{"id":6242,"date":"2020-06-16T20:48:36","date_gmt":"2020-06-16T22:48:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=6242"},"modified":"2020-06-16T20:49:27","modified_gmt":"2020-06-16T22:49:27","slug":"cinco-maneiras-de-ser-verdadeiro-pela-pratica-do-dzogchen","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/cinco-maneiras-de-ser-verdadeiro-pela-pratica-do-dzogchen\/","title":{"rendered":"Cinco maneiras de ser verdadeiro pela pr\u00e1tica do Dzogchen"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LamaSuryaDas.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LamaSuryaDas.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"320\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6055\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LamaSuryaDas.jpg 320w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LamaSuryaDas-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LamaSuryaDas-300x300.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/LamaSuryaDas-50x50.jpg 50w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><a name=\"inicio\"><\/p>\n<div style=\"text-align:center\"><font size=\"4\"><b>CINCO MANEIRAS DE SER VERDADEIRO PELA PR&Aacute;TICA DO DZOGCHEN <br \/><font size=\"3\">&nbsp;<\/font><\/b><\/font><\/div>\n<p><\/a>  <\/p>\n<div style=\"text-align:right\">Lama Surya Das<font size=\"1\"><br \/>Extrato do livro: &Eacute;VEILLEZ VOTRE SPIRITUALIT&Eacute;<br \/>As sabedorias orientais do cotidiano<br \/>[p&aacute;gs 364-369]<br \/>Tradu&ccedil;&atilde;o ao portugu&ecirc;s: Karma Tenpa Dhargye<\/font><\/div>\n<p><\/font><font face=\"Verdana\" size=2><\/p>\n<p>Natural e simples<\/p>\n<p>Repousemos sobre o nosso estado natural. Sejamos n&oacute;s mesmos, nosso ser intacto. Eis uma instru&ccedil;&atilde;o meditativa a transportar conosco: tudo que necessitamos encontra-se na mente natural, primordialmente &iacute;ntegra e total.<\/p>\n<p><u><\/p>\n<p>Autenticidade, retid&atilde;o, sinceridade<\/p>\n<p><\/u><\/p>\n<p>Uma paz nirv&acirc;nica reside no que &eacute; deixado tal como &eacute;. Luta e encarni&ccedil;amento revelam-se aqui sup&eacute;rfluos. N&atilde;o toque em nada, e permane&ccedil;a de cora&ccedil;&atilde;o e mente serenos e vigilantes. Observe al&eacute;m do objeto, seja o objeto, e permane&ccedil;a livre, luminoso e intacto. <\/p>\n<p><u><\/p>\n<p>Abertura e unicidade<\/p>\n<p><\/u><\/p>\n<p>Mantenha a mente aberta, permane&ccedil;a receptivo. A pura presen&ccedil;a &eacute; aus&ecirc;ncia de prejulgamentos, &eacute; um estado de consci&ecirc;ncia de neutralidade, de n&atilde;o-interven&ccedil;&atilde;o, de aten&ccedil;&atilde;o globalizada no ser e no instante. Permane&ccedil;a aberto a sua experi&ecirc;ncia.  Deixe as coisas tomarem por si mesmas o seu lugar. Qualquer que seja ele, talvez seja o melhor.<\/p>\n<p><u><\/p>\n<p>Consci&ecirc;ncia e sabedoria<\/p>\n<p><\/u><\/p>\n<p>Uma consci&ecirc;ncia desperta sabe e v&ecirc; as coisas como elas s&atilde;o. Nossa lucidez inata &eacute; eficiente e s&aacute;bia por natureza, capaz de discernir o que &eacute; sensato e o que n&atilde;o &eacute;.<\/p>\n<p><u><\/p>\n<p>Energia ou fluxo espont&acirc;neo<\/p>\n<p><\/u><\/p>\n<p>Uma mente livre e tranq&uuml;ila favorece o relaxamento e o ressurgir das energias inesgot&aacute;veis e n&atilde;o reprimidas. Abandonando, renunciando aos nossos modelos repetitivos e alienantes, flutuamos para tornarmo-nos unos com a corrente. &Eacute; a onda natural, a zona sagrada evocada pelos mestres. Podemos acessar isso &agrave; vontade.<\/p>\n<p>Guardem esses princ&iacute;pios na mem&oacute;ria praticando os exerc&iacute;cios de medita&ccedil;&atilde;o natural em seguida. Lembrem-se de aplica-los tamb&eacute;m em suas vidas cotidianas que &eacute; a medita&ccedil;&atilde;o natural por excel&ecirc;ncia. Os mestres zen chamam isso de &quot;genjo-koan&quot;,  a experi&ecirc;ncia de por em pr&aacute;tica no plano cotidiano. &Eacute; nisso que reside o ser de sabedoria e de amor do Budha.<\/p>\n<p><u><\/p>\n<p>Medita&ccedil;&atilde;o Dzogchen para a contempla&ccedil;&atilde;o celeste<\/p>\n<p><\/u><\/p>\n<p>Quando crian&ccedil;as, mesmo antes que a palavra medita&ccedil;&atilde;o chegasse aos nossos ouvidos, todos na maior parte, observamos o c&eacute;u, deitados na relva ou sobre um rochedo. &Eacute;ramos todos despertos ou est&aacute;vamos no para&iacute;so? Quem sabe&#8230; Nada impede que esses preciosos instantes restem gravados em nossa mem&oacute;ria, mesmo se, em nossa mente, nada estivesse ainda definido. Os problemas teol&oacute;gicos n&atilde;o faziam parte de nossas preocupa&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o mais que nossa consci&ecirc;ncia ou nossos meios de relaxamento. Provavelmente n&atilde;o t&iacute;nhamos nada do que fugir ou evitar; n&atilde;o &eacute;ramos mais que crian&ccedil;as que sonhavam sen&atilde;o em se divertir, despertando para a vida e para a luz sem o menor embara&ccedil;o, naturalmente tranq&uuml;ilos. Constantemente ou n&atilde;o, est&aacute;vamos voltando a nossa verdadeira natureza, esta natureza b&uacute;dhica que &eacute; nossa, o nirvana que dorme em cada um de n&oacute;s.<\/p>\n<p>Se esses instantes est&atilde;o ainda presentes e claramente acess&iacute;veis em nossa mem&oacute;ria, dominemos a partir de agora a pr&aacute;tica Dzogchen da contempla&ccedil;&atilde;o celeste. &Eacute; bastante ent&atilde;o instalar-nos em nossa espregui&ccedil;adeira na grama ou no terra&ccedil;o de nossa casa. <\/p>\n<p>Por que a pr&aacute;tica da medita&ccedil;&atilde;o celeste induz com efeito a observar o espa&ccedil;o, como uma crian&ccedil;a contempla o c&eacute;u. &Eacute; uma maneira de liberar nossa mente dos conceitos, de nossas d&uacute;vidas e de nossas hesita&ccedil;&otilde;es. Tudo que nos pedem, &eacute; estarmos felizes no lugar e no instante no qual vivemos. Um c&eacute;u azul n&atilde;o &eacute; nem mesmo necess&aacute;rio, a ab&oacute;bada estrelada e seus espa&ccedil;os infinitos ser&atilde;o muito favor&aacute;veis ao abandono. Aqueles que leram O Pequeno Pr&iacute;ncipe se recordar&atilde;o da crian&ccedil;a escutando as estrelas tilintando como sininhos sobre a imensid&atilde;o do Saara. A medita&ccedil;&atilde;o pela contempla&ccedil;&atilde;o do c&eacute;u torna-se ent&atilde;o medita&ccedil;&atilde;o para a contempla&ccedil;&atilde;o das estrelas; o que h&aacute; de mais natural para o pequeno Budha que reside em cada um de n&oacute;s? Sejamos a crian&ccedil;a de cora&ccedil;&atilde;o aberto. Observemos o c&eacute;u e deixemo-nos ir. Ofere&ccedil;amos nossos pensamentos e nossos sentimentos &agrave;s estrelas. Lancemos aos c&eacute;us nossos olhares e aos ventos nossa confus&atilde;o.<\/p>\n<p>Da maneira mais convencional, a medita&ccedil;&atilde;o Dzogchen pela contempla&ccedil;&atilde;o celeste se pratica na posi&ccedil;&atilde;o sentada.<\/p>\n<p>Instalem-se confortavelmente.<\/p>\n<p>Fa&ccedil;am algumas respira&ccedil;&otilde;es e relaxem-se..<\/p>\n<p>Estejam presentes, receptivos, dispon&iacute;veis.<\/p>\n<p>N&atilde;o h&aacute; nada que tenham que fazer, nenhum lugar onde devam estar, nada que tenham que conceber ou realizar.<\/p>\n<p>Sejam t&atilde;o naturais como uma crian&ccedil;a deixando-se cair sobre a relva.<\/p>\n<p>Acalmem sua mente.<\/p>\n<p>Deixem-se repousar na consci&ecirc;ncia e na simplicidade.<\/p>\n<p>Ap&oacute;s uma profunda inspira&ccedil;&atilde;o, vocalizem: \u2018Ahhh\u2019<\/p>\n<p>Inspirem novamente. <\/p>\n<p>Depois vocalizem enquanto expiram: \u2018Ahhh, ahhh\u2019.<\/p>\n<p>Deixem esse \u2018Ahhh\u2019 transportar voc&ecirc;s al&eacute;m de voc&ecirc;s mesmos. \u2018Ahhh\u2019.<\/p>\n<p>Projetem suas mentes. \u2018Ahhh\u2019.<\/p>\n<p>Levantem os olhos.<\/p>\n<p>Elevem o alcance de sua consci&ecirc;ncia luminosa<\/p>\n<p>At&eacute; que ela forme uma esfera completa.<\/p>\n<p>Sejam atentos. Estejam presentes.<\/p>\n<p>Permane&ccedil;am em seu estado natural de presen&ccedil;a e despertar espiritual.<\/p>\n<p>Como uma crian&ccedil;a deitada na relva e que olha passar as nuvens, deixem todas as coisas desfilarem nos c&eacute;us, como a natureza da mente infinita do Budha.<\/p>\n<p>Permane&ccedil;am na totalidade celeste da natureza da mente, onde tudo encontrar&aacute; seu lugar, que vir&aacute; momentaneamente ao corpo e a mente.<\/p>\n<p>Sem entraves, a dan&ccedil;a sagrada do fen&ocirc;meno e do noumeno parece flutuar em um divino desfile.<\/p>\n<p>Apreciem o desfile do Dharmakaya, realidade absoluta.<\/p>\n<p>Observem o processo pascoal em suas mentes<\/p>\n<p>Desfilando como as vagas no mar,<\/p>\n<p>E aproveitem o espet&aacute;culo.<\/p>\n<p>H&aacute; lugar para todas as coisas.<\/p>\n<p>A medita&ccedil;&atilde;o natural do Dzogchen &eacute; &agrave;s vezes entendida como uma n&atilde;o-medita&ccedil;&atilde;o, por que &eacute; freq&uuml;entemente desprovida de forma e de constrangimento. O Dzogchen sublinha o fato de que todos os constituintes do Caminho podem ser abordados sob uma forma contemplativa, reconhecendo neles o jogo divino da mente b&uacute;dhica, a realidade absoluta.<\/p>\n<p>Para praticar a medita&ccedil;&atilde;o pela contempla&ccedil;&atilde;o celeste, n&atilde;o &eacute; realmente necess&aacute;rio observar o c&eacute;u. Esse espa&ccedil;o nos &eacute; sempre acess&iacute;vel fechando simplesmente os olhos, ao observar a luz que surge do fundo de nossos olhos. Podemos nos fundir neste espa&ccedil;o que n&atilde;o &eacute; outro sen&atilde;o o reflexo puro, luminoso e aberto da natureza da mente.<\/p>\n<p>Os adeptos do Dzogchen dedicam-se a estas pr&aacute;ticas durante horas, mas &eacute; tamb&eacute;m v&aacute;lido faze-las durante alguns instantes, nem que seja por um minuto. A quest&atilde;o que se coloca, &eacute; saber qual o tempo requerido para entrar em contato com nosso infinito interior, para acessar a Vis&atilde;o, a grande imagem englobante. Ora, para isso, &eacute; sempre poss&iacute;vel usar os mesmos princ&iacute;pios da medita&ccedil;&atilde;o Dzogchen e aplic&aacute;-los sobre uma variada gama de medita&ccedil;&otilde;es naturais. Podemos, por exemplo, praticar a contempla&ccedil;&atilde;o da terra, do fogo, da &aacute;gua e mesmo do vento. Quem dentre n&oacute;s n&atilde;o se deixou fascinar pelas chamas de uma acha de lenha consumindo-se numa lareira? A experi&ecirc;ncia pode revelar-se calmante, reconfortante, tanto como esclarecedora e regeneradora.<\/p>\n<p>Pessoalmente, gosto de meditar &agrave; beira do oceano, deixar meus pensamentos desenrolarem-se ao ritmo das vagas. O som do oceano &eacute; t&atilde;o regular que n&atilde;o fa&ccedil;o nenhum esfor&ccedil;o para minha respira&ccedil;&atilde;o acalmar-se. Para a pr&aacute;tica da contempla&ccedil;&atilde;o terrestre, podemos tamb&eacute;m observar as vastas extens&otilde;es com um sentimento de infinito no qual teremos o sentimento de nos perder. Desertos, montanhas, gargantas e florestas s&atilde;o portanto lugares que nos conduzem &agrave; contempla&ccedil;&atilde;o terrestre. A inten&ccedil;&atilde;o reside na descoberta de espa&ccedil;os gra&ccedil;as aos quais nos &eacute; poss&iacute;vel projetar nossa mente para o incomensur&aacute;vel, de maneira que nossa natureza ego&iacute;sta seja investida de um sentimento de infinito e de sagrado. O fogo consome tudo; o oceano engole tudo; e o furac&atilde;o carrega tudo. Os fen&ocirc;menos terrestres nos d&atilde;o a impress&atilde;o de derris&atilde;o e de insignific&acirc;ncia. N&oacute;s somos muito pouca coisa ao olhar para os quatro elementos que s&atilde;o a &aacute;gua, o ar, a terra e o fogo. Entretanto, n&atilde;o &eacute; absolutamente necess&aacute;rio basear-nos nos fen&ocirc;menos naturais para conduzir-nos &agrave; medita&ccedil;&atilde;o; basta um lugar que desperte em n&oacute;s admira&ccedil;&atilde;o e respeito. Observar um arranha-c&eacute;u, o Parthenon, a torre Eiffel, a Golden Gate ou a pir&acirc;mide de Que&oacute;ps conseguir&aacute; tamb&eacute;m o mesmo processo. Por que todo monumento natural ou artificial, pode muito bem conduzir-nos &agrave; medita&ccedil;&atilde;o, na medida em que os sentimentos que eles tenham inspirado forem suficientes para projeta-nos al&eacute;m de n&oacute;s mesmos.<\/p>\n<p>Durante a pr&aacute;tica desta medita&ccedil;&atilde;o Dzogchen, teremos o cuidado de respirar regularmente, em um ritmo natural, e deixar esta impress&atilde;o de infinito comandar a nossa finitude. Esses encontros com a imensid&atilde;o contribuem para conduzir-nos &agrave; realidade; eles podem tamb&eacute;m ajudar-nos a estabelecer o contato com ela, e abrir-nos a nossa budheidade natural. <\/p>\n<p>No infinito, &eacute; preciso tamb&eacute;m ver o infinitamente pequeno. Adquiri esse mesmo sentimento, pelo fato do respeito e do maravilhar-me, diante das menores criaturas, esses milh&otilde;es de seres invis&iacute;veis que, sob o microsc&oacute;pio, apresentam-se em uma gota d\u2019&aacute;gua. <\/p>\n<p>Henry Wadsworth Longfellow disse-o muito bem nessas linhas; e se houver um conselho a seguir para a medita&ccedil;&atilde;o natural, &eacute; exatamente este:<\/p>\n<p>Instalai-vos em vosso devaneio e observai<\/p>\n<p>As cores mutantes das vagas quebrando-se<\/p>\n<p>Sobre a praia ideal de vossa mente. <\/p>\n<p><\/font><\/div>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CINCO MANEIRAS DE SER VERDADEIRO PELA PR&Aacute;TICA DO DZOGCHEN &nbsp; Lama Surya DasExtrato do livro: &Eacute;VEILLEZ VOTRE SPIRITUALIT&Eacute;As sabedorias orientais do cotidiano[p&aacute;gs 364-369]Tradu&ccedil;&atilde;o ao portugu&ecirc;s: Karma Tenpa Dhargye Natural e simples Repousemos sobre o nosso estado natural. Sejamos n&oacute;s mesmos, &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/cinco-maneiras-de-ser-verdadeiro-pela-pratica-do-dzogchen\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6055,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[55],"class_list":["post-6242","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meditacao","tag-lama-surya-das"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6242","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6242"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6242\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6244,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6242\/revisions\/6244"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6055"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6242"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6242"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6242"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}