{"id":6855,"date":"2020-07-06T19:41:40","date_gmt":"2020-07-06T21:41:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?p=6855"},"modified":"2020-07-06T19:41:40","modified_gmt":"2020-07-06T21:41:40","slug":"consciencia-2","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/consciencia-2\/","title":{"rendered":"Consci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align:justify\">\n<a name=\"inicio\"><\/a><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Genmyo-Smith-672x372.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Genmyo-Smith-672x372.jpg\" alt=\"\" width=\"672\" height=\"372\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6852\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Genmyo-Smith-672x372.jpg 672w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Genmyo-Smith-672x372-300x166.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/Genmyo-Smith-672x372-500x277.jpg 500w\" sizes=\"auto, (max-width: 672px) 100vw, 672px\" \/><\/a><\/p>\n<div STYLE=\"text-align:right\"><i>de <b><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/elihu-genmyo-smith\/\">Elihu Genmyo Smith<\/a><\/b><br \/>\nTradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de<br \/>\nMaria Heleosina Ribeiro Pess\u00f4a<\/i><\/div>\n<hr \/>\n<div STYLE=\"text-align:center\">\n<table WIDTH=\"50%\" BORDER=\"1\">\n<tr ALIGN=\"center\">\n<td><a HREF=\"#a\">Portugu\u00eas 1<\/a><\/td>\n<td><a HREF=\"#b\">Portugu\u00eas 2<\/a><\/td>\n<td><a HREF=\"#c\">Ingl\u00eas<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<\/div>\n<hr \/>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">Consci&ecirc;ncia. Estar consciente. Esta &eacute; nossa vida, mais &iacute;ntima, que n&atilde;o requer conhecimento especial, habilidade intelectual ou atitude &uacute;nica. Isto n&atilde;o &eacute; misterioso ou distante. Isto &eacute; zazen &#8211; isto &eacute; pr&aacute;tica. N&oacute;s n&atilde;o criamos isto; ainda nossos apegos, cren&ccedil;as a que nos prendemos, podem obscurece-la. Pr&aacute;tica &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o do ser,o esfor&ccedil;o em estar, como este momento de consci&ecirc;ncia. Sentar &eacute; estar consciente, sentar corpo-mente &#8211; ser como somos, internamente, externamente, persistentes em nossas inten&ccedil;&otilde;es, apoiadas e reveladas em nosso esfor&ccedil;o continuado.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  &#8220;Eu n&atilde;o gosto&#8221; deste momento corp&oacute;reo sensorial. Bom. &#8220;N&atilde;o gostar&#8221; &eacute; a cren&ccedil;a em pensamentos a respeito, s&atilde;o as cren&ccedil;as a que nos prendemos. Esta &eacute; a oportunidade pr&aacute;tica de observa&ccedil;&atilde;o. Observando, podemos chegar a ver como n&atilde;o queremos observar, de que o mundo percebido atrav&eacute;s de nossos pensamentos parece verdadeiro, que o que n&oacute;s insistimos em nossos pensamentos, cren&ccedil;as, sentimentos, acerca disto parece verdadeiro. Desafortunadamente n&oacute;s nos prendemos mais ao mundo dos pensamentos do que a este momento como ele &eacute;. Prendermo-nos ao querer sentir desta forma ou daquela &eacute; contribuir para isto, negando isto. Mesmo parecendo externa, a emo&ccedil;&atilde;o-pensamento em que somos capturados, &eacute; justamente isto; na pr&aacute;tica o esfor&ccedil;o de observar &eacute; abrir isto, aqui , agora.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  O Zazen n&atilde;o esta limitado ao sentar. O zazen &eacute; estar consciente. &Eacute; ser o operador de nossa vida. Isto &eacute; cada momento. Nossa atua&ccedil;&atilde;o &eacute; agora. Isto &eacute; o universo atuando como nossa vida. Exatamente agora. Estar presente, observar pensamentos, emo&ccedil;&atilde;o-pensamentos corp&oacute;reos, cren&ccedil;as. Sua oportunidade de empenho &eacute; exatamente agora, abrindo ao ser este momento de consci&ecirc;ncia como ele &eacute;. &Eacute; ser corpo-mente, ainda n&atilde;o ligado por id&eacute;ias de corpo-mente. N&oacute;s somos este momento como ele &eacute;.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  Voc&ecirc; aprisionou julgamentos sobre isto? Observe-os. Seja esta consci&ecirc;ncia. Deixe a consci&ecirc;ncia como ela &eacute;. Isto n&atilde;o depende de voc&ecirc; saber alguma coisa sobre o assunto, imaginando como ou o que isto significa, ou qualquer outro conhecimento espec&iacute;fico. Sendo, atuando, permitindo a vida fazer voc&ecirc; agir. Isto n&atilde;o &eacute; misterioso &#8211; exceto o que n&oacute;s imaginamos a respeito. N&oacute;s acreditamos que temos que imaginar? Se assim for, h&aacute; trabalho para fazer &#8211; trabalho com a emo&ccedil;&atilde;o-pensamento deste momento, com a rea&ccedil;&atilde;o &agrave;s expectativas inadequadas deste momento. O exerc&iacute;cio &eacute; em dar-nos a n&oacute;s mesmos al&eacute;m dos limites de nossas id&eacute;ias de &#8220;self&#8221; (pr&oacute;prio, eu). Esta &eacute; a pr&aacute;tica maravilhosa do zazen. N&atilde;o treinar para algo mais, mas exercitando esfor&ccedil;os para sermos o que somos. N&atilde;o os pensamentos e id&eacute;ias do que somos. Quando sentamos abrimo-nos para este momento, n&oacute;s descobrimos estar conscientes de que n&atilde;o depende de nossas id&eacute;ias sobre isto.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  Zazen &eacute; a pr&aacute;tica de apoiar o estar consciente no sentar ereto, sentar im&oacute;vel. &#8220;Fazer&#8221; n&atilde;o-fazer capacita, d&aacute; apoio, encoraja, este momento de corpo-mente. Isto est&aacute; al&eacute;m de corpo-mente, nenhum outro que corpo-mente. Praticando, sendo esta experi&ecirc;ncia corpo-sensorial, n&oacute;s n&atilde;o estamos atados por id&eacute;ias de corp&oacute;reo sensorial. Isto, al&eacute;m de nossas id&eacute;ias sobre isto, o mundo do corpo-mente.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  Algumas vezes, a pr&aacute;tica parece uma concentra&ccedil;&atilde;o que estreita, algumas vezes, a pr&aacute;tica parece como uma abertura de expans&atilde;o. N&atilde;o &eacute; nem uma ou outra, n&atilde;o &eacute; as duas. O dom&iacute;nio do exerc&iacute;cio do zazen, sentar ereto e im&oacute;vel, n&atilde;o est&aacute; limitado &agrave;s nossas id&eacute;ias. &Eacute; vida atuando plenamente, em aparente imobilidade, em aparente atividade. Estar consciente, nas vezes em que nosso esfor&ccedil;o parece mais dif&iacute;cil porque a emo&ccedil;&atilde;o-pensamento que surge nos cega para o restante. Cega para o que? Ao que nos agarramos, &agrave; emo&ccedil;&atilde;o-pensamento. Exercitar permite &agrave; a&ccedil;&atilde;o do corpo-mente estar al&eacute;m do corpo-mente que n&atilde;o &eacute; outro que este verdadeiro corpo-mente, este verdadeiramente atuante, simples, leal.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  O exerc&iacute;cio &eacute; voltarmo-nos para n&oacute;s mesmos, permitindo zazen para zazen; ser atuante &eacute; atuar como ser. Algumas vezes dizemos &#8220;eu estou muito ocupado para sentar, muito ocupado para vir para zendo zazen&#8221;. O &#8220;sonho muito ocupado&#8221; se estende a estar ocupado para estar no meio de todo tipo de atividade, at&eacute; mesmo muito ocupado no meio de sentar. Prender a estes emo&ccedil;&atilde;o-pensamentos nos det&eacute;m neste momento sem tempo. Assim, embora n&atilde;o exista realmente nenhum mais ou menos,quanto &#8220;mais&#8221; se estiver consciente, &#8220;mais&#8221; consciente se &eacute;. Este estar presente n&atilde;o &eacute; pensar a respeito, &eacute; ser este momento como ele &eacute;. Ser este momento torna claro o valor e a riqueza do zazen. Isto &eacute; a mais comum e simples experi&ecirc;ncia de estar no prumo (ereto).<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  O que fazer? Sentar em zazen regularmente. Estar presente no meio da a&ccedil;&atilde;o, na atividade, com outros, em na imobilidade, sozinho. N&oacute;s temos id&eacute;ias sobre isto, quais s&atilde;o melhores, quais s&atilde;o piores? Observe, olhe de perto as cren&ccedil;as. Percebendo que acreditar na emo&ccedil;&atilde;o-pensamento &eacute; estar alem do acreditar em emo&ccedil;&atilde;o-pensamento. Trabalhar com um mestre apropriado para voc&ecirc;. As circunst&acirc;ncias e formas de vida, este momento de for&ccedil;as, est&aacute; oferecendo ensinamento e mestres. Verdadeiramente, esta &eacute; a oportunidade mais maravilhosa. Ir al&eacute;m est&aacute; exatamente aqui, em nenhum lugar mais. Ser esta experi&ecirc;ncia em a&ccedil;&atilde;o. Consci&ecirc;ncia.<\/p>\n<hr \/>\n<div STYLE=\"text-align:right\"><a HREF=\"#inicio\"><font SIZE=\"2\">Topo<\/font><\/a><\/div>\n<p><a NAME=\"b\"><\/p>\n<div STYLE=\"text-align:center\"><font SIZE=\"4\"><b>Consci&ecirc;ncia<\/b><\/font><\/div>\n<p><\/a><\/p>\n<div STYLE=\"text-align:right\"><font SIZE=\"1\"><i>de <b><a href=\"default.asp?menu=224\" class=\"broken_link\"><font SIZE=\"1\">Elihu Genmyo Smith<\/font><\/a><\/b><br \/>Tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de<br \/>\nTenzin Namdrol<\/i><\/font><\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  Consci&ecirc;ncia. Ser consci&ecirc;ncia. Esta &eacute; nossa vida, mais &iacute;ntima, que n&atilde;o requer conhecimento especial, habilidade intelectual ou atitude &uacute;nica. Isto n&atilde;o &eacute; misterioso ou distante. Isto &eacute; zazen &#8211; isto &eacute; pr&aacute;tica. N&oacute;s n&atilde;o criamos isto; ainda nossos apegos, cren&ccedil;as a que nos prendemos, podem obscurece-la. Pr&aacute;tica &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o do ser o esfor&ccedil;o em estar, como este momento de consci&ecirc;ncia. Sentar &eacute; estar consciente, sentar corpo-mente &#8211; ser como somos, internamente, externamente, persistentes em nossas inten&ccedil;&otilde;es, apoiadas e reveladas em nosso esfor&ccedil;o continuado.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  &#8220;Eu n&atilde;o gosto&#8221; deste momento corp&oacute;reo sensorial. Bom. &#8220;N&atilde;o gostar&#8221; &eacute; a cren&ccedil;a em pensamentos a respeito, s&atilde;o as cren&ccedil;as a que nos prendemos. Esta &eacute; a oportunidade pr&aacute;tica de observa&ccedil;&atilde;o. Observando, podemos chegar a ver como n&atilde;o queremos observar, de que o mundo percebido atrav&eacute;s de nossos pensamentos parece verdadeiro, que o que n&oacute;s insistimos em nossos pensamentos, cren&ccedil;as, sentimentos, acerca disto parece verdadeiro. Desafortunadamente n&oacute;s nos prendemos mais ao mundo dos pensamentos do que a este momento como ele &eacute;. Prendermo-nos ao querer sentir desta forma ou daquela &eacute; contribuir para isto, negando isto. Mesmo parecendo externa, a emo&ccedil;&atilde;o-pensamento em que somos capturados, &eacute; justamente isto; na pr&aacute;tica o esfor&ccedil;o de observar &eacute; abrir isto, aqui , agora.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  O Zazen n&atilde;o esta limitado ao sentar. O zazen &eacute; estar consciente. &Eacute; ser o operador de nossa vida. Isto &eacute; cada momento. Nossa atua&ccedil;&atilde;o &eacute; agora. Isto &eacute; o universo atuando como nossa vida. Exatamente agora. Estar presente, observar pensamentos, emo&ccedil;&atilde;o-pensamentos corp&oacute;reos, cren&ccedil;as. Sua oportunidade de empenho &eacute; exatamente agora, abrindo ao ser este momento de consci&ecirc;ncia como ele &eacute;. &Eacute; ser corpo-mente, ainda n&atilde;o ligado por id&eacute;ias de corpo-mente. N&oacute;s somos este momento como ele &eacute;.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  Voc&ecirc; aprisionou julgamentos sobre isto? Observe-os. Seja esta consci&ecirc;ncia. Deixe a consci&ecirc;ncia como ela &eacute;. Isto n&atilde;o depende de voc&ecirc; saber alguma coisa sobre o assunto, imaginando como ou o que isto significa, ou qualquer outro conhecimento espec&iacute;fico. Sendo, atuando, permitindo a vida fazer voc&ecirc; agir. Isto n&atilde;o &eacute; misterioso &#8211; exceto o que n&oacute;s imaginamos a respeito. N&oacute;s acreditamos que temos que imaginar? Se assim for, h&aacute; trabalho para fazer &#8211; trabalho com a emo&ccedil;&atilde;o-pensamento deste momento, com a rea&ccedil;&atilde;o &agrave;s expectativas inadequadas deste momento. O exerc&iacute;cio &eacute; em dar-nos a n&oacute;s mesmos al&eacute;m dos limites de nossas id&eacute;ias de &#8220;self&#8221; (pr&oacute;prio, eu). Esta &eacute; a pr&aacute;tica maravilhosa do zazen. N&atilde;o treinar para algo mais, mas exercitando esfor&ccedil;os para sermos o que somos. N&atilde;o os pensamentos e id&eacute;ias do que somos. Quando sentamos abrimo-nos para este momento, n&oacute;s descobrimos estar conscientes de que n&atilde;o depende de nossas id&eacute;ias sobre isto.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  Zazen &eacute; a pr&aacute;tica de apoiar o estar consciente no sentar ereto, sentar im&oacute;vel. &#8220;Fazer&#8221; n&atilde;o-fazer capacita, d&aacute; apoio, encoraja, este momento de corpo-mente. Isto est&aacute; al&eacute;m de corpo-mente, nenhum outro que corpo-mente. Praticando, sendo esta experi&ecirc;ncia corpo-sensorial, n&oacute;s n&atilde;o estamos atados por id&eacute;ias de corp&oacute;reo sensorial. Isto, al&eacute;m de nossas id&eacute;ias sobre isto, o mundo do corpo-mente.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">   Por vezes a pr&aacute;tica parece resumir-se &agrave; concentran&ccedil;&atilde;o, estreitando-se; por outras, expandindo-se.  N&atilde;o &eacute; que seja uma ou outra, tampouco s&atilde;o duas.  O dom&iacute;nio do zazen, estando erecto e em estado de quietude, n&atilde;o trata apenas de elabora&ccedil;&otilde;es mentais.  &Eacute; a vida em pleno vapor, em aparente movimento enquanto em aparente quietude.  Ser consci&ecirc;ncia em aparente quietude, em aparente a&ccedil;&atilde;o.  Ser consci&ecirc;ncia porque, por vezes, parecemos despender mais esfor&ccedil;o com a emo&ccedil;&atilde;o\/pensamento que na a&ccedil;&atilde;o que nos torna ainda mais cegos.  Cegos a qu&ecirc;?  Ao que nos agarramos, &agrave; emo&ccedil;&atilde;o\/pensamento.  O ser que passa pela experi&ecirc;ncia permite ao corpo\/mente estar al&eacute;m do corpo\/mente que n&atilde;o &eacute; outro sen&atilde;o este corpo\/mente, apenas mente\/corpo, sem mais rodeios. .<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">   Neste empenho, devolvermo-nos a n&oacute;s mesmos, permitindo ao zazen de nos zazenar, &eacute; ser atuando e atuando o ser.  Dizemos, &#8220;estou muito ocupado, ocupad&iacute;ssimo, para vir ao zendo meditar.&#8221;  Este &#8220;por demais ocupado para meditar,&#8221; abarca estar por demais ocupado para fazer o que quer que seja, incluindo meditar.  Quando corremos atr&aacute;s das emo&ccedil;&otilde;es\/pensamentos privamo-nos do momento presente.  Embora n&atilde;o haja nem mais nem menos, quanto mais somos consci&ecirc;ncia mais consci&ecirc;ncia &eacute; ser.  Ser o momento confirma o valor e a riqueza da medita&ccedil;&atilde;o zazen&#8211;&eacute; o mais pedestre e simples manter-se erecto enquanto se vive a experi&ecirc;ncia.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">  O que fazer? Sentar em zazen regularmente. Estar presente no meio da a&ccedil;&atilde;o, na atividade, com outros, em na imobilidade, sozinho. N&oacute;s temos id&eacute;ias sobre isto, quais s&atilde;o melhores, quais s&atilde;o piores? Observe, olhe de perto as cren&ccedil;as. Percebendo que acreditar na emo&ccedil;&atilde;o-pensamento &eacute; estar alem do acreditar em emo&ccedil;&atilde;o-pensamento. Trabalhar com um mestre apropriado para voc&ecirc;. As circunst&acirc;ncias e formas de vida, este momento de for&ccedil;as, est&aacute; oferecendo ensinamento e mestres. Verdadeiramente, esta &eacute; a oportunidade mais maravilhosa. Ir al&eacute;m est&aacute; exatamente aqui, em nenhum lugar mais. Ser esta experi&ecirc;ncia em a&ccedil;&atilde;o. Consci&ecirc;ncia.<\/p>\n<hr \/>\n<div STYLE=\"text-align:right\"><a HREF=\"#inicio\"><font SIZE=\"2\">Topo<\/font><\/a><\/div>\n<p><font FACE=\"Verdana\" SIZE=2><\/p>\n<div STYLE=\"text-align:center\"><font SIZE=\"4\"><b><a NAME=\"c\">Awareness<\/a><\/b><\/font><\/div>\n<p ALIGN=\"right\"><font SIZE=\"1\"><i>by <a href=\"default.asp?menu=224\" class=\"broken_link\"><font SIZE=\"1\"><b>Elihu Genmyo Smith<\/b><\/font><\/a><\/i><\/font><br \/>Retirado do site www.prairiezen.org<\/p>\n<p><\/font><\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">Awareness. Being Awareness. This is our life, most intimate, not requiring special knowledge, intellectual ability or unique aptitude. This is not mysterious or distant. This is zazen &#8211; this is practice. We do not create this; yet our attachments, held beliefs, can obscure this. Practice is the being intention, effort of being, as this moment awareness. Sitting is being awareness, body-mind sitting &#8211; being as we are, inside, outside; maintained in our intentions, supported and revealed in ongoing effort<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">&#8220;I do not like&#8221; this bodily sensory moment. Fine. &#8220;Not liking&#8221; is the believed thoughts about; it is the held beliefs. This is the practice opportunity of noticing. Noticing, we may get to see how we do not want to notice, that the world perceived through our thoughts seems true, that what we insist with thoughts, beliefs, feelings, about this seems true. We unfortunately hold to the world of thoughts rather than being this moment as this is. Holding to wanting to feel this way or that way is adding to, denying this. Even the seeming extra, the emotion-thought we are caught up in, is just this; in the practice effort of noticing is opening this, here, now.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">Zazen is not limited to sitting. Zazen is this being awareness. It is being the functioning of our life. This is each moment. Our functioning is now. This is the universe functioning as our life. Right now. Being present, notice thoughts, bodily emotion-thoughts, beliefs. Your effort opportunity is right now, opening in being this moment awareness as it is. It is being body-mind, yet not bound by ideas of body-mind. We are this moment as this is.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">Do you hold judgments about this? Notice those. Be this awareness. Allow awareness as this is. This is not dependent upon your knowing something about this, figuring out how or what this means, or any other specific knowledge. Being, functioning, allowing life to function you. This is not mysterious &#8211; except that we try to figure this out. Do we believe<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">that we have to figure this out? If so, then there is work to do &#8211; work with the emotion-thought of this moment, with the reaction to unmet expectations of this moment. The exertion is in giving our self to our self beyond the limits of our ideas of self. This is the wonderful practice of zazen. Not training for something else, but exerting effort to be what we are. Not the thoughts and ideas of what we are. As we sit we open to this moment; we discover being awareness that is not dependent on our ideas about this.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">Zazen is the practice of supporting being awareness in sitting upright, sitting still. &#8220;Doing&#8221; nondoing enables, supports, encourages, this moment body-mind. This is beyond body-mind, not other than body-mind. Experiencing, being this bodily sensory experiencing, we are not bound by ideas of bodily sensory. This, beyond our ideas about this, the body-mind-world.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">At times, practice seems like a concentration narrowing; at times, practice seems like expansion opening. It is not either-or, it is not two. The realm of the effort of zazen, upright sitting still, is not limited to our ideas. It is life full functioning, in seeming stillness, in seeming activity. Being awareness, at times our effort seems more difficult in activity because the arising emotion-thought blinds us all the more. Blinds to what?<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">To this, in the midst of holding to emotion-thought, to this which holding to is in the midst of. Being experiencing allows functioning body-mind to be beyond body-mind which is no other than this very body-mind, this very functioning, simple, straightforward.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">Efforting is turning our self over to our self, allowing zazen to zazen; being functioning is functioning as being. Sometimes we say &#8220;I am too busy to sit, too busy to come to zendo zazen.&#8221; The &#8220;too busy dream&#8221; extends to being too busy to be in the midst of all sorts of activities, even too busy in the midst of sitting. Holding to these emotion-thoughts keeps us from this timeless moment. Therefore, though there is actually no more or less,<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">the &#8220;more&#8221; being awareness, the &#8220;more&#8221; awareness is being. This being present is not thinking about, it is being this moment as it is. Being this moment makes clear the value and richness of zazen, of sitting zazen. This is the most ordinary and simple being upright experiencing.<\/p>\n<p ALIGN=\"JUSTIFY\">What to do? Sit zazen regularly. Be present in the midst of functioning, in activity, with others, in stillness, alone. Sit zazen with others, sit zazen alone. Do we have ideas about these, which are better, which worse? Notice, look closely at the beliefs. Noticing believing emotion-thought is being beyond believing emotion-thought. Work with a teacher appropriate for you. The circumstances and forms of life, this moment of forces, is offering teaching and teachers. Truly, this is a most wonderful opportunity. Going beyond is right here, nowhere else. Being this functioning experiencing. Awareness.<\/p>\n<\/div>\n<hr \/>\n<div style=\"text-align:right\"><a href=\"#inicio\">Topo<\/a><\/div>\n<hr \/>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>de Elihu Genmyo Smith Tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas de Maria Heleosina Ribeiro Pess\u00f4a Portugu\u00eas 1 Portugu\u00eas 2 Ingl\u00eas Consci&ecirc;ncia. Estar consciente. Esta &eacute; nossa vida, mais &iacute;ntima, que n&atilde;o requer conhecimento especial, habilidade intelectual ou atitude &uacute;nica. Isto n&atilde;o &eacute; &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/consciencia-2\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6851,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[25,40],"tags":[16],"class_list":["post-6855","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-mestres","category-zen","tag-thich-nhat-hanh"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6855","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6855"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6855\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6856,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6855\/revisions\/6856"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6851"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6855"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6855"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6855"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}