perda, ser o que voc&ecirc; &eacute;. Estar com esse sofrimento do jeito que voc&ecirc; est&aacute; com ele, que &eacute; o seu jeito e n&atilde;o o meu. A pr&aacute;tica &eacute; justamente ter disposi&ccedil;&atilde;o para estar com o que h&aacute; tal como se &eacute;, mesmo que a express&atilde;o &quot;ter disposi&ccedil;&atilde;o&quot; n&atilde;o seja muito adequada. A maior parte da vida, conforme a vemos nas hist&oacute;rias que contei, &eacute; engra&ccedil;ada, e isso &eacute; o m&aacute;ximo que se pode comentar a respeito. Entretanto, n&atilde;o a consideramos engra&ccedil;ada. Pensamos que a outra pessoa deva ser diferente. &quot;Ela deveria ser do jeito que eu idealizo&#8221;. Quando atingimos o que chamo de &quot;ponto cr&iacute;tico&quot; em nossa vida, n&atilde;o &eacute; engra&ccedil;ado \u2014 n&atilde;o estou dizendo que seja \u2014 mas mesmo assim &eacute; o que &eacute;. Ainda &eacute; perfeito enquanto tal.<\/p>\n<p>Quero agora levantar mais um aspecto: penso que uma pr&aacute;tica madura favore&ccedil;a a capacidade de estar com a vida e na vida, tal como ela &eacute;. Isso n&atilde;o significa que voc&ecirc; n&atilde;o te&ccedil;a todas as suas pequenas considera&ccedil;&otilde;es, que voc&ecirc; n&atilde;o tenha toda sorte de opini&otilde;es, o tempo todo. Voc&ecirc; tem sim! A quest&atilde;o n&atilde;o &eacute; essa. Por&eacute;m, essas coisas s&atilde;o encaradas de outro jeito. A quest&atilde;o da pr&aacute;tica &eacute; fazer avan&ccedil;ar o que chamo de ponto-limite, de modo que possamos suportar cada vez mais. No come&ccedil;o s&oacute; conseguimos ag&uuml;entar certas coisas desse modo, mas quem sabe, dentro de seis meses, voc&ecirc; consiga arcar com um pouco mais. Em um ano, talvez um pouco mais. Em dez anos, muito mais. E assim por diante. Contudo, sempre h&aacute; um ponto-limite al&eacute;m do qual n&atilde;o conseguimos ultrapassar. Todos t&ecirc;m esse ponto. Enquanto vivermos, teremos algum ponto.<\/p>\n<p>Conforme nossa pr&aacute;tica se torna mais sofisticada, come&ccedil;amos a sentir nossas grandes defici&ecirc;ncias, nossa imensa crueldade. Vemos as coisas da vida para as quais n&atilde;o temos disposi&ccedil;&atilde;o de cuidar, coisas que n&atilde;o conseguimos aceitar como s&atilde;o, que odiamos, que apenas n&atilde;o conseguimos suportar. Se estivermos praticando por tempo suficiente, o sofrimento ter&aacute; aparecido. No entanto, o que n&atilde;o conseguimos enxergar &eacute; a &aacute;rea que cresce com a pr&aacute;tica: &aacute;rea na qual podemos ter compaix&atilde;o pela vida, s&oacute; porque ela &eacute; como &eacute;. A simples maravilha de Elizabeth ser Elizabeth. N&atilde;o significa que ela possivelmente seria diferente; ela &eacute; perfeita como &eacute;. Eu tamb&eacute;m. Voc&ecirc;s. Todo mundo. Essa &aacute;rea cresce, mas existe sempre aquele ponto cego onde n&atilde;o conseguimos enxergar a perfei&ccedil;&atilde;o, e &eacute; nesse ponto que devemos aplicar nossa pr&aacute;tica. Se voc&ecirc;s est&atilde;o praticando o sentar h&aacute; pouco tempo, o limite est&aacute; aqui perto, tudo bem. Por que deveria estar em algum outro lugar? Ao longo de toda uma vida, o ponto-limite apenas se desloca e nunca deixa de acontecer. Sempre existir&aacute;. &Eacute; isso que estamos fazendo aqui. Sentados como estamos, simplesmente deixando que aconte&ccedil;a em n&oacute;s aquilo que est&aacute; acontecendo, permanecer e morrer. Deixar ser, ficar, morrer. Por&eacute;m, quando chegarmos ao ponto-limite, n&atilde;o nos recordaremos de nada disso! Porque nesse ponto as coisas ficam dif&iacute;ceis. A pr&aacute;tica n&atilde;o &eacute; f&aacute;cil.<\/p>\n<p>As pequenas coisas da vida n&atilde;o me incomodam em especial. Eu gosto de todas as coisinhas que acontecem o tempo todo. E engra&ccedil;ado! Gosto das minhas discuss&otilde;ezinhas com minha filha: &quot;M&atilde;e, depois de tanto tempo voc&ecirc; n&atilde;o consegue usar o cinto de seguran&ccedil;a!&quot;. &quot;&Eacute;, n&atilde;o consigo.&quot; &Eacute; isso que &eacute; divertido, estar com as outras pessoas. Mas e quanto ao ponto-limite? E aquele no qual est&aacute; a pr&aacute;tica. Entender isso, trabalhar com ele, e ainda lembrar que a maior parte do tempo n&atilde;o estamos dispostos a trabalhar com ele, tudo isso &eacute; pr&aacute;tica. N&atilde;o estamos tentando nos tornar alguma esp&eacute;cie de santo, apenas pessoas reais, com todas as coisinhas acontecendo, permitindo que, para os outros, elas tamb&eacute;m aconte&ccedil;am. Quando n&atilde;o pudermos fazer isso, saberemos que um sinal foi dado: hora de praticar. Para mim, isso aconteceu na semana passada. N&atilde;o foi f&aacute;cil. Apesar disso, atravessei o ponto-limite e agora o que espera &eacute; o pr&oacute;ximo. Ele estar&aacute; vindo logo. E ser&aacute; a minha pr&aacute;tica.<\/p>\n<p>Conforme nos tornamos mais sens&iacute;veis &agrave; nossa vida e ao que ela de fato &eacute;, n&atilde;o podemos fugir. Podemos tentar durante um certo tempo, e a maioria tentar&aacute; tanto como n&oacute;s, mas n&atilde;o poderemos ficar correndo indefinidamente. Se estivermos praticando o sentar por algum tempo, fica cada vez mais dif&iacute;cil fugir. Desta maneira, quero que voc&ecirc;s considerem sua pr&aacute;tica de sentar, apreciem sua vida e apreciem uns aos outros. E o que significa tudo isso. Nada fant&aacute;stico e exuberante. Tomem consci&ecirc;ncia de seus pontos-limites. Existem em todos n&oacute;s. Voc&ecirc;s podem dar-lhes as costas e recusar-se a v&ecirc;-los. Todavia se o fizerem, n&atilde;o crescer&atilde;o, e a vida &agrave; sua volta tamb&eacute;m n&atilde;o. E prov&aacute;vel que voc&ecirc; n&atilde;o consiga evitar fugir mais do que por limitados per&iacute;odos de tempo.<\/p>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<p><\/font><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&quot;N&atilde;o fique com raiva&quot; Texto de Charlotte Joko Beck, extra\u00eddo do livro&#8221;Sempre Zen&#8220; Quando dou uma palestra, estou tentando elucidar do que trata a vida para mim, atrav&eacute;s de meios que me parecem adequados, e tentando elucidar o que poderia &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/nao-fique-com-raiva\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4960,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,40],"tags":[70],"class_list":["post-4958","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-joko","category-zen","tag-pratica-zen"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4958","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4958"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4958\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4962,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4958\/revisions\/4962"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4960"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4958"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4958"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4958"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}