{"id":6250,"date":"2020-06-17T00:31:19","date_gmt":"2020-06-17T02:31:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=6250"},"modified":"2020-06-17T00:32:27","modified_gmt":"2020-06-17T02:32:27","slug":"a-pratica-principal-a-apresentacao-a-natureza-da-mente","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/a-pratica-principal-a-apresentacao-a-natureza-da-mente\/","title":{"rendered":"A pr\u00e1tica principal: A apresenta\u00e7\u00e3o \u00e0 natureza da mente"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/K\u00fcnkhyen-Longchen-Rabjam.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/K\u00fcnkhyen-Longchen-Rabjam-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-6001\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/K\u00fcnkhyen-Longchen-Rabjam-300x300.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/K\u00fcnkhyen-Longchen-Rabjam-150x150.jpg 150w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/K\u00fcnkhyen-Longchen-Rabjam-50x50.jpg 50w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/K\u00fcnkhyen-Longchen-Rabjam.jpg 710w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<hr \/>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><a name=\"inicio\"><\/p>\n<div style=\"text-align:center\"><font size=\"4\"><b>A PR&Aacute;TICA PRINCIPAL<br \/><font size=\"2\">A apresenta&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza da mente<\/font><\/b><\/font><\/div>\n<p><\/a><\/font><\/div>\n<p> <\/p>\n<div style=\"text-align:right\"><i>Longchenpa<br \/>Extrato do livro: <br \/>&quot;La libert&eacute; naturelle de l\u2019esprit&quot; <br \/>Apresentado e traduzido do Tibetano <br \/>por Philippe Cornu<br \/>Tradu&ccedil;&atilde;o p\/portugu&ecirc;s: <br \/>Karma Tenpa Dhargye<\/i><\/div>\n<div style=\"text-align:justify\">\n<p align=\"JUSTIFY\">Esses pensamentos discursivos variados que surgem, de repente de onde v&ecirc;m eles? Depois onde eles permanecem? Enfim eles tem um destino? Tem eles alguma forma ou uma cor? Onde residem eles? No exterior, no interior ou entre os dois? Por este exame reflexivo, realizarei certamente isso que &eacute; a ess&ecirc;ncia da natureza da mente despida de toda origem nos tr&ecirc;s tempos, a Sabedoria nua, vazia e luminosa que transcende todas as identifica&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p align=\"CENTER\">&nbsp;<\/p>\n<p><b><i><\/p>\n<p align=\"CENTER\">A pr&aacute;tica principal: a apresenta&ccedil;&atilde;o da mente<\/p>\n<p><\/i><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Nosso corpo na postura dos sete pontos, fixemos intensamente o que aparece aos nossos olhos e permane&ccedil;amos im&oacute;veis. (O mestre diz ent&atilde;o):<\/p>\n<p><dir><i><\/p>\n<p>Kye! Escute, filho de nobre fam&iacute;lia!<br \/>Tudo que aparece exteriormente sob formas variadas &eacute; como o sonho da noite passada;<br \/>Pois a&iacute; se trata da exibi&ccedil;&atilde;o fantasmag&oacute;rica de tua pr&oacute;pria mente no interior, n&atilde;o tente corrigir, rejeitar, ou de lhe contrariar.<br \/>Se examinares essa mente, ela n&atilde;o tem exist&ecirc;ncia verific&aacute;vel, n&atilde;o estando em nenhuma parte. Porque se trata do corpo Absoluto despido de elabora&ccedil;&otilde;es.<br \/>Luminoso e completamente vazio em si mesmo, ele &eacute; o Corpo de gozo espontaneamente presente.<br \/>Quando aparece sob formas variadas, como n&atilde;o tem nenhuma exist&ecirc;ncia real, &eacute; o Corpo de apari&ccedil;&atilde;o da emerg&ecirc;ncia-libera&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><\/i><\/dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">O mestre Padmasambava disse:<\/p>\n<p><dir><i><\/p>\n<p>A consci&ecirc;ncia fresca no presente<br \/>Tem uma ess&ecirc;ncia vazia, o Corpo Absoluto;<br \/>Uma natureza luminosa, o Corpo de Felicidade,<br \/>E um modo de emerg&ecirc;ncia variado, o Corpo de Apari&ccedil;&atilde;o.<br \/>N&atilde;o podemos procurar o Budha alhures.<br \/>Mesmo meditando, permane&ccedil;amos no frescor de quem n&atilde;o medita;<br \/>Mesmo olhando, permane&ccedil;amos no frescor de quem n&atilde;o olha;<br \/>Mesmo nos apegando, permane&ccedil;amos no frescor de quem n&atilde;o se apega;<br \/>Mesmo nos projetando, permane&ccedil;amos no frescor de quem n&atilde;o se projeta;<br \/>Mesmo reabsorvendo, permane&ccedil;amos no frescor de quem n&atilde;o reabsorve;<br \/>Mesmo distra&iacute;dos, permane&ccedil;amos no frescor n&atilde;o distra&iacute;do;<br \/>O que quer que surja, esse frescor que esta em n&oacute;s.<br \/>&Eacute; um estado claro como o oceano l&iacute;mpido;<br \/>Onde felicidade, claridade e aus&ecirc;ncia de discursividade est&atilde;o espontaneamente presentes.<\/p>\n<p><\/i><\/dir><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Sejam quais forem os pensamentos que surjam, relaxemos no frescor nos apoiando sobre esta consci&ecirc;ncia do presente, atentos aos movimentos dos pensamentos sem ir ao encontro das recorda&ccedil;&otilde;es nem dos pensamentos futuros; permanecemos assim no curso natural da grande presen&ccedil;a espont&acirc;nea.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Como movimento e libera&ccedil;&atilde;o s&atilde;o simult&acirc;neos, a via da vis&atilde;o profunda que libera o que surge &eacute; a grande distens&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Ap&oacute;s, emergir&aacute; da medita&ccedil;&atilde;o da sabedoria, despida do &#8220;eu&#8221; e do &#8220;sujeito-objeto&#8221;, e se acompanhando da experi&ecirc;ncia de claridade, de felicidade e de n&atilde;o-discursividade. Trata-se a&iacute; da medita&ccedil;&atilde;o da grande luminosidade que se estabelece em si mesma. Se, como anteriormente, se produziu um novo movimento, relaxemos sem a inten&ccedil;&atilde;o de ai nos apegar; pois que n&oacute;s estabelecemos como precedentemente pela medita&ccedil;&atilde;o que &eacute; o estado l&iacute;mpido da grande presen&ccedil;a espont&acirc;nea, as experi&ecirc;ncias de felicidade, claridade e n&atilde;o-discursividade, assim as realiza&ccedil;&otilde;es precitadas, nascer&atilde;o em nossas mentes.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Para resumir tudo isso, com a apresenta&ccedil;&atilde;o das percep&ccedil;&otilde;es como sendo a mente, da natureza da mente como sendo vazia e do vazio como sendo a libera&ccedil;&atilde;o do que surge, nossa vis&atilde;o tem o poder sobre a dura&ccedil;&atilde;o. (vir-a-ser)<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Com a apresenta&ccedil;&atilde;o da realidade absoluta como sendo o estado de claridade, o estado claro sendo a felicidade-claridade, e da felicidade-claridade como sendo vazia, nossa medita&ccedil;&atilde;o adquire o poder sobre a distra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Com a apresenta&ccedil;&atilde;o da mente que percebe como sendo uma ilus&atilde;o, da ilus&atilde;o como sendo apego e da aus&ecirc;ncia de apego como sendo a distens&atilde;o completa, nossa a&ccedil;&atilde;o tem poder sobre as circunst&acirc;ncias.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Com a apresenta&ccedil;&atilde;o de nossa pr&oacute;pria mente como sendo o Budha, do Budha como aparecendo espontaneamente e da espontaneidade como sendo a libera&ccedil;&atilde;o sobre a emerg&ecirc;ncia (o que surge), nossa frui&ccedil;&atilde;o p&otilde;e fim aos desvios.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Muito brevemente, de qualquer maneira que apare&ccedil;am os objetos, a mente n&atilde;o se apega mais. Onde se situa o lugar de emerg&ecirc;ncia, nossa consci&ecirc;ncia do presente permanecer&aacute; sem nada fabricar nem utilizar nenhum ant&iacute;doto, e tudo o que aparece se tornar&aacute; a abund&acirc;ncia da realidade absoluta.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">&nbsp;<\/p>\n<p><b><\/p>\n<p align=\"CENTER\">O ENSINAMENTO DOS MEIOS PARA PRESERVAR OS EFEITOS DAS PR&Aacute;TICAS AP&Oacute;S As sess&otilde;es.<\/p>\n<p><dir><\/dir><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">a.&#9;A apresenta&ccedil;&atilde;o da mente e das apar&ecirc;ncias como sendo um sonho.<\/p>\n<ol start=2 type=\"a\">\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<li>A apresenta&ccedil;&atilde;o dos sonhos como sendo a luminosidade.<\/li>\n<p align=\"JUSTIFY\">\n<li>A apresenta&ccedil;&atilde;o da luminosidade durante o bardo.<\/li>\n<\/ol>\n<p><b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">&nbsp;<\/p>\n<p><i><\/p>\n<p align=\"CENTER\">A apresenta&ccedil;&atilde;o da mente e das apar&ecirc;ncias como sendo um sonho.<\/p>\n<p><\/i><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Assim, as formas, os sons, os odores, os sabores e a textura dos objetos que s&atilde;o percebidos externamente, e toda a variedade dos conceitos da mente aos quais nos agarramos interiormente, s&atilde;o semelhantes &agrave;s apar&ecirc;ncias &#8220;exteriores&#8221; e a consci&ecirc;ncia &#8220;interior&#8221; percebida sob formas variadas no meio de um sonho da noite passada.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando realizamos isso, n&atilde;o h&aacute; mais diferen&ccedil;a, sabemos que tudo o que aparece &eacute; irreal e, em um estado onde n&atilde;o h&aacute; mais nenhum agarrar, nos entregamos a nossas ocupa&ccedil;&otilde;es tais como caminhar, etc.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Nos comportando assim, todos os fen&ocirc;menos se resolvem na ess&ecirc;ncia semelhante aos sonhos, e, pois como n&atilde;o h&aacute; mais apegos, ao que quer que seja, a luminosidade n&atilde;o-dual se elevar&aacute;.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Portanto n&atilde;o haver&aacute; doravante mais apegos ao que aparece enquanto objetos, no meio da consci&ecirc;ncia clara nasce uma luminosidade natural. Reconhece-la nos far&aacute; ganhar a libera&ccedil;&atilde;o no bardo (da exist&ecirc;ncia).<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">&nbsp;<\/p>\n<p><b><i><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A apresenta&ccedil;&atilde;o dos sonhos como sendo a luminosidade.<\/p>\n<p><\/i><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">No limite entre o sono e os sonhos, a consci&ecirc;ncia clara &eacute; n&atilde;o-discursiva e, exteriormente, os pensamentos conceituais grosseiros relativos aos objetos dos seis sentidos cessam.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Interiormente, a entrada (do <i>prana<\/i> no canal central) &eacute; semelhante a cair no sono, e, justo antes que surjam os pensamentos sutis, emerge a luminosidade natural. Havendo reconhecido esta luminosidade, meditemos sem distra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando tenhamos desse modo meditado durante uns quinze dias, logo em seguida seus pesadelos se transformar&atilde;o em bons sonhos.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Em seguida, tendo completamente dominado os sonhos, teremos a capacidade de os intensificar e de produzir emana&ccedil;&otilde;es fantasmag&oacute;ricas. Finalmente, elas se extinguir&atilde;o no espa&ccedil;o absoluto e integraremos a luminosidade sem mais sonhar. <\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Se atingirmos esse objetivo, chegaremos a visualizar ao n&iacute;vel do cora&ccedil;&atilde;o uma pequena esfera pentacolorida que resplandece uma luminosidade natural como o faz um arco &iacute;ris.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Assim, o dia e a noite se unificaram na Roda da luminosidade, os melhores praticantes se liberam nesta vida mesma e os m&eacute;dios, reconhecendo a luminosidade no bardo, ser&atilde;o Budhas perfeitamente manifestados.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">&nbsp;<\/p>\n<p><b><i><\/p>\n<p align=\"CENTER\">A apresenta&ccedil;&atilde;o da luminosidade durante o bardo.<\/p>\n<p><\/i><\/b><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando do bardo da exist&ecirc;ncia no momento da morte, a via consiste na imutabilidade da vacuidade-claridade: a medita&ccedil;&atilde;o &eacute; um estado l&iacute;mpido e luminoso; a a&ccedil;&atilde;o &eacute; a distens&atilde;o das seis esferas dos sentidos; e o fruto &eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o sem apego da liberdade natural.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Porque, assim, n&oacute;s estaremos familiarizados com a luminosidade natural, reuniremos as luminosidades (m&atilde;e e filha) no curso do bardo do momento da morte, onde a reconheceremos durante o bardo da realidade absoluta, e, sem ver o bardo da exist&ecirc;ncia, n&oacute;s seremos Budha.<\/p>\n<\/div>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<hr \/>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A PR&Aacute;TICA PRINCIPALA apresenta&ccedil;&atilde;o &agrave; natureza da mente LongchenpaExtrato do livro: &quot;La libert&eacute; naturelle de l\u2019esprit&quot; Apresentado e traduzido do Tibetano por Philippe CornuTradu&ccedil;&atilde;o p\/portugu&ecirc;s: Karma Tenpa Dhargye Esses pensamentos discursivos variados que surgem, de repente de onde v&ecirc;m eles? &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/a-pratica-principal-a-apresentacao-a-natureza-da-mente\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6001,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[39,11],"tags":[62],"class_list":["post-6250","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-dzogchen","category-meditacao","tag-philip-kapleau"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6250","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6250"}],"version-history":[{"count":2,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6250\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6252,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6250\/revisions\/6252"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6001"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6250"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6250"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6250"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}