{"id":6209,"date":"2020-06-16T16:57:46","date_gmt":"2020-06-16T18:57:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=6209"},"modified":"2020-06-16T16:59:14","modified_gmt":"2020-06-16T18:59:14","slug":"as-experiencias-a-realizacao-e-os-quatro-yogas","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/as-experiencias-a-realizacao-e-os-quatro-yogas\/","title":{"rendered":"As experi\u00eancias, a realiza\u00e7\u00e3o e os quatro yogas"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Lama_Denys_Rimpoch\u00e9.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Lama_Denys_Rimpoch\u00e9.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"280\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6097\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><\/p>\n<div style=\"text-align:center\"><font size=\"4\"><b><a name=\"a\">As experi&ecirc;ncias,  a realiza&ccedil;&atilde;o e os quatro yogas<\/a><\/b><\/font><\/div>\n<p> <\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><font size=\"2\"><i><b>por Lama Denys<\/b><br \/>Extrato do livro: &quot;DHARMA \u2013 la voie du Bouddha \u2013 Mahamudra-Dzogchen&quot;<br \/>Tradu&ccedil;&atilde;o p\/ portugu&ecirc;s: Karma Tenpa Dhargye<\/i><\/font><\/div>\n<p><\/p>\n<div style=\"text-align:justify\">\n<p>Aqui s&atilde;o apresentadas as maneiras justas de abordar, de compreender e de viver as experi&ecirc;ncias espirituais assim como os desvios que elas possam induzir. &Eacute; tamb&eacute;m precisar a distin&ccedil;&atilde;o entre uma experi&ecirc;ncia tempor&aacute;ria e uma realiza&ccedil;&atilde;o est&aacute;vel, esta &eacute; a entrada nos quatro yogas de Mahamudra, quatro etapas que percorre o yogui aut&ecirc;ntico at&eacute; o pleno e perfeito despertar.<\/p>\n<p>A pr&aacute;tica ao evoluir, um certo n&uacute;mero de experi&ecirc;ncias a balizam. Podemos distinguir tr&ecirc;s ou quatro tipos principais: as experi&ecirc;ncias de agita&ccedil;&atilde;o, de felicidade, de claridade e de vacuidade.<\/p>\n<p>Uma frase c&eacute;lebre de Naropa diz: &quot;Quando a &aacute;gua n&atilde;o &eacute; agitada, ela &eacute; l&iacute;mpida; quando a mente &eacute; deixada sem opress&atilde;o, ela &eacute; feliz&quot;. Todas as esp&eacute;cies de experi&ecirc;ncia de felicidade podem aparecer e &eacute; dito que a intensidade da felicidade d\u2019um orgasmo sexual &eacute; muito pouco em compara&ccedil;&atilde;o a esse tipo de felicidade. Um orgasmo c&oacute;smico! <\/p>\n<p>H&aacute; tamb&eacute;m todo um registro de experi&ecirc;ncias ditas de claridade, de luminosidade&#8230;Diferentes tipos de experi&ecirc;ncias luminosas que s&atilde;o tamb&eacute;m sinais de uma certa proximidade do estado natural, do corpo absoluto ou da experi&ecirc;ncia primordial&#8230;<\/p>\n<p>A &uacute;ltimo tipo de experi&ecirc;ncia &eacute; a aus&ecirc;ncia de concep&ccedil;&atilde;o, das experi&ecirc;ncias ditas tamb&eacute;m de vacuidade, de abertura, de n&atilde;o-suporte&#8230;<\/p>\n<p>As experi&ecirc;ncias de agita&ccedil;&atilde;o surgem no reencontro de certos aspectos ocultos de n&oacute;s-mesmos. Na pr&aacute;tica, nossos processos habituais de defesa, de recalque de inibi&ccedil;&atilde;o s&atilde;o abandonados e todas as esp&eacute;cies de elementos podem voltar a subir e dar lugar a experi&ecirc;ncias ditas agitadas.<\/p>\n<p>  &Eacute; importante aqui distinguir as experi&ecirc;ncias induzidas e aquelas livres de constrangimentos [obst&aacute;culos], essas &uacute;ltimas s&atilde;o as &uacute;nicas que tem um interesse em uma vida espiritual. Sob formas grosseiras ou sutis de autosugest&atilde;o, de indu&ccedil;&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel conduzir, mesmo &agrave; sua revelia, n&atilde;o importa que tipo de experi&ecirc;ncias. <i>&quot;V&oacute;s sabeis que sereis um bom meditante quando tenhais obtido tal ou tal sinal e, ao fim de alguns meses ou anos, os sinais e as experi&ecirc;ncias aparecem!&quot;<\/i>.<\/p>\n<p>As &uacute;nicas experi&ecirc;ncias que tem um valor s&atilde;o aquelas que n&atilde;o s&atilde;o buscadas e, mesmo se as experi&ecirc;ncias aut&ecirc;nticas se manifestem, conv&eacute;m n&atilde;o lhes atribuir uma import&acirc;ncia particular. O apego e o medo s&atilde;o as primeiras rea&ccedil;&otilde;es  e os principais obst&aacute;culos. Quando uma experi&ecirc;ncia chega, h&aacute; bastante fascina&ccedil;&atilde;o, mas diante do desconhecido radical que ela representa, h&aacute; freq&uuml;entemente um momento de p&acirc;nico: voltamos a nos agarrar. Face as experi&ecirc;ncias, &eacute; importante ter uma confian&ccedil;a absoluta, &quot;sem igual&quot;, que nos permita nos abandonar, sem esperan&ccedil;a e sem temor \u2013 sem esperan&ccedil;a de se tornar desperto e sem temor de ficar louco, sem temor que a experi&ecirc;ncia acabe e sem esperan&ccedil;a que ela continue. Se h&aacute; apego, neste momento, a abertura desaparece, o estado natural que havia permitido a esta express&atilde;o da mente pura de se revelar desaparece. Do mesmo modo se, ap&oacute;s ter conhecido algum instante de experi&ecirc;ncia intensa, guardamos nostalgia e tentamos a reproduzir, esta tentativa &eacute; o obst&aacute;culo mesmo que impede o retorno. <\/p>\n<p>&Eacute; dito que o apego a essas experi&ecirc;ncias de bem estar ou de felicidade &eacute; a causa d\u2019um renascimento no mundo dos desejos em estados divinos, certamente, mas do mundo do desejo.<\/p>\n<p>Se experimentarmos uma grande claridade e nos apegarmos a ela, isso nos condiciona para o renascimento no mundo da forma pura.<\/p>\n<p>Igualmente, o apego &agrave;s experi&ecirc;ncias de n&atilde;o-pensamento \u2013 &quot;o espa&ccedil;o infinito&quot;, &quot;a consci&ecirc;ncia infinita&quot;, &quot;a experi&ecirc;ncia al&eacute;m de tudo&quot; e mesmo a experi&ecirc;ncia &quot;de aus&ecirc;ncia de percep&ccedil;&atilde;o e de n&atilde;o-percep&ccedil;&atilde;o&quot; \u2013 as tomar como pontos de apoio, refer&ecirc;ncias, s&atilde;o ainda a causa de renascimentos nos estados sams&aacute;ricos chamados &quot;os quatro dom&iacute;nios do sem forma&quot;: &quot;o espa&ccedil;o infinito&quot;, &quot;a consci&ecirc;ncia infinita &quot;, &quot;o dom&iacute;nio onde n&atilde;o h&aacute; nada&quot; e &quot;o dom&iacute;nio sem concep&ccedil;&atilde;o nem n&atilde;o-concep&ccedil;&atilde;o&quot;.<\/p>\n<p>Isso simplesmente pode sugerir que a pr&aacute;tica justa &eacute; muito sutil e necessita um engajamento completo.<\/p>\n<p>Dizemos as vezes que &eacute; muito f&aacute;cil receber os ensinamentos de Mahamudra, mas bastante dif&iacute;cil &eacute; ser um disc&iacute;pulo do Mahamudra. Se conduzirmos a pr&aacute;tica &agrave; uma compreens&atilde;o e que dizemos: <u>&quot;&eacute; isso, j&aacute; compreendi&quot;, estamos n\u2019uma situa&ccedil;&atilde;o muito perigosa<\/u>. Ultrapassar esta forma de arrog&acirc;ncia &eacute; muito importante. Um outro perigo tamb&eacute;m &eacute; de compreender muitos ensinamentos e de se tornar algu&eacute;m insens&iacute;vel. O Dharma &eacute; as vezes comparado a um &oacute;leo que tem a propriedade de amaciar, de tornar flex&iacute;veis todas as peles&#8230; \u2013 &eacute; uma imagem tibetana \u2013 mas a pele que se absteve muito tempo do &oacute;leo, a pele desse outro &eacute; r&iacute;gida como madeira.<\/p>\n<p>Na progress&atilde;o, as experi&ecirc;ncias s&atilde;o esclarecimentos, instantes fugitivos durante os quais a claridade filtra atrav&eacute;s das nuvens. Isso &eacute; diferente da realiza&ccedil;&atilde;o. Na imagem do c&eacute;u e das nuvens, a realiza&ccedil;&atilde;o &eacute; o momento onde todos os v&eacute;us, todos os estratos nebulosos se dissipam e onde o espa&ccedil;o e a claridade, a clara luz da mente s&atilde;o tornados uma experi&ecirc;ncia est&aacute;vel e permanente.<\/p>\n<p>Esta progress&atilde;o &eacute; apresentada tradicionalmente nos quatro &quot;quatro yogas do Mahamudra&quot;, os quatro n&iacute;veis de uni&atilde;o ou de integra&ccedil;&atilde;o da experi&ecirc;ncia Mahamudra, a saber: &quot;tse chik&quot;, &quot;a unicidade&quot;; &quot;tre drel&quot;, al&eacute;m dos conceitos; &quot;ro chik&quot;, o sabor &uacute;nico; &quot;gom me&quot;, a n&atilde;o-medita&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O primeiro dos quatro yogas come&ccedil;a quando, sobre a base do duplo desenvolvimento, somos introduzidos &agrave; natureza da mente por uma apresenta&ccedil;&atilde;o, um &quot;ngo tro&quot;: reconhecemos a experi&ecirc;ncia imediata. O encaminhamento nesse yoga da unifica&ccedil;&atilde;o depende de nossa estabilidade. A mente de imediaticidade &eacute; alguma coisa da qual podemos ter a intui&ccedil;&atilde;o, ou alguma coisa que podemos muito rapidamente, sub-repticiamente, entrever. N&atilde;o &eacute; alguma coisa  que possa ser praticada, que a possamos manter. A tentativa mesma de a apreender ou de a manter &eacute; isso que a faz desaparecer.<\/p>\n<p>A mente da imediaticidade, esta mente &quot;comum&quot; pode ser cultivada por uma capacidade em voltar freq&uuml;entemente &agrave; abertura luminosa, este estado de liberdade, de n&atilde;o-fixa&ccedil;&atilde;o que &eacute; sua natureza. No n&iacute;vel da pr&aacute;tica de Mahamudra, a chamada &eacute; de se re-imergir, se podemos dizer, de mergulhar novamente nas experi&ecirc;ncias da mente ilimitada.<\/p>\n<p>De breves instantes, freq&uuml;entemente repetidos que, progressivamente, estabelecem na pr&aacute;tica uma certa continuidade e uma certa regularidade. Quando a freq&uuml;&ecirc;ncia dos pontilhados se tornam suficientemente elevados, se estabelece uma esp&eacute;cie de linha continua, uma certa continuidade.<\/p>\n<p>De fato os quatro yogas comportam cada um  tr&ecirc;s n&iacute;veis: inferiores, intermedi&aacute;rios, e superiores. &Eacute; nesse sentido que &eacute; perfeita a men&ccedil;&atilde;o de doze etapas.  Aqui &eacute; a estabilidade da experi&ecirc;ncia que nos faz passar atrav&eacute;s dos n&iacute;veis inferior, intermedi&aacute;rio, superior desse yoga de unifica&ccedil;&atilde;o. O n&iacute;vel superior &eacute; o momento onde a experi&ecirc;ncia de imediaticidade integra tanto a medita&ccedil;&atilde;o sentada como a medita&ccedil;&atilde;o em a&ccedil;&atilde;o e, no limite, o sonho e o sono.<\/p>\n<p>O segundo yoga, &quot;n&atilde;o-concep&ccedil;&atilde;o&quot; ou &quot;simplicidade&quot; entendida como a experi&ecirc;ncia liberada do mental, dos conceitos e das representa&ccedil;&otilde;es, &eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o verdadeira da vacuidade. &Eacute; a primeira realiza&ccedil;&atilde;o aut&ecirc;ntica  desta, que &eacute; ao mesmo tempo o momento da libera&ccedil;&atilde;o inicial. A ilus&atilde;o foi vista e a vis&atilde;o direta desta nos libera de seu poder alienante. H&aacute; uma rachadura, uma fenda no mecanismo auto-sustentador da ilus&atilde;o. Resta-nos ainda algumas ilus&otilde;es e algumas marcas, mas que n&atilde;o podem sen&atilde;o ir se dissolvendo pouco a pouco. Uma imagem compara a mente a uma caixa contendo uma subst&acirc;ncia malcheirosa. Ao chegar a esta experi&ecirc;ncia de simplicidade, a caixa &eacute; aberta e o que havia de poluente, de nauseabundo foi embora, mas resta ainda uma certa impregna&ccedil;&atilde;o. Do mesmo modo, a fonte das ilus&otilde;es tendo desaparecido, as impregna&ccedil;&otilde;es delas v&atilde;o se dissipar progressivamente, antes de desaparecer completamente. O que corresponde &agrave;s duas etapas seguintes.  A realiza&ccedil;&atilde;o desta estado de simplicidade corresponde, no mahayana, &agrave; &quot;primeira terra do bodhisattva&quot;. &Eacute; a experi&ecirc;ncia liberadora do samsara: a partir desse n&iacute;vel, n&atilde;o h&aacute; mais que uma sa&iacute;da para o alto.<\/p>\n<p>O terceiro yoga, &quot;&uacute;nico sabor&quot;, &eacute; a integra&ccedil;&atilde;o de Mahamudra no qual h&aacute; uma fus&atilde;o n&atilde;o-dual, intima, entre as apar&ecirc;ncias e a mente. Apar&ecirc;ncia e mente n&atilde;o s&atilde;o mais duas. O &quot;&uacute;nico sabor&quot; a que aludimos &eacute; o sabor da vacuidade de toda apar&ecirc;ncia, ou ainda o sabor de Mahasukha, da feleicidade que impregna, que &eacute; onipresente em toda experi&ecirc;ncia. O sabor se torna a n&atilde;o-dualidade. [vacuidade-luminosidade]<\/p>\n<p>O quarto yoga, &quot;n&atilde;o-medita&ccedil;&atilde;o&quot; &eacute; o ultrapassar &uacute;ltimo de toda no&ccedil;&atilde;o de meditante ou de meditado, de ator, de agir e de a&ccedil;&atilde;o. A&iacute; tamb&eacute;m, existem tr&ecirc;s n&iacute;veis, o n&iacute;vel superior correspondendo ao estado de Budha, a realiza&ccedil;&atilde;o de Budha, a &quot;d&eacute;cima terra&quot; na classifica&ccedil;&atilde;o mahayana, ou o que chamamos na tradi&ccedil;&atilde;o Dzogchen, &quot;a grande perfei&ccedil;&atilde;o&quot;, o esgotamento de Dharmata. <\/p>\n<hr \/>\n<\/div>\n<p><\/font><\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As experi&ecirc;ncias, a realiza&ccedil;&atilde;o e os quatro yogas por Lama DenysExtrato do livro: &quot;DHARMA \u2013 la voie du Bouddha \u2013 Mahamudra-Dzogchen&quot;Tradu&ccedil;&atilde;o p\/ portugu&ecirc;s: Karma Tenpa Dhargye Aqui s&atilde;o apresentadas as maneiras justas de abordar, de compreender e de viver as &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/as-experiencias-a-realizacao-e-os-quatro-yogas\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6097,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[39],"tags":[],"class_list":["post-6209","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dzogchen"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6209","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6209"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6209\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6211,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6209\/revisions\/6211"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6097"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6209"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6209"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6209"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}