{"id":6475,"date":"2020-06-29T19:21:28","date_gmt":"2020-06-29T21:21:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=6475"},"modified":"2020-06-29T19:21:28","modified_gmt":"2020-06-29T21:21:28","slug":"meditacao-mahamudra-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/meditacao-mahamudra-2\/","title":{"rendered":"Medita\u00e7\u00e3o Mahamudra"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"853\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6465\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche.jpg 1280w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche-300x200.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche-768x512.jpg 768w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche-1024x682.jpg 1024w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/06\/Traleg-Kyabgon-Rinpoche-450x300.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><\/a><\/p>\n<p><font face=\"Verdana\" size=\"2\"><a name=\"inicio\"><\/p>\n<div style=\"text-align:center\"><font size=\"4\"><b>MEDITA&Ccedil;&Atilde;O MAHAMUDRA<br \/><font size=\"3\">&nbsp;<\/font><\/b><\/font><\/div>\n<p><\/a>  <\/p>\n<div style=\"text-align:right\">Traleg Kyabgon<font size=\"1\"><br \/>Do livro:A ESS&Ecirc;NCIA DO BUDISMO <\/font><\/div>\n<p align=\"JUSTIFY\">A pr&aacute;tica da plena aten&ccedil;&atilde;o denomina-se <i>trenpa<\/i> em tibetano, o que literalmente significa \u2018lembran&ccedil;a\u2019. Antes que a percep&ccedil;&atilde;o surja na medita&ccedil;&atilde;o,  o meditador precisa aprender a concentrar a mente, o que &eacute; obtido pela pr&aacute;tica da  plena aten&ccedil;&atilde;o. Usamos um objeto espec&iacute;fico para praticar a plena aten&ccedil;&atilde;o. Quando esta &eacute; praticada por um certo per&iacute;odo de tempo, a percep&ccedil;&atilde;o surge como um produto da plena aten&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">1.&#9;Como principiantes nos ensinamentos <i>Mahamudra <\/i>sobre <i>shamata<\/i>, primeiro escolhemos algum objeto externo e nos concentramos nele. Esse objeto pode ser um peda&ccedil;o de madeira, um seixo ou qualquer outro tipo de objeto f&iacute;sico em nosso campo visual. Sempre que a mente se perturba, lembramos de retornar ao objeto da medita&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da plena aten&ccedil;&atilde;o. Ap&oacute;s fazer isso por um per&iacute;odo de tempo, podemos passar para a respira&ccedil;&atilde;o como objeto da medita&ccedil;&atilde;o. Aplicamos a plena aten&ccedil;&atilde;o &agrave; inspira&ccedil;&atilde;o. Para ajudar no processo, podemos contar as respira&ccedil;&otilde;es, at&eacute; cinco, at&eacute; onze, ou at&eacute; qualquer outra seq&uuml;&ecirc;ncia que escolhamos. Cada par de respira&ccedil;&otilde;es \u2013 expira&ccedil;&atilde;o e inspira&ccedil;&atilde;o \u2013 &eacute; contado como uma. A contagem ajuda a mente a concentrar-se mais no objeto da medita&ccedil;&atilde;o, que neste caso &eacute; a respira&ccedil;&atilde;o. Se nos perdemos na contagem quando a mente divagar, retornamos ao in&iacute;cio e come&ccedil;amos de novo.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">2.&#9;Quando tivermos conseguido fazer isso com certo sucesso, passamos a usar a pr&oacute;pria mente como objeto da medita&ccedil;&atilde;o. Tentamos estar atentos aos pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es &agrave; medida que surgem,  sem rotul&aacute;-los nem julga-los; simplesmente observando-os. &Agrave; medida que a observa&ccedil;&atilde;o prossegue, a plena aten&ccedil;&atilde;o se transforma em percep&ccedil;&atilde;o. Assim, se surgirem distra&ccedil;&otilde;es, a pessoa se apercebe delas; se o embotamento ou torpor estiver presente na mente, a pessoa apercebe-se da presen&ccedil;a. Com a pr&aacute;tica da medita&ccedil;&atilde;o da tranq&uuml;ilidade, a mente torna-se mais estabilizada.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando contemplamos a pr&oacute;pria mente e a deixamos em seu estado natural, al&eacute;m da estabilidade mental, deve surgir tamb&eacute;m uma sensa&ccedil;&atilde;o de clareza. N&atilde;o basta a mente ter se tornado est&aacute;vel; tamb&eacute;m &eacute; importante haver clareza. Nos ensinamentos <i>Mahamudra<\/i>, esses aspectos s&atilde;o descritos como <i>ne cha<\/i>, o aspecto da estabilidade, e <i>sal cha<\/i>, o aspecto da clareza. Uma mente est&aacute;vel, mas sem clareza, &eacute; deficiente. Tanto a clareza mental como a estabilidade precisam estar presentes. Se perseguirmos esse objetivo, mesmo quando surgirem pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, a estabilidade e a clareza da mente n&atilde;o ser&atilde;o perturbadas.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Manter a clareza mental, quer a mente esteja calma ou agitada, &eacute; a melhor forma de medita&ccedil;&atilde;o. Medita&ccedil;&atilde;o n&atilde;o significa que a mente deva estar sempre calma ou vazia de pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es. Uma sensa&ccedil;&atilde;o de estabilidade ou clareza mental, mesmo quando a mente est&aacute; em movimento, constitui o objetivo supremo. Pois nossa inten&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; erradicar pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, mas conseguir manter aquela sensa&ccedil;&atilde;o de percep&ccedil;&atilde;o no estado de movimento tanto quanto de repouso. Os ensinamentos <i>Mahamudra<\/i> utilizam express&otilde;es como <i>ne gyu  rik sum<\/i>. <i>Ne<\/i> significa mente est&aacute;vel, e n&atilde;o agitada; <i>gyu <\/i>significa mente em movimento, quando surgem pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es; <i>rik<\/i> significa apercep&ccedil;&atilde;o, aquela sensa&ccedil;&atilde;o de clareza mental; <i>sum<\/i> significa tr&ecirc;s. Assim, a percep&ccedil;&atilde;o est&aacute; presente na mente, quer em um estado de repouso, quer em um estado de movimento. Isso n&atilde;o faz diferen&ccedil;a.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Quando conseguimos isso, percebemos a natureza da mente. Pela percep&ccedil;&atilde;o, entendemos que a natureza da mente possui a caracter&iacute;stica dual de ser vasta, mas luminosa. [&#8230;]<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A natureza da mente n&atilde;o &eacute; apenas vazia, mas luminosa ao mesmo tempo.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Sob esse aspecto, &eacute; justamente quando, na medita&ccedil;&atilde;o, a mente n&atilde;o faz distin&ccedil;&atilde;o entre agita&ccedil;&atilde;o mental e um estado de tranq&uuml;ilidade. Ent&atilde;o ela &eacute; deixada em seu estado natural, assim pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es s&atilde;o liberados.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Os ensinamentos <i>Mahamudra <\/i>tamb&eacute;m dizem que n&atilde;o devemos pensar em pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es \u2013 particularmente negativos \u2013 como coisas que devem ser erradicadas. Se conseguimos compreender a natureza desses pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, passamos a perceber a natureza desses pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, passamos a perceber a natureza da pr&oacute;pria mente. Os ensinamentos comparam a rela&ccedil;&atilde;o entre a natureza da mente e as delus&otilde;es a um l&oacute;tus florindo no lodo, ou ao esterco usado em um campo. Assim como um l&oacute;tus floresce no lodo, assim como o fazendeiro precisa recorrer ao esterco malcheiroso e repulsivo para cultivar um campo, a sabedoria n&atilde;o &eacute; obtida pela erradica&ccedil;&atilde;o das impurezas e dos obscurecimentos da mente, mas pela percep&ccedil;&atilde;o da natureza deles.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Reza uma frase tibetana cuja tradu&ccedil;&atilde;o &eacute;: &quot;Tendo abandonado ou erradicado as delus&otilde;es e confus&otilde;es conceituais da mente, n&atilde;o se pode mais falar de sabedoria. A sabedoria n&atilde;o &eacute; obtida da erradica&ccedil;&atilde;o das impurezas, mas da compreens&atilde;o da natureza das pr&oacute;prias impurezas&quot;.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">&Eacute; por isso que a express&atilde;o &quot;mente comum&quot; (<i>thamal gye shepa<\/i>) &eacute; utilizada nos ensinamentos <i>Mahamudra<\/i>.  Perceber a natureza da mente, ou natureza b&uacute;dica, n&atilde;o envolve livrar-se de nada que exista na mente, e sim perceber a natureza da mente que temos: aquela que pensa, deseja, prev&ecirc; e sente. O problema n&atilde;o est&aacute; em ter pensamentos, sentimentos e emo&ccedil;&otilde;es, mas em n&atilde;o entender sua natureza. Pela pr&aacute;tica da medita&ccedil;&atilde;o, a mente  torna-se mais estabilizada e h&aacute; uma sensa&ccedil;&atilde;o de clareza mental. Ent&atilde;o, quando n&atilde;o se tenta controlar a mente, se a percep&ccedil;&atilde;o &eacute; mantida &agrave; medida que surgem pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, esses pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es revelam a natureza da mente tanto quanto a mente que est&aacute; em repouso.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Do ponto de vista <i>Mahamudra<\/i>, &eacute; importante n&atilde;o tentar for&ccedil;ar a mente a tornar-se mais concentrada. Devemos simplesmente usar os m&eacute;todos brandos de concentra&ccedil;&atilde;o e relaxamento para que a mente possa estar em seu estado natural. Se tentarmos usar t&eacute;cnicas de concentra&ccedil;&atilde;o, diz-se que, na verdade, a mente n&atilde;o &eacute; deixada em seu estado natural. Devemos deix&aacute;-la em seu estado natural sem quaisquer artif&iacute;cios.<\/p>\n<p><i><\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Pang lang dang drelwa<\/p>\n<p><\/i> &eacute; outra express&atilde;o usada nos ensinamentos <i>Mahamudra<\/i>. <i>Pang<\/i> significa \u2018abandonar\u2019; <i>Lang<\/i> significa \u2018cultivar\u2019; <i>dang drelwa <\/i>significa \u2018livre de\u2019: &quot;Livre de qualquer pensamento de cultivo de qualidades mentais positivas ou de abandono de pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es negativas&quot;. Nossa mente deve estar livre de tais preocupa&ccedil;&otilde;es. Na medida em que &eacute; acossada por tend&ecirc;ncias de querer evitar ou abandonar certos aspectos considerados indesej&aacute;veis e perseguir e cultivar os aspectos mais positivos, a mente n&atilde;o &eacute; deixada em seu estado natural e sua natureza &eacute; obscurecida pela interfer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Assim, a t&eacute;cnica simples de n&atilde;o interferir na mente deve ser conduzida atrav&eacute;s do esfor&ccedil;o ou relaxamento do corpo e da mente. Nem mesmo esses dois m&eacute;todos devem ser aplicados com extrema delibera&ccedil;&atilde;o ou esfor&ccedil;o. Outra express&atilde;o nos ensinamentos <i>Mahamudra<\/i> &eacute; &quot;deixar a mente em seu estado natural sem esfor&ccedil;o&quot;. Essa aus&ecirc;ncia de esfor&ccedil;o adv&eacute;m de n&atilde;o julgar, de n&atilde;o pensar que os pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es que surgem perturbam, de alguma forma, a mente, ou atrapalham a medita&ccedil;&atilde;o; mas de perceber que, enquanto nossa mente estiver concentrada e houver uma sensa&ccedil;&atilde;o de percep&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o importa o que surgir nela \u2013 esteja ela est&aacute;vel e em repouso, ou em um estado de movimento com pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es surgindo \u2013, poderemos perceber sua natureza.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Desse modo, tranq&uuml;ilidade e discernimento s&atilde;o praticados juntos nos ensinamentos <i>Mahamudra<\/i>. A medita&ccedil;&atilde;o da tranq&uuml;ilidade &eacute; inicialmente praticada para estabilizar a mente. Depois, gradualmente, mudando-se o foco dos objetos da medita&ccedil;&atilde;o, como objetos f&iacute;sicos externos ou a respira&ccedil;&atilde;o, para a pr&oacute;pria mente, o aspecto da clareza &eacute; desenvolvido. Quando praticamos a medita&ccedil;&atilde;o, esses dois aspectos est&atilde;o presentes: a mente est&aacute;vel e, ao mesmo tempo, luminosa. A mente fica est&aacute;vel mesmo quando surgem pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, na medida em que a percep&ccedil;&atilde;o n&atilde;o seja perdida. A estabilidade da mente n&atilde;o decorre do surgimento ou n&atilde;o de pensamentos ou emo&ccedil;&otilde;es, mas da presen&ccedil;a da percep&ccedil;&atilde;o. Quando esta est&aacute; presente, o terceiro aspecto da natureza da mente \u2013 denominado bem-aventuran&ccedil;a \u2013 torna-se manifesto.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">Em &uacute;ltima an&aacute;lise, a natureza da mente tem tr&ecirc;s qualidades: ela &eacute; vazia; segunda, mesmo sendo vazia, ela &eacute; luminosa; terceira, quando nossa mente est&aacute; estabilizada e conseguimos manter a percep&ccedil;&atilde;o, mesmo quando a mente est&aacute; ocupada com pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es, experimentamos a bem-aventuran&ccedil;a. Uma vez fixada a estabilidade e a clareza durante a medita&ccedil;&atilde;o, segue-se a bem-aventuran&ccedil;a, porque a nossa mente n&atilde;o &eacute; mais perturbada, mesmo quando surgem pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es. Esse &eacute; o aspecto da bem-aventuran&ccedil;a. Obviamente, isso n&atilde;o significa que nos tornamos paralisadas pela bem-aventuran&ccedil;a. <\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">De acordo com os ensinamentos <i>Dzogchen<\/i>, ou com o que as vezes se denomina <i>Maha Ati<\/i> em s&acirc;nscrito, a natureza da mente possui os aspectos do vazio, da clareza e da \u2018criatividade\u2019. A natureza da mente pode ser vazia e luminosa, mas isso n&atilde;o significa que pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es deixem de ter relev&acirc;ncia. Praticar a medita&ccedil;&atilde;o durante alguns anos n&atilde;o significa que os pensamentos e emo&ccedil;&otilde;es deixam de surgir na mente, mas que eles n&atilde;o a perturbam mais, o que &eacute; visto como o aspecto criativo. No <i>Dzogchen<\/i> isso chama-se <i>tsal<\/i>, que significa \u2018criativo\u2019 no que se refere a nossas experi&ecirc;ncias. Tudo na experi&ecirc;ncia do <i>samsara<\/i> e do <i>nirvana<\/i> adv&eacute;m do aspecto criativo da mente, no sentido de que ela &eacute; produtora de todo tipo de experi&ecirc;ncia, boa e m&aacute;. Nas palavras de Saraha: &quot;A natureza da mente &eacute; a soberana de todos os criadores, porque todas as nossas experi&ecirc;ncias do <i>samsara<\/i> e do <i>nirvana<\/i> surgem dela&quot;. Tudo &eacute; dependente da mente; mesmo a nossa percep&ccedil;&atilde;o do mundo f&iacute;sico externo &eacute; dependente da mente.<\/p>\n<p align=\"JUSTIFY\">A natureza da pr&oacute;pria mente denomina-se <i>Mahamudra<\/i>, porque <i>mahamudra<\/i>, ou &quot;grande selo&quot;, significa que nada existe fora dela. Tudo est&aacute; contido no pr&oacute;prio <i>Mahamudra<\/i>, j&aacute; que o aspecto do vazio &eacute; o mesmo nos fen&ocirc;menos f&iacute;sicos e mentais. Ele &eacute; universal.<\/p>\n<p><\/font><\/div>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<hr \/>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MEDITA&Ccedil;&Atilde;O MAHAMUDRA&nbsp; Traleg KyabgonDo livro:A ESS&Ecirc;NCIA DO BUDISMO A pr&aacute;tica da plena aten&ccedil;&atilde;o denomina-se trenpa em tibetano, o que literalmente significa \u2018lembran&ccedil;a\u2019. 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