{"id":788,"date":"2013-11-30T19:55:04","date_gmt":"2013-11-30T21:55:04","guid":{"rendered":"http:\/\/www.shunya.com.br\/shunya\/blog\/?p=788"},"modified":"2018-02-10T18:41:36","modified_gmt":"2018-02-10T20:41:36","slug":"788","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/788\/","title":{"rendered":"Morte e renascimento"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/?attachment_id=1315\" rel=\"attachment wp-att-1315\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/renascimento.jpg\" alt=\"\" width=\"1582\" height=\"1369\" class=\"aligncenter size-full wp-image-1315\" srcset=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/renascimento.jpg 1582w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/renascimento-300x260.jpg 300w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/renascimento-768x665.jpg 768w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/renascimento-1024x886.jpg 1024w, http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/renascimento-347x300.jpg 347w\" sizes=\"auto, (max-width: 1582px) 100vw, 1582px\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00c9 preciso acreditar em reencarna\u00e7\u00e3o para ser budista?<\/p>\n<p>Thich Nhat Hanh: Reencarna\u00e7\u00e3o significa que h\u00e1 uma alma que sai do seu corpo e entra em outro corpo. Essa \u00e9 uma id\u00e9ia muito popular e muito err\u00f4nea da continua\u00e7\u00e3o no Budismo. Se voc\u00ea acredita que existe uma alma, um eu que habita um corpo e que se vai quando o corpo se desintegra e assume outra forma, isso n\u00e3o \u00e9 budismo.<\/p>\n<p>Ao olhar para uma pessoa, voc\u00ea v\u00ea cinco skandhas, ou elementos: forma, sentimentos, percep\u00e7\u00f5es, forma\u00e7\u00f5es mentais e consci\u00eancia. N\u00e3o h\u00e1 alma, n\u00e3o h\u00e1 eu fora desses cinco, portanto quando os cinco elementos se dissolvem, o carma, as a\u00e7\u00f5es que voc\u00ea fez ao longo da vida s\u00e3o sua continua\u00e7\u00e3o. O que voc\u00ea fez ou pensou ainda continua existindo como energia. Voc\u00ea n\u00e3o precisa de uma alma, ou de um eu para continuar. \u00c9 como uma nuvem. Mesmo quando a nuvem n\u00e3o est\u00e1 ali, ela sempre continua existindo como neve ou chuva. A nuvem n\u00e3o precisa ter alma para ter continuidade.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1 in\u00edcio nem fim. Voc\u00ea n\u00e3o precisa esperar at\u00e9 que este corpo se dissolva totalmente para ter continuidade \u2013 voc\u00ea continua a cada momento. Vamos supor que eu transmita minha energia a centenas de pessoas; essas pessoas ser\u00e3o minha continua\u00e7\u00e3o. Se voc\u00ea olhar para elas, poder\u00e1 me ver nelas. Se voc\u00ea acha que sou isso [Thay aponta para si], ent\u00e3o voc\u00ea n\u00e3o me viu. Mas se voc\u00ea me vir em minhas palavras e minhas a\u00e7\u00f5es, ver\u00e1 que elas s\u00e3o minha continua\u00e7\u00e3o. Ao olhar para meus disc\u00edpulos, meus alunos, meus livros e meus amigos, voc\u00ea v\u00ea minha continua\u00e7\u00e3o. Nunca morrerei. Este corpo se dissolver\u00e1, mas isso n\u00e3o significa que morrerei. Continuarei, para sempre.<\/p>\n<p>E isso \u00e9 verdade para todos n\u00f3s. Voc\u00ea \u00e9 mais do que este corpo porque os cinco skandhas est\u00e3o sempre produzindo energia. Isto se chama carma ou a\u00e7\u00e3o. No entanto, n\u00e3o h\u00e1 ator \u2013 voc\u00ea n\u00e3o precisa de um ator. A a\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 suficiente. Isto pode ser entendido em termos de f\u00edsica qu\u00e2ntica. Massa e energia, e for\u00e7a e mat\u00e9ria \u2013 n\u00e3o s\u00e3o duas coisas separadas. S\u00e3o a mesma coisa.<br \/>\n________________________________________________<\/p>\n<p>O Monge Gensho no seu site, responde a v\u00e1rias quest\u00f5es, \u00e9 muito interessante. vejam:<br \/>\nPor que nos preocupamos tanto com a morte?<br \/>\nDiz o grande mestre Deshimaru, que morreu na Fran\u00e7a h\u00e1 uma d\u00e9cada, que o que sucede \u00e9 que as pessoas querem arranjar uma maneira de escapar da morte. Mesmo a cren\u00e7a em uma reencarna\u00e7\u00e3o n\u00e3o passa de uma tentativa dessas. O \u201ceu\u201d querendo permanecer apesar de todas as evid\u00eancias de que um c\u00e9rebro e sua mem\u00f3ria se extinguem em qualquer acidente s\u00e9rio e, muito mais, na dissolu\u00e7\u00e3o da morte. O zen convida diretamente o homem a aceitar este fato, outras escolas budistas levam muitos anos, passo a passo, conduzindo o aluno, falando em renascimento at\u00e9 que que alguns estejam prontos a aceitar isto. Chamam neste caso este est\u00e1gio de &#8220;A grande perfei\u00e7\u00e3o&#8221; o Dzogchen na escola Nyngma do budismo tibetano \u00e9 um exemplo.<br \/>\nO que o senhor pensa dessa afirma\u00e7\u00e3o: \u201cA vida e a personalidade s\u00e3o eternos e \u00e9 responsabilidade de cada um aperfei\u00e7oar-se antes da morte e do julgamento final de Deus\u201d?<br \/>\nEsta \u00e9 a tentativa mais forte de fazer o ego sobreviver a morte. Al\u00e9m de criar um Deus para solucionar os problemas, uma imagem paterna que tudo resolve, nega toda a imperman\u00eancia criando uma alma indestrut\u00edvel. Na \u00cdndia esta doutrina se chamava \u201catman\u201d, exist\u00eancia de uma alma eterna. O budismo declarou o \u201canatman\u201d nada de alma eterna, nem uma alma eterna e universal com a qual se unir. Deus criador ent\u00e3o nem chega a entrar nas cogita\u00e7\u00f5es de Buda, \u00e9 uma id\u00e9ia afastada de plano.<br \/>\nA vida continua, mas a personalidade \u00e9 ilus\u00e3o? \u00c9 responsabilidade de cada um sair desta situa\u00e7\u00e3o por si. A exist\u00eancia se define por m\u00faltiplos renascimentos?<br \/>\nBem a vida continua, mas por passagem da chama, transfer\u00eancia de DNA, o que se quiser, continuidade, fluir, mas n\u00e3o com algo permanente dentro que se perpetua na pr\u00f3xima exist\u00eancia. As vidas se apoiam nas anteriores, s\u00e3o impulsos c\u00e1rmicos daquela \u201conda\u201d, mas a onda seguinte n\u00e3o \u00e9 a mesma onda embora tenha a energia, caracter\u00edsticas etc&#8230; semelhantes, porque surgiu no seu impulso. A semente de uma macieira produz outra macieira, muito parecida, mas n\u00e3o \u00e9 a mesma macieira, apenas uma continua\u00e7\u00e3o das manifesta\u00e7\u00f5es de macieiras, como tal n\u00e3o pode evitar de produzir ma\u00e7\u00e3s. Assim n\u00e3o existe uma individualidade que se defina por m\u00faltiplos nascimentos, a vida continua h\u00e1 milh\u00f5es de anos. Por\u00e9m as manifesta\u00e7\u00f5es mergulhadas em uma onda de energia, continuam se repetindo sem escapar por estar presas aquele formato. Libertar-se \u00e9 conseguir anular este movimento repetitivo e poder retornar a base fundamental, o vazio, e manifestar-se como se deseja, por compaix\u00e3o, e n\u00e3o arrastado pelo redemoinho dos impulsos herdados.<br \/>\nO senhor acredita que, chegada a hora da morte, as luzes se apagam, \u00e9 fim da historia, o nada?<br \/>\nPara a individualidade sim, de certa maneira, por\u00e9m nenhum impulso dado no universo simplesmente cessa, ele apenas gera uma continua\u00e7\u00e3o, aqui tamb\u00e9m existe a caracter\u00edstica da conserva\u00e7\u00e3o da energia, n\u00e3o d\u00e1 para faz\u00ea-la desaparecer. Por este motivo podemos dizer que somos eternos, nem um suic\u00eddio resolve, simplesmente o suicida provoca outras manifesta\u00e7\u00f5es. N\u00e3o h\u00e1 como escapar agindo. S\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel sair desta roda sem fim atrav\u00e9s da ilumina\u00e7\u00e3o, saltando para dentro do absoluto, recuperando a liberdade, saindo da roda, adquirindo uma consci\u00eancia n\u00e3o particular nem individual, mais abrangente, decodificando as manifesta\u00e7\u00f5es de modo a n\u00e3o ser mais arrastados pelos impulsos c\u00e1rmicos, mas tornando-se senhor do carma. Senhor da dan\u00e7a!<br \/>\nH\u00e1 algo ap\u00f3s a morte?<br \/>\nPara a individualidade n\u00e3o parece haver nada. Mesmo os mortos que se diz se manifestarem por m\u00e9diuns nada t\u00eam de relevante a dizer, s\u00f3 amenidades, jamais resolveram uma \u00fanica equa\u00e7\u00e3o matem\u00e1tica ou apontaram uma sa\u00edda que n\u00e3o fosse j\u00e1 conhecida. Uma ilus\u00e3o do acreditar como muitas outras. Como diz o grande mestre Dogen (1200-1253) &#8211; Se os mortos falam, nada tem a nos ensinar, est\u00e3o perdidos como n\u00f3s. Por outro lado os grandes mestres zen costumam morrer em grande tranquilidade, muitas vezes informando o fato com anteced\u00eancia.Iluminar-se \u00e9 entender que n\u00e3o existe nem nascimento nem morte, estas s\u00e3o ilus\u00f5es do eu. O n\u00e3o nascido n\u00e3o pode morrer. Voc\u00ea nunca nasceu , (isto que voc\u00ea est\u00e1 experimentando \u00e9 apenas uma ilus\u00e3o tempor\u00e1ria) e entre voc\u00ea e eu n\u00e3o existe ne<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">m um fio de cabelo, quando percebermos isto estaremos livres de nascer e morrer, teremos engolido o universo de um s\u00f3 gole, teremos nos livrado de n\u00f3s mesmos, n\u00e3o h\u00e1 nada maior que isto. Os deuses mesmo n\u00e3o chegaram nem perto, est\u00e3o embriagados de seu poder, gl\u00f3ria e felicidades infinitas, apenas uma pris\u00e3o a mais.<\/p>\n<p>No leito de morte Shunryu Suzuki recebeu seu aluno Baker Roshi, este perguntou: &#8211; Mestre, como poderemos encontra-lo? Uma pequena e p\u00e1lida m\u00e3o saiu debaixo do cobertor, e acompanhada de um leve sorriso, tra\u00e7ou com o dedo um c\u00edrculo no ar.<\/p>\n<p>Uma hist\u00f3ria zen: Um imperador perguntou a um mestre zen:<br \/>\n&#8211; Se sois iluminado me dize o que h\u00e1 depois da morte!<br \/>\n&#8211; N\u00e3o sei.<br \/>\n&#8211; Como n\u00e3o sabes?<br \/>\n&#8211; Ainda n\u00e3o morri!<br \/>\nA morte \u00e9 o fim do sofrimento? Ela extingue o carma?<br \/>\nEm nenhum momento, o Budismo refere-se \u00e0 morte como o fim do sofrimento. O carma n\u00e3o se extingue assim. Ele continua se manifestando at\u00e9 ser compensado. Ali\u00e1s, seria bom explicar que usamos a palavra carma de forma abrangente. Originalmente, ela significa a &#8220;lei do carma&#8221; e n\u00e3o as marcas c\u00e1rmicas Por\u00e9m, j\u00e1 se estabeleceu esse uso em portugu\u00eas; assim tamb\u00e9m chamamos &#8220;carma&#8221; aos impulsos c\u00e1rmicos herdados.<br \/>\nPenso no final desta vida &#8211; quando acabarem meu eu, meus pais, amigos e parentes &#8211; e fico profundamente aflito.Como lidar com isso?<br \/>\nComo poder\u00edamos acabar? Em nossa ess\u00eancia somos a pr\u00f3pria eternidade. A \u00fanica coisa que pode deixar de operar \u00e9 este pequeno eu ilus\u00f3rio. Ele vai resistir desesperadamente \u00e0 nossa percep\u00e7\u00e3o de que ele \u00e9 uma mera montagem da nossa mente, uma esp\u00e9cie de loucura que nos impede de beber na fonte do absoluto. E sentindo a proximidade dessa descoberta terrivelmente\u00a0amea\u00e7adora, s\u00f3 lhe resta produzir medo e afli\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m fiquei com medo e me levantei da medita\u00e7\u00e3o quando enxerguei isso. Falei para meu professor e ele me disse: &#8211; Perdeu grande oportunidade! Nesta hora voc\u00ea precisava descobrir DE ONDE VEM ESSE MEDO.<br \/>\nPara quem sabe que n\u00e3o existem nascimento e morte, o que \u00e9 cada morte? Como n\u00e3o ficar triste com as trag\u00e9dias de todo dia?<br \/>\nVoc\u00ea precisa se perguntar: o que \u00e9 triste? Aos olhos de quem h\u00e1 tristeza? A partir de que pressuposto? Suponha que voc\u00ea v\u00e1 ao dentista e fa\u00e7a um tratamento de canal. O dentista est\u00e1 fazendo o mal? Voc\u00ea, ao sentar na cadeira, est\u00e1 vivendo uma trag\u00e9dia? Por outro lado, n\u00e3o devemos sentir que d\u00f3i quando levamos nosso amigo ao dentista e vemos o tratamento ser feito? H\u00e1 dor e h\u00e1 cura. \u00c9 horr\u00edvel a dor? \u00c9 horr\u00edvel que cure? Uma coisa exclui a outra?<br \/>\nCostumo comparar os homens olhando a vida a algu\u00e9m a beira do mar chorando a morte de cada onda, vendo ali uma trag\u00e9dia de finaliza\u00e7\u00f5es em espuma, o triste fim daquelas manifesta\u00e7\u00f5es poderosas. Se ele apenas fosse capaz de levantar os olhos e perceber que o mar \u00e9 bel\u00edssimo&#8230;<\/p>\n<p>V\u00e1rias religi\u00f5es afirmam manter contato com esp\u00edritos e entidades&#8230; Como isso \u00e9 visto no budismo?<br \/>\nMestre Dogen (1200-1253 DC) diz que o contato com os mortos nada nos pode ensinar, pois eles tamb\u00e9m estariam perdidos, submetidos a sentimentos e presos a manifesta\u00e7\u00f5es. Seriam, portanto, seres n\u00e3o libertos. N\u00e3o se procura esse contato no zen.<br \/>\nQual a posi\u00e7\u00e3o do Budismo sobre temas muito pol\u00eamicos como aborto, suic\u00eddio, morte e alma?<br \/>\nEm princ\u00edpio, tudo que produza sofrimento gera maus frutos c\u00e1rmicos, que permanecem causando resultados posteriormente. Assim, podemos simplificadamente dizer que o aborto n\u00e3o pode ser uma boa iniciativa, tampouco o suic\u00eddio, situa\u00e7\u00e3o em que uma pessoa perde a oportunidade de continuar usando o precioso dom de um nascimento humano. Por\u00e9m considere que o budismo n\u00e3o d\u00e1 estas respostas gerais, sendo cada caso um problema particular e eventualmente um suic\u00eddio seja feito de tal forma e com tal inten\u00e7\u00e3o que beneficia outros seres, sendo assim gerador de bons frutos tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Mas mesmo assim, cada ato s\u00f3 pode ser avaliado dentro de suas circunst\u00e2ncias particulares, motiva\u00e7\u00f5es, inten\u00e7\u00f5es etc. Imagine algu\u00e9m que se mata para salvar outros, por exemplo.<\/p>\n<p>A morte \u00e9 a desagrega\u00e7\u00e3o daquilo que constitui o ser em vida, mat\u00e9ria, consci\u00eancia, sensa\u00e7\u00f5es etc.No Budismo, como um todo, o conceito \u00e9 o &#8220;anatman&#8221; a nega\u00e7\u00e3o da exist\u00eancia de uma alma individual, esp\u00edrito ou o que seja semelhante.<\/p>\n<p>\u00c9 uma grande dificuldade para os ocidentais em geral, porque se entende &#8211; de outro lado &#8211; que o carma permanece e que estamos ligados de tal forma ao fluxo de continuidade que , enquanto n\u00e3o liberados, continuamos nos manifestando no universo, mas n\u00e3o com o eu atual porque ele \u00e9 produto de uma ilus\u00e3o provinda da opera\u00e7\u00e3o dos agregados.<br \/>\nO que \u00e9 esta vida eterna de que se fala \u00e0s vezes no zen?<br \/>\nR: A vida eterna de que se fala no zen e em outras tradi\u00e7\u00f5es nada tem a ver com tempo. Linearidade\u00a0do tempo, sucess\u00e3o de eventos, vida como nascer e morrer, pap\u00e9is a desempenhar aqui, ambi\u00e7\u00f5es de realizar, s\u00e3o coisas sem sentido. Quando Saikawa Roshi falou em vida eterna se referia ao conceito de simultaneidade no qual tempo n\u00e3o existe. \u00c9 disto que se trata quando se fala de \u201cvida eterna\u201d.\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on the_content --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on the_content -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c9 preciso acreditar em reencarna\u00e7\u00e3o para ser budista? Thich Nhat Hanh: Reencarna\u00e7\u00e3o significa que h\u00e1 uma alma que sai do seu corpo e entra em outro corpo. Essa \u00e9 uma id\u00e9ia muito popular e muito err\u00f4nea da continua\u00e7\u00e3o no Budismo. &hellip; <a href=\"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/788\/\">Continue lendo <span class=\"meta-nav\">&rarr;<\/span><\/a><!-- AddThis Advanced Settings generic via filter on get_the_excerpt --><!-- AddThis Share Buttons generic via filter on get_the_excerpt --><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1315,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11],"tags":[45],"class_list":["post-788","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-meditacao","tag-renascimento"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/788","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=788"}],"version-history":[{"count":8,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/788\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1530,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/788\/revisions\/1530"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1315"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=788"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=788"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.nossacasa.net\/shunya\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=788"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}