{"id":6179,"date":"2020-06-16T15:53:05","date_gmt":"2020-06-16T17:53:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=6179"},"modified":"2020-06-16T15:53:42","modified_gmt":"2020-06-16T17:53:42","slug":"mahamudra-iv","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/mahamudra-iv\/","title":{"rendered":"Mahamudra IV"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Kalu-Rinpoche.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Kalu-Rinpoche.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"432\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2056\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Kalu-Rinpoche.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2018\/05\/Kalu-Rinpoche-208x300.jpg 208w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><a name=\"inicio\"><\/p>\n<div style=\"text-align:center\"><font size=\"4\"><b>MAHAMUDRA IV<\/b><\/font><\/div>\n<div style=\"text-align:right\"><i><b>Kalu Rinpoche<\/b><\/i><sup>*<\/sup><\/div>\n<p align=\"JUSTIFY\">A pr&aacute;tica do Mahamudra em si &eacute; extremamente simples e f&aacute;cil. N&atilde;o h&aacute; visualiza&ccedil;&otilde;es ou exerc&iacute;cios complicados. N&atilde;o h&aacute; nada a fazer. Basta deixar a mente em seu estado natural, como ele &eacute;, como ele vier, sem fabrica&ccedil;&atilde;o. &Eacute; extremamente simples. Na tradi&ccedil;&atilde;o do relic&aacute;rio do Mahamudra, &eacute; dito que o Mahamudra &eacute;:<\/p>\n<p>Muito pr&oacute;ximo para ser reconhecido,<br \/>Muito profundo para ser agarrado,<br \/>Muito f&aacute;cil para se acreditar,<br \/>Muito maravilhoso para ser entendido intelectualmente.<\/p>\n<p>Esses s&atilde;o os quatro obst&aacute;culos que impedem o seu reconhecimento. Gampopa disse:<\/p>\n<p>A &aacute;gua calma &eacute; clara;<br \/>A mente livre de tens&atilde;o &eacute; feliz.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Assim como este verso mostra, deixamos a mente livre e relaxada, completamente solta, sem for&ccedil;&aacute;-la de nenhum modo. Ent&atilde;o, surgir&aacute; um estado de bem-estar; quando a mente n&atilde;o &eacute; for&ccedil;ada, ela fica naturalmente pac&iacute;fica e clara. Neste estado, a mente n&atilde;o se fixa sobre qualquer ponto de refer&ecirc;ncia externo ou interno; ao inv&eacute;s disso, ela permanece livre de toda fixa&ccedil;&atilde;o, mas n&atilde;o controlada. Tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; qualquer determina&ccedil;&atilde;o da mente como vazia, l&uacute;cida ou qualquer outra coisa, nem mesmo qualquer observa&ccedil;&atilde;o, porque consider&aacute;-la como qualquer coisa \u2014 at&eacute; mesmo como vazia \u2014 seria mais uma outra percep&ccedil;&atilde;o que tomariam a mente, a vacuidade ou a lucidez como pontos de refer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Mas o objetivo n&atilde;o &eacute; o de parar a vis&atilde;o porque a aten&ccedil;&atilde;o vigilante e a claridade n&atilde;o devem ser interrompidos. &Eacute; necess&aacute;rio manter a vis&atilde;o clara. A vis&atilde;o n&atilde;o requer esfor&ccedil;o especial quando h&aacute; luz; do mesmo modo, a mente clara n&atilde;o se dispersa nem afunda na escurid&atilde;o ou nebulosidade. A mente permanece transl&uacute;cida, transparente, l&uacute;cida, desapegada. Do mesmo modo que o c&eacute;u &eacute; claro e aberto, assim &eacute; a mente deixada em seu estado natural. Medite deixando a mente em um estado de presen&ccedil;a total, sem olhar para o passado ou projetar para o futuro, sem pensar &#8220;Eu fiz isto ou aquilo, eu farei isto ou aquilo&#8221;; deixe a mente apenas ser vigilante, bem simples, sem for&ccedil;&aacute;-la, sem mudar qualquer coisa, dentro da &#8220;agoridade&#8221; espont&acirc;nea ou mente do imediato. Se a mente realmente permanecer &#8220;como ela vier de si, como ela &eacute; em si&#8221;, isto &eacute; o que chamamos de mente natural<i>, rangbab<\/i> em tibetano. Isto tamb&eacute;m &eacute; o que chamamos de mente ordin&aacute;ria \u2014 <i>thamel gyi shepa<\/i> em tibetano, ou &#8220;mente do imediato&#8221;, <i>datarwe shepa<\/i>. Quando realizada, esta &eacute; mente do Mahamudra.<\/p>\n<p><b><\/p>\n<p>Os Tr&ecirc;s Pontos Chave<\/p>\n<p><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A pr&aacute;tica do Mahamudra pode ser dividida em tr&ecirc;s pontos essenciais: aus&ecirc;ncia de fabrica&ccedil;&atilde;o, aus&ecirc;ncia de distra&ccedil;&atilde;o e aus&ecirc;ncia de medita&ccedil;&atilde;o. Primeiro, a aus&ecirc;ncia de fabrica&ccedil;&atilde;o ou constrangimento. Deixamos a mente como ela &eacute;, sem alter&aacute;-la atrav&eacute;s de qualquer interven&ccedil;&atilde;o ou qualquer fabrica&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o tentamos produzir qualquer coisa ou melhorar nosso estado de mente presente.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Em seguida, a aus&ecirc;ncia de distra&ccedil;&otilde;es. O primeiro tipo de distra&ccedil;&atilde;o ocorre quando a mente &eacute; distra&iacute;da da mente ordin&aacute;ria natural (<i>rangbab, thamel gyi shepa<\/i>), come&ccedil;ando a agarrar uma forma, um som, um pensamento ou qualquer outra coisa. Aus&ecirc;ncia de distra&ccedil;&atilde;o significa aus&ecirc;ncia de fixa&ccedil;&atilde;o. Um segundo tipo de distra&ccedil;&atilde;o surge quando a mente perde sua vigil&acirc;ncia, sua claridade l&uacute;cida. O terceiro &eacute; a aus&ecirc;ncia de medita&ccedil;&atilde;o, que significa que n&atilde;o h&aacute; mais qualquer medita&ccedil;&atilde;o a se fazer. Apenas deixamos a mente em seu estado natural, sem tens&atilde;o, deixando-a ser a mente ordin&aacute;ria.<\/p>\n<p><b>Os Tr&ecirc;s Corpos da Mente<\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A mente natural, <i>rangbab<\/i>, tem uma qualidade de transpar&ecirc;ncia natural na qual seus tr&ecirc;s aspectos naturais existem espontaneamente: vacuidade, claridade e n&atilde;o-impedimento. A transpar&ecirc;ncia da mente &eacute; a sua vacuidade essencial; seu conhecimento e sua natureza luminosa s&atilde;o sua claridade; e os aspectos de sua experi&ecirc;ncia iluminada s&atilde;o o seu n&atilde;o-impedimento. Quando a mente est&aacute; neste estado de transpar&ecirc;ncia l&iacute;mpida, aberta e l&uacute;cida, ela est&aacute; completamente desperta em um estado de consci&ecirc;ncia nua \u2014 <i>rigtong<\/i> em tibetano. &Eacute; o estado desperto pr&iacute;stino \u2014 <i>rigpa<\/i> em tibetano; desimpedida, experiencianda em si mesma suas manifesta&ccedil;&otilde;es ilimitadas em todos os seus aspetos. Este estado desperto vazio, claro e ilimitado n&atilde;o est&aacute; muito distante de n&oacute;s. &Eacute; a nossa face natural; mas assim como a nossa pr&oacute;pria face, ela n&atilde;o pode perceber a si mesma. Isto &eacute; o que chamamos de ignor&acirc;ncia, ou <i>marigpa<\/i> em tibetano, que &eacute; simplesmente a aus&ecirc;ncia do estado desperto nu ou <i>rigpa<\/i>. A fim de ir al&eacute;m da ignor&acirc;ncia, precisamos ver sua natureza vazia sem conceitualizar; ent&atilde;o, devemos acostumar a mente a esta experi&ecirc;ncia e estabiliz&aacute;-la gradualmente a fim de que permane&ccedil;a livre da distra&ccedil;&atilde;o sob todas as circunst&acirc;ncias. &Eacute; assim que a pr&aacute;tica progride. Mas lembre-se que estas qualidades essenciais da mente n&atilde;o s&atilde;o uma coisa que precisemos tentar reproduzir; elas s&atilde;o a pr&oacute;pria natureza da mente e temos apensar de reconhec&ecirc;-las.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A mente, sendo naturalmente vazia, &eacute; para sempre o dharmakaya, o corpo de vacuidade ou corpo absoluto do Buddha. Sendo naturalmente l&uacute;cida, &eacute; sempre o sambhogakaya, o corpo da alegria completa do Buddha. E j&aacute; que &eacute; um conhecimento naturalmente ilimitado, ela &eacute; para sempre o nirmanakaya, o corpo de manifesta&ccedil;&atilde;o do Buddha. Ent&atilde;o, a mente &eacute; sempre, por natureza, os tr&ecirc;s corpos do Buddha, natural e espontaneamente livres. Nada poderia ser feito para melhorar sua perfei&ccedil;&atilde;o. A realiza&ccedil;&atilde;o do Mahamudra &eacute; chamada de estado desperto primordial inato porque os tr&ecirc;s aspectos da natureza essencial da mente \u2014 vacuidade, claridade e n&atilde;o-obstru&ccedil;&atilde;o ou n&atilde;o-impedimento \u2014 sempre existem nela; s&atilde;o inatos.<\/p>\n<p><b><\/p>\n<p>Integra&ccedil;&atilde;o e Transmuta&ccedil;&atilde;o dos Pensamentos e Emo&ccedil;&otilde;es<\/p>\n<p><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando estamos apenas come&ccedil;ando a praticar, nossa mente borbulha e efervesce como uma panela de &aacute;gua fervente sobre o fogo. A pr&aacute;tica do <i>rangbab <\/i>nos ensina a parar de interferir com pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, o que &eacute; como cessar de alimentar o fogo; ent&atilde;o o borbulhamento parar&aacute; por si pr&oacute;prio. Como iniciantes, n&atilde;o podemos permanecer por muito tempo em um estado de medita&ccedil;&atilde;o correta \u2014 somos distra&iacute;dos por pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es aos quais nos fixamos e nos apegamos. Aprendemos, por&eacute;m, a n&atilde;o segui-los \u2014 simplesmente notando a presen&ccedil;a de um pensamento, n&atilde;o o seguimos, mas ao inv&eacute;s disso permanecemos em alerta, em um estado de &quot;observa&ccedil;&atilde;o desapegada&quot; de tudo o que apare&ccedil;a na mente. Deixamos a mente como ela &eacute;, para reconhecer o que est&aacute; acontecendo dentro dela, e n&atilde;o interferimos.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">&quot;Simplesmente ver&quot;, conforme descrevemos, &eacute; o estado do observador desapegado. Quando permanecemos neste estado de vigil&acirc;ncia n&atilde;o-investida, como uma testemunha imparcial, os pensamentos e paix&otilde;es surgem e desaparecem na vacuidade assim como as ondas surgindo e caindo de volta no mar, ou como um arco-&iacute;ris que ilumina e que se estica atrav&eacute;s do espa&ccedil;o. Neste estado de mente, todos os pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es que surgem n&atilde;o s&atilde;o mais ben&eacute;ficos ou prejudiciais. Se pudermos praticar deste modo, o que quer que surja em nossa mente n&atilde;o ser&aacute; um problema e seremos capazes de viver em um estado de medita&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua em todas as circunst&acirc;ncias. Permanecer em medita&ccedil;&atilde;o durante tudo o que fizermos \u2014 seja rezando, recitando mantras ou se movendo por a&iacute;, trabalhando ou dormindo \u2014 &eacute; o que chamamos de pr&aacute;tica cont&iacute;nua. Todos os mestres realizados do passado seguiram este mesmo caminho. Na verdadeira realiza&ccedil;&atilde;o do Mahamudra, as afli&ccedil;&otilde;es adornam a mente ao inv&eacute;s de perturb&aacute;-la ou contamin&aacute;-la. As tend&ecirc;ncias negativas n&atilde;o s&atilde;o mais uma coisa a rejeitar; elas se transmutam em estado desperto primordial.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Tome como exemplo o desejo entre homens e mulheres; &eacute; uma tend&ecirc;ncia passional, mas sua natureza &eacute; o &ecirc;xtase. Sem fugir ou seguir o impulso do desejo, &eacute; poss&iacute;vel experienciar sua natureza ext&aacute;tica que &eacute; definitivamente &quot;&ecirc;xtase-vazio&quot;. O mesmo &eacute; verdadeiro para a raiva. Aqui novamente, sem expressar ou reprimir a raiva, &eacute; poss&iacute;vel experienciar sua ess&ecirc;ncia \u2014 a claridade din&acirc;mica da mente \u2014 e desenvolver a realiza&ccedil;&atilde;o da &quot;claridade-vazio&quot;. O que &eacute; verdadeiro para o desejo e para a raiva tamb&eacute;m &eacute; verdadeiro para o orgulho, para a inveja e para as outras afli&ccedil;&otilde;es mentais, que se tornam transformadas atrav&eacute;s da mesma medita&ccedil;&atilde;o. O desejo reconhecido como &ecirc;xtase-vazio &eacute; transmutado no estado desperto ou sabedoria do discernimento; a raiva experienciada em sua ess&ecirc;ncia &eacute; transmutada na sabedoria que &eacute; como um espelho; a ignor&acirc;ncia na sabedoria primordial do dharmadhatu; o orgulho na sabedoria da equanimidade; e a inveja na sabedoria primordial que tudo realiza.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">J&aacute; que ainda n&atilde;o realizamos estas sabedorias primordiais, podemos duvidar da possibilidade dessa transforma&ccedil;&atilde;o. Mas atrav&eacute;s da pr&aacute;tica efetiva, um conhecimento profundo da natureza da mente de fato despertar&aacute;. Ent&atilde;o, entenderemos que isto realmente &eacute; assim. Quando a transforma&ccedil;&atilde;o das emo&ccedil;&otilde;es for totalmente completada, as paix&otilde;es n&atilde;o ser&atilde;o mais um obst&aacute;culo. Elas at&eacute; mesmo se tornar&atilde;o uma ajuda. Uma imagem tradicional &eacute; a de que elas se tornam como lenha para a fogueira da sabedoria; quanto mais voc&ecirc; adiciona, mais brilhante &eacute; a chama.  <\/p>\n<p align=\"right\"><sup>*<\/sup>Kalu Rinpoche. Luminous mind: the way of the Buddha. Compilado por Denis T&ouml;ndrup,<br \/>traduzido por Maria Montenegro, pref&aacute;cio de S.S. o Dalai Lama.<br \/>Boston: Wisdom, 1997. P&aacute;g. 233-237.<br \/> Retirado do site www.dharmanet.com.br<\/p>\n<p><\/a><\/font><\/div>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<hr \/>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MAHAMUDRA IV Kalu Rinpoche* A pr&aacute;tica do Mahamudra em si &eacute; extremamente simples e f&aacute;cil. N&atilde;o h&aacute; visualiza&ccedil;&otilde;es ou exerc&iacute;cios complicados. N&atilde;o h&aacute; nada a fazer. 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