{"id":5006,"date":"2018-06-11T19:09:13","date_gmt":"2018-06-11T21:09:13","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=5006"},"modified":"2020-06-10T16:48:41","modified_gmt":"2020-06-10T18:48:41","slug":"relacionamentos-nao-funcionam","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/relacionamentos-nao-funcionam\/","title":{"rendered":"Relacionamentos n\u00e3o funcionam"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\"><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><br \/>\n<a name=\"inicio\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam-300x169.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"169\" class=\"alignleft size-medium wp-image-5923\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam-300x169.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam-768x432.jpg 768w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam-1024x576.jpg 1024w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam-500x281.jpg 500w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Relacionamentos-n\u00e3o-funcionam.jpg 1079w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><br \/>\n<b>Relacionamentos n&atilde;o funcionam<\/b><\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><b>Texto de <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/charlotte-joko-beck\/\">Charlotte Joko Beck<\/a>,<br \/>\nextra\u00eddo do livro&#8221;<a href=\"default.asp?menu=53\" class=\"broken_link\">Sempre Zen<\/a>&#8220;<\/b><\/div>\n<hr \/>\n<p>Voltei h&aacute; pouco tempo da Austr&aacute;lia. Fui at&eacute; l&aacute; na esperan&ccedil;a de gozar um clima ameno; no entanto, choveu muito nos primeiros dois dias, o que foi engra&ccedil;ado. Depois, nos &uacute;ltimos cinco dias de sesshin em Brisbane, houve uma tempestade de neve. Foi t&atilde;o forte que, enquanto corr&iacute;amos por entre os pr&eacute;dios, eu mal conseguia ficar em p&eacute;. T&iacute;nhamos de lutar para manter o equil&iacute;brio. O vento era como um caminh&atilde;o, trovejando no telhado o tempo todo. Mesmo assim foi um bom sesshin e aprendi (como sempre) que, independente de onde voc&ecirc; for, as pessoas s&atilde;o as pessoas: s&atilde;o todas maravilhosas e s&atilde;o todas problem&aacute;ticas, como, ali&aacute;s, em toda parte; e as mesmas d&uacute;vidas que atormentam os australianos nos atormentam tamb&eacute;m. Eles t&ecirc;m tanta dificuldade com relacionamentos como n&oacute;s. Portanto, quero comentar sobre as. ilus&otilde;es que temos a respeito de relacionamentos darem certo. Vejam, n&atilde;o d&atilde;o. Simplesmente n&atilde;o funcionam. Nunca houve um que desse certo. Voc&ecirc;s podem dizer: &quot;Bem, por que estamos fazendo tantas pr&aacute;ticas se &eacute; assim?&quot;. &Eacute; o fato de querermos que algo d&ecirc; certo que torna nossos relacionamentos t&atilde;o insatisfat&oacute;rios.<\/p>\n<p>De certo modo, a vida pode funcionar, mas n&atilde;o na perspectiva de que iremos fazer alguma coisa que consiga faz&ecirc;-la funcionar. Em tudo que fazemos a respeito de outras pessoas existe uma sutil \u2014 ou n&atilde;o t&atilde;o sutil \u2014 expectativa. Pensamos: &quot;De algum jeito vou acabar me entendendo nessa rela&ccedil;&atilde;o e faz&ecirc;-la funcionar, ent&atilde;o vou conseguir o que desejo&quot;. Todos queremos alguma coisa das pessoas com as quais nos relacionamos. Ningu&eacute;m pode dizer que n&atilde;o quer nada das pessoas com quem se relaciona. Mesmo se evitarmos os relacionamentos essa &eacute; apenas uma outra forma de desejar alguma coisa. Em outras palavras, relacionamentos n&atilde;o d&atilde;o certo.<\/p>\n<p>Por&eacute;m, ent&atilde;o o que d&aacute; certo? A &uacute;nica coisa que d&aacute; certo (se realmente praticarmos) &eacute; o desejo n&atilde;o de ter algo para n&oacute;s mesmos, mas de acolher a vida toda, incluindo os relacionamentos. Bem, voc&ecirc;s podem afirmar: &quot;&Eacute;, parece bom, vou fazer isso!&quot;. Mas ningu&eacute;m quer mesmo fazer isso. N&atilde;o queremos sustentar mais ningu&eacute;m, mais nada. Sustentar ou acolher na realidade algu&eacute;m significa que voc&ecirc; lhe d&aacute; tudo e n&atilde;o espera nada em troca. Voc&ecirc; pode lhe dar seu tempo, seu trabalho, seu dinheiro, qualquer coisa. &quot;Se voc&ecirc; precisar, eu lhe dou.&quot; O amor n&atilde;o espera coisa alguma. Em vez disso temos os seguintes jogos: &quot;Vou me comunicar de modo que nossa rela&ccedil;&atilde;o melhore&quot;; na verdade isso quer dizer: &quot;Vou me comunicar com voc&ecirc; para que entenda o que eu desejo&quot;. A expectativa impl&iacute;cita que investimos nesses jogos asseguram que esses relacionamentos n&atilde;o dar&atilde;o certo. Se realmente enxergarmos isso, ent&atilde;o alguns come&ccedil;ar&atilde;o a entender o pr&oacute;ximo passo, que &eacute; ver um outro modo de ser. As vezes temos um vislumbre do que possa ser: &quot;Sim, posso lhe fazer isso, posso sustentar e acolher sua vida e esperar nada. Nada&quot;.<br \/>\nHouve a hist&oacute;ria ver&iacute;dica de uma esposa, cujo marido estivera no Jap&atilde;o durante a guerra. L&aacute; viveu com outra mulher e teve dois filhos. Ele amava muito a japonesa. Quando voltou para casa, n&atilde;o contou &agrave; esposa o que lhe acontecera. Mas, finalmente, quando soube que estava morrendo, confessou-lhe a verdade da rela&ccedil;&atilde;o que tivera e dos filhos. Primeiro, ela ficou muito transtornada, mas depois, algo em seu &iacute;ntimo come&ccedil;ou a se agitar e ela trabalhou sem cessar seus sentimentos de ang&uacute;stia; por fim, antes que o marido morresse, ela disse: &quot;Vou cuidar deles&quot;. Foi, ent&atilde;o, ao Jap&atilde;o, encontrou a outra mulher, trouxe-a junto com as crian&ccedil;as para os Estados Unidos. Moraram juntas na mesma casa e a esposa fez o que p&ocirc;de para ensinar ingl&ecirc;s &agrave; mo&ccedil;a, arrumar-lhe um trabalho, e ajud&aacute;la com as crian&ccedil;as. Isso &eacute; amor.<\/p>\n<p>A pr&aacute;tica de medita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; um tipo qualquer de &quot;desligamento&quot;, mas sim um meio para se entrar em contato com a pr&oacute;pria vida. Ao praticarmos, fica cada vez mais clara a id&eacute;ia desta outra forma de ser e come&ccedil;amos a nos afastar de uma orienta&ccedil;&atilde;o centrada no eu, n&atilde;o em favor de uma orienta&ccedil;&atilde;o centrada no outro (porque ela termina nos incluindo), entretanto, no sentido de uma orienta&ccedil;&atilde;o completamente aberta. Se nossa pr&aacute;tica n&atilde;o estiver indo nessa dire&ccedil;&atilde;o, ent&atilde;o n&atilde;o &eacute; a verdadeira pr&aacute;tica. Sempre que quisermos alguma coisa, sabemos que nossa pr&aacute;tica deve continuar. J&aacute; que nenhum de n&oacute;s pode afirmar que isso est&aacute; resolvido, significa que a pr&aacute;tica continua para todos n&oacute;s. Faz muito tempo que comecei a praticar, todavia, apesar disso, o que notei nessa viagem (longa, para a minha idade, mas o sesshin foi bom tendo causado um forte impacto em v&aacute;rias pessoas) foi que eu estava dizendo:<\/p>\n<p>&quot;Bem, me custou muito, n&atilde;o tenho certeza se farei a mesma coisa no ano que vem. Talvez eu precise descansar mais&quot;. A mente humana &eacute; assim. Como todo mundo, quero conforto. Gosto de me sentir bem. N&atilde;o gosto de ficar cansada. Voc&ecirc;s, quem sabe, dir&atilde;o: &quot;Mas o que h&aacute; de errado em querer um pouco de conforto?&quot;. N&atilde;o h&aacute; nada de errado, a menos que isso contrarie o que para mim &eacute; mais importante do que o conforto, a saber, minha orienta&ccedil;&atilde;o fundamental na vida. Se a orienta&ccedil;&atilde;o fundamental n&atilde;o vier da pr&aacute;tica, ent&atilde;o essa n&atilde;o &eacute; uma pr&aacute;tica. Se conhecermos nossa orienta&ccedil;&atilde;o fundamental, ela exercer&aacute; seu efeito em todas as fases da vida, em nossas rela&ccedil;&otilde;es, em nosso trabalho, em tudo. Se alguma coisa n&atilde;o emergir da pr&aacute;tica al&eacute;m daquilo que eu desejo, que s&oacute; serve para tornar mais confort&aacute;vel minha vida, ent&atilde;o essa n&atilde;o &eacute; uma pr&aacute;tica.<\/p>\n<p>Entretanto, n&atilde;o devemos simplificar demais o problema. Ao praticarmos esta modalidade do sentar, temos que desenvolver dois, tr&ecirc;s ou quatro aspectos da pr&aacute;tica. Sentar-se apenas, com uma forte concentra&ccedil;&atilde;o, tem valor. Mas, a menos que tomemos cuidado, podemos usar essa atitude para fugir &agrave; vida. Ali&aacute;s, a pessoa pode usar muito mediocremente o tipo de poder que desenvolve assim. A concentra&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos aspectos da pr&aacute;tica. N&atilde;o h&aacute; necessidade de enfatizarmos isso aqui, mas essa capacidade deve ser alcan&ccedil;ada em algum momento. O tipo Vipassana de pr&aacute;tica (que eu prefiro), no qual voc&ecirc;s observam, observam e observam, &eacute; muito valioso e, para mim, constitui o melhor e mais b&aacute;sico treinamento. No entanto, pode favorecer que as pessoas se tornem quase totalmente impessoais (como acho que eu mesma fiquei durante certo tempo). Nada havia que eu sentisse na dimens&atilde;o emocional porque eu tinha me tornado uma m&aacute;quina de observar. Essa, &agrave;s vezes, pode ser a desvantagem desta esp&eacute;cie de pr&aacute;tica. H&aacute; tamb&eacute;m outras formas de pr&aacute;tica. Cada uma delas tem suas for&ccedil;as e fraquezas. Existem in&uacute;meros treinamentos psicol&oacute;gicos e terap&ecirc;uticos valiosos que, por&eacute;m, tamb&eacute;m t&ecirc;m suas desvantagens. O desenvolvimento de um ser humano, at&eacute; que se torne o que eu chamaria uma pessoa s&aacute;bia, compassiva e equilibrada, n&atilde;o &eacute; simples.<\/p>\n<p>Numa rela&ccedil;&atilde;o, toda vez que sentimos inc&ocirc;modo \u2014 o ponto em que ela deixa de nos convir \u2014 um grande ponto de interroga&ccedil;&atilde;o deveria saltar bem diante de nossos olhos para que indag&aacute;ssemos o que est&aacute; acontecendo conosco. De que modo praticarmos com o inc&ocirc;modo? N&atilde;o estou mencionando que todo relacionamento deva ser mantido para sempre, porque o m&eacute;rito de uma rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o tem nada que ver com ela, em si. Seu m&eacute;rito &eacute; a for&ccedil;a extra que a vida recebe quando trabalha com ela como um canal. Uma boa rela&ccedil;&atilde;o d&aacute; mais poder &agrave; vida. Se duas pessoas s&atilde;o fortes quando juntas, ent&atilde;o a vida tem um canal mais poderoso do que com ambas em separado. &Eacute; quase como se um terceiro e mais amplo canal tivesse sido formado. &Eacute; isso que a vida est&aacute; procurando. Ela n&atilde;o se importa se voc&ecirc; est&aacute; &quot;feliz&quot; em seu relacionamento. O que ela est&aacute; buscando &eacute; um canal e, para ela, o canal tem de ser poderoso. Se n&atilde;o o for, logo, logo, ela o descarta. A vida n&atilde;o liga a m&iacute;nima para a rela&ccedil;&atilde;o de voc&ecirc;s. Ela busca canais para sua for&ccedil;a, para que possa funcionar ao m&aacute;ximo. Esse funcionamento &eacute; aquilo que voc&ecirc;s s&atilde;o. Toda essa novela a respeito de voc&ecirc; comigo ou com mais algu&eacute;m n&atilde;o interessa &agrave; vida. Ela est&aacute; procurando canais e, como o vento forte, bate nas rela&ccedil;&otilde;es para test&aacute;-las. Se as rela&ccedil;&otilde;es n&atilde;o suportarem o teste, ent&atilde;o, ou o relacionamento precisa amadurecer sua for&ccedil;a para poder enfrentar a vida, ou precisar&aacute; ser dissolvido para que uma coisa nova e original tenha chances de emergir dos destro&ccedil;os. Se se dissolve, isso n&atilde;o &eacute; menos importante do que as coisas que s&atilde;o aprendidas. Muitas pessoas, por exemplo, casam-se quando sua rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o serve para nada. Claro que n&atilde;o estou defendendo a no&ccedil;&atilde;o de que as pessoas devam desfazer seus casamentos. Quero apenas dizer que em geral interpretamos com muitos equ&iacute;vocos o que se refere a um casamento. Quando a rela&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute; dando certo, significa que os parceiros est&atilde;o preocupados com o &quot;eu&quot;: &quot;O que desejo &eacute;&#8230;&quot; ou &quot;Isso n&atilde;o est&aacute; certo para mim&quot;. Quando o querer &eacute; pouco, ent&atilde;o a rela&ccedil;&atilde;o &eacute; forte e funcionar&aacute;. &Eacute; s&oacute; nisso que a vida tem interesse. Enquanto egos separados, com desejos em separado, voc&ecirc;s n&atilde;o t&ecirc;m import&acirc;ncia alguma para a vida. Todas as rela&ccedil;&otilde;es fracas refletem o fato de algu&eacute;m querer alguma coisa para si pr&oacute;prio.<br \/>\nAs quest&otilde;es que estou levantando s&atilde;o importantes, mas talvez voc&ecirc;s n&atilde;o concordem com tudo que estou dizendo. Ainda assim, a pr&aacute;tica zen diz respeito a perder o eu, a tomar consci&ecirc;ncia de que somos o n&atilde;o-eu. O que n&atilde;o significa ser uma n&atilde;o-entidade, significa ser muito forte. Ser forte, por&eacute;m, n&atilde;o quer dizer ser r&iacute;gido. Ouvi falar que existe uma forma de projetar casas de praia onde grandes tempestades podem inund&aacute;-las: quando isso acontece, o meio da casa afunda e a &aacute;gua, em vez de tragar a casa toda, escorre toda pelo meio e deixa a constru&ccedil;&atilde;o em p&eacute;. Uma boa rela&ccedil;&atilde;o &eacute; algo desse tipo. Tem uma estrutura flex&iacute;vel e uma forma de absorver choques e estresses de tal sorte que consiga manter sua integridade e continue funcionando. Mas, quando uma rela&ccedil;&atilde;o &eacute; quase toda baseada no &quot;eu quero&quot;, a estrutura ser&aacute; r&iacute;gida e, sendo assim, n&atilde;o pode ag&uuml;entar a press&atilde;o que a vida exerce e, dessa forma, n&atilde;o servir&aacute; bem a ela. A vida gosta que as pessoas sejam flex&iacute;veis, a fim de que possa us&aacute;-las naquilo que busca realizar.<\/p>\n<p>Se compreendermos o zazen e nossa pr&aacute;tica, podemos come&ccedil;ar a familiarizar-nos com n&oacute;s mesmos e com o modo como nossas problem&aacute;ticas emo&ccedil;&otilde;es destro&ccedil;am nossa vida. Se praticarmos realmente, ent&atilde;o, muito devagar, ao longo dos anos, a for&ccedil;a se desenvolver&aacute;. As vezes, esse processo &eacute; terr&iacute;vel. Se algu&eacute;m lhes contar algo diferente, n&atilde;o lhes estar&aacute; falando sobre a verdadeira medita&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o &eacute; em absoluto leve e aben&ccedil;oada. Por&eacute;m, se a fizermos com autenticidade, com o tempo come&ccedil;aremos a saber atr&aacute;s do que estamos; come&ccedil;aremos a ver quem somos. Desta maneira, quero que voc&ecirc;s apreciem a pr&aacute;tica que est&atilde;o executando e a realizem de verdade. Ela n&atilde;o &eacute; um jeito que voc&ecirc;s d&atilde;o na pr&oacute;pria vida. &Eacute; o fundamento. Se n&atilde;o houver a fundamenta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o existir&aacute; mais nada. Sendo assim, vamos continuar esclarecendo o que nossa pr&aacute;tica &eacute;, a cada momento. Quem sabe se alguns dentre n&oacute;s n&atilde;o chegar&atilde;o a encontrar uma rela&ccedil;&atilde;o que d&ecirc; certo, por ter uma base completamente diferente. Cabe a n&oacute;s criarmos essa base. Portanto, vamos fazer apenas isso.<\/p>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<p><\/font><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relacionamentos n&atilde;o funcionam Texto de Charlotte Joko Beck, extra\u00eddo do livro&#8221;Sempre Zen&#8220; Voltei h&aacute; pouco tempo da Austr&aacute;lia. Fui at&eacute; l&aacute; na esperan&ccedil;a de gozar um clima ameno; no entanto, choveu muito nos primeiros dois dias, o que foi engra&ccedil;ado. &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/relacionamentos-nao-funcionam\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[5,40],"tags":[70],"class_list":["post-5006","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-joko","category-zen","tag-pratica-zen"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5006"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5006\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5924,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5006\/revisions\/5924"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}