O Buda era budista? parte 1

“Os homens jamais fazem o mal completamente e com tanta alegria como quando o fazem a partir de uma convicção religiosa”

Blaise Pascal

“Algumas pessoas estão descobrindo que o budismo não é uma religião, e sim uma ciência da mente”

Dalai Lama

 

“Se pudermos afastar todos os dogmas, credos, símbolos, imagens, rituais, encantamentos, e ideologias, colocar tudo isso de lado, não pertencer a nenhuma religião, a qualquer grupo religioso, a qualquer autoridade espiritual, a qualquer ideologia. Assim, se pudermos afastar tudo isso, significaria que somos capazes de permanecer completamente livres, sem medo, de modo a poder investigar o real que não seja invenção do pensamento”.

Krishnamurti

 

O Mumonkan é um livro que contém 48 barreiras. Uma delas diz:

 “Se não puderem atravessar a barreira, isto é, eliminar os surgimentos de pensamentos, vocês são como fantasmas, apegando-se às arvores, e à grama”.

  “De certa forma as pessoas humanas são também como os fantasmas, porque a maioria não pode atuar independentemente do dinheiro, do status social da honra, do companheirismo, e da autoridade; ou então sentimos necessidade de nos identificarmos com uma organização ou uma ideologia. Se vocês fossem verdadeiramente homens de valor e não fantasmas, deveriam ser capazes de andar eretos por vocês mesmos, não dependendo de coisa alguma. Quando vocês acolhem conceitos filosóficos, crenças religiosas, idéias, teorias de uma espécie ou de outra, vocês também são fantasmas, porque inevitavelmente ficam escravos delas. Só quando sua mente estiver vazia de tais abstrações vocês serão verdadeiramente livres e independentes”.

Do livro: OS TRÊS PILARES DO ZEN de Philip Kapleau – pags. (89-90)

 

Nos ensinamentos de Huang Po lemos:

 “Quando o Tathagata manifestou-se no mundo, desejava ensinar um só Veículo da Verdade. Entretanto, as pessoas não acreditariam nele, e ao ridicularizá-lo, se veriam imersos em um mar de aflições (samsara). Por outro lado, se não houvesse dito nada teria sido egoísta e não poderia ter difundido o conhecimento do misterioso Caminho para proveito dos seres sencientes. Assim, pois adotou o recurso de predicar a existência dos Três Veículos. No entanto, assim como esses Veículos são relativamente maiores ou menores, existem verdadeiramente ensinamentos superficiais e ensinamentos profundos, mas nenhum deles é o Dharma original. Assim, dizemos que existe somente um Caminho Único. Se houvesse mais de um, não poderiam ser verdadeiros. Além disso, não há absolutamente meio algum de descrever o Dharma da Mente Única. Portanto, o Tathagata chamou Kasyapa para que viesse sentar-se com ele particularmente no Assento da Proclamação do Dharma, confiando-lhe o Ensinamento Inefável da Mente Única. Este Dharma isento de ramificações pratica-se separadamente e quem for tacitamente iluminado por ele alcançará o estado búdico”.

 O grande 1º. Patriarca Zen, Bodhidharma em seus ensinamentos alerta:

“Em todos os sutras Buda diz para os mortais que eles podem atingir a iluminação fazendo trabalhos meritórios tais como construir mosteiros, fundir estátuas, queimar incenso, distribuir flores, acender lâmpadas eternas, praticar nos seis períodos do dia e noite, caminhar ao redor de stupas, jejuar e adorar. Mas, se contemplar a mente inclui todas as outras práticas, então tais trabalhos parecem redundantes”.

“Os sutras de Buda contêm inumeráveis metáforas. Devido ao fato dos mortais terem mentes superficiais e não entenderem coisa alguma profundamente, Buda usou o tangível para representar o sublime. As pessoas que buscam bênçãos concentrando-se em trabalhos externos, em vez do cultivo interno, estão tentando o impossível”.

 O sexto Patriarca Hui Neng declarou em seus discursos no Sutra da Plataforma:

“Somente aqueles que não possuem um único sistema de Dharma podem formular todos os sistemas de Dharma, e aqueles que podem entender o significado (deste paradoxo), podem se valer de tais sistemas. É indiferente para os que perceberam a Essência da Mente formularem todos os sistemas de Dharma ou dispensarem todos eles. Eles estão em liberdade para ‘vir’ ou para ‘ir’. Eles estão livres dos obstáculos ou impedimentos. Eles executam ações apropriadas de acordo com as circunstâncias. Eles dão respostas satisfatórias de acordo com o temperamento do buscador. Eles percebem contemplativamente que todos os Nirmanakayas são unos com a Essência da Mente. Eles atingem a liberação, os poderes psíquicos (Siddhis) e o Samadhi, que os permitem executar a árdua tarefa da salvação universal tão facilmente como se estivessem apenas brincando. Eis como são os homens que perceberam a Essência da Mente!”

No Vajracchedika Sutra, o Sutra do Diamante lemos:

VII: Os Grandes, Que São Perfeitos Além dos Ensinamentos, Não Enunciam nenhuma Palavra de Ensino.

VIII: “Subhuti, o que é chamado ‘A Religião dada por Buda’ não é, de fato, a religião do Buda”.

 “Subhuti, o que pensais? O Tathagata atingiu a Realização da Incomparável Iluminação? Tem o Tathagata um ensinamento para enunciar?”

Subhuti respondeu: “Como entendo as palavras do Buda, não há nenhuma formulação de Verdade chamada Realização da Incomparável Iluminação. Além disso, o Tathagata não tem nenhum ensinamento elaborado para enunciar”.

Por quê? Porque o Tathagata disse que “a Verdade está além da compreensão e é inexprimível. Ela nem é nem não é”.  “Por tal motivo este Princípio Não-Formulado é o fundamento de todos os diferentes sistemas de todos os sábios”.

Portanto, a Verdade é inexprimível e inapreensível como lemos no mesmo Sutra:

 XXI: Palavras não podem expressar a Verdade

“Aquilo que as Palavras expressam não é a Verdade”.

 “Subhuti, não afirmeis que o Tathagata concebe a idéia: ‘Eu devo expor um Ensinamento’. Pois se alguém disser que o Tathagata expõe um Ensinamento, esta pessoa realmente calunia o Buda, e é incapaz de explicar o que ensino. Com respeito a qualquer sistema que pretenda declarar a Verdade, diremos que a Verdade não é declarável; portanto, apenas damos a estes sistemas o nome de ‘uma declaração da Verdade’”.

 No Sutra Prajnaparamita podemos ler:

 “Portanto, Sariputra, na vacuidade não há forma, nem sensação, nem percepção, nem formação mental, nem consciência. Não há olhos, ouvidos, nariz, língua, corpo e mente; não há aparência, som, cheiro, sabor, tato e objetos da mente; não há os elementos de consciências relacionadas aos olhos, ouvidos, olfato, paladar, tato, e não há mente ou elemento de consciência da mente. Não há os Doze Elos da Originação Dependente, não há ignorância, nem extinção da ignorância, até velhice e morte e a extinção da velhice e morte. Do mesmo modo, não há sofrimento, nem origem do sofrimento, nem extinção do sofrimento, nem caminho, nem sabedoria, nem realização e nem não-realização”.

 Para Buda era inconcebível declarar, por meio de qualquer proposição os fatos básicos da existência. O fato é falsificado no momento em que é transferido para o plano do pronunciamento. Cessa o apreender da realidade nua da experiência, para, em seu lugar, surgir o aprender expresso por palavras. O ensinamento não está em fazer pronunciamentos irrefutáveis sobre a experiência, mas em chegar a “apreender” a realidade sem o intermédio da verbalização lógica, numa intuição direta da Natureza Última. As palavras são como sinais apontando o caminho para a Verdade, mas não é a própria Verdade. Na realidade o próprio caminho é útil enquanto não realizamos que a Verdade sempre esteve conosco aqui e agora, não havendo nenhuma necessidade de dar um só passo para encontrá-la.

No sutra: Kalama Sutta – Anguttara Nikaya [188-93]:

“Não ponhas tua fé em tradições, mesmo que tenham sido aceitas por muitas gerações e em muitos países.

Não creias em algo porque muitos o repetem.

Não aceites algo te baseando na autoridade de sábios antigos, nem com base nas afirmações que encontreis nos livros.

Não creias em nada, mesmo que as probabilidades estejam a favor.

Não creias em nada que tenhas imaginado, pensando que um deus te inspirou.

Não creias em nada te baseando na autoridade de mestres ou sacerdotes.

Depois de haver examinado algo, crê no que tenhas comprovado por ti mesmo, achado razoável e que esteja em conformidade com o teu bem estar e das demais pessoas”.

 

No Paramanttaka Sutta – Atthakavagga 5, Sutta Nipata podemos ler:

VIII: “Um sábio já não sente necessidade de elaborar dogmas ou escolher uma ideologia. Ele renunciou a todos os dogmas e ideologias. Um ser verdadeiramente nobre nunca se prende a regras e ritos. Ele ou ela avança com segurança para a margem da liberação e nunca retornará à condição de escravo”.

 Em seu livro: “Esprit Zen, Esprit Neuf”, pag. 146 Shunryu Suzuki, mestre zen diz:

“Descobri que é necessário, absolutamente necessário, não crer em nada. Quer dizer, devemos crer em algo que não tem forma nem cor – algo que existe antes do aparecimento de todas as formas e de todas as coisas. Isso é muito importante. Mas quaisquer que seja o deus ou a doutrina nas quais creiam, se vocês se apegarem, suas crenças serão mais ou menos fundadas sobre uma idéia egocêntrica. Vocês se esforçam para ter uma fé perfeita a fim de se salvarem. Ora, atingir esta fé perfeita tomará certo tempo. Vocês se engajarão em uma pratica idealista. Como procuram continuamente realizar seus ideais, não terão mais tempo livre para a serenidade. Mas se estão sempre prontos a aceitar tudo o que vemos como um fenômeno procedente do vazio, terão nesse momento a serenidade perfeita. É, pois indispensável a todos não crer em nada. Mas nada não quer dizer o nada. Há qualquer coisa, mas esta qualquer coisa esta sempre pronta a tomar uma forma particular, e sua atividade segue certas regras, uma teoria, ou uma verdade. É isso que chamo Natureza-Budha, ou Budha mesmo”.

 Lemos no “Tantra perfeito sem duração”:

“Uma vez que se tenha experimentado o estado natural inalterado, sacia-se de todas as doutrinas.

Os seres pueris, no entanto não o compreendem e detêm-se nas palavras.

Mas estas últimas são apenas marcas de nossa mente”.

 

Como diz o mestre Dzogchen: Namkhaï Norbu Rinpoche:

 “Até o ensinamento do Buda se desenvolve de um modo limitado. Não obstante, desde o começo o Buda nunca ensinou algum tipo de limitação. Nem sequer disse: ‘Meu ensinamento se chama budismo e é diferente dos outros’. Ele disse que havia descoberto um conhecimento além das limitações e que queria comunicar esse conhecimento a todos os seres humanos. Embora Budha dissesse isso e tratasse de comunicá-lo repetidamente, as pessoas não podiam entendê-lo. Vemos que tão logo Buda manifestou o Parinirvana, sua manifestação da morte, imediatamente seus discípulos dividiram-se em dezoito escolas diferentes, e cada uma delas dizia: ‘Nosso ponto de vista é exatamente o que disse Buda’. Todos tinham um pedacinho da verdade, porém não toda a verdade, semelhante ao exemplo que o Budha deu sobre os cegos que queriam saber como era o elefante.

Através de pontos de vista como estes nunca descobriremos o significado real que existe além deles”.

Diz ainda o mestre Namkhai Norbu Rinpoche em seu livro “Dzogchen – O Estado de Auto-perfeição”:

  “Não é importante definir a pessoa como pertencendo a esta ou aquela escola, tradição, ou ponto de vista, e não faz qualquer diferença se ela se considera budista ou não. Basicamente, quando uma pessoa sente-se como seguidora de uma coisa ou outra isto é apenas um limite, o que ela realmente precisa é entender sua própria condição e abrir-se, livrando-se de todos os tipos de barreiras”.

 Continua no mesmo livro: “Existe um ditado Dzogchen que diz: “Não sejam prisioneiros dos limites, não pertençam a uma escola”, limites são de fato, uma manifestação típica do dualismo, que é a causa da transmigração. Ultrapassar nossos limites significa descobrir a verdadeira condição do “que é”, e agir de tal maneira que nossos conhecimentos irão verdadeiramente igualar-se à realidade de nossa existência. Isso é extremamente importante”.

 Quando se fala em “prisioneiros dos limites”, podemos inferir mais amplamente, que não importa quais meios hábeis utilizamos, mas compreender que eles são apenas ferramentas e não a verdade final.

Segundo o Tantra Dordje Kalpa Zangpo, Buda afirmou:

“Manifestei-me de um modo onírico para seres oníricos e dei um Dharma onírico, mas na realidade nunca ensinei e nunca apareci”.

 

Como bem observou o mestre zen D.T. Suzuki:

  “No caso do Buda, uma convicção real e pessoal sobreveio primeiro; depois, veio a construção lógica, para dar apoio à convicção. Na verdade não importava muito que essa construção fosse satisfatoriamente completada, pois a convicção, isto é, a própria experiência, era um fato consumado”.

E mais: “A experiência é tudo em tudo, não havendo necessidade alguma da lógica. Para algumas mentalidades, o Dharma parece conceitual, mas devemos nos lembrar de que todas estas construções sistemáticas se seguiram à experiência por que passou o Buda sob a árvore Bodhi”.

 Em seu despertar, Buda viu que todos os seres sempre foram permeados pela natureza búdica perfeita, não havendo, portanto nada a ser adquirido ou modificado, apenas reconhecido. Somos todos Budas, mas esquecemos disso!

 Buda pregou a inutilidade do ritual e também a inutilidade do culto à personalidade, mas paradoxalmente tornou-se objeto da adoração ritual e de um culto tão grande como nunca existiu na história.

 

Samantabhadra, disse:

“Apesar de não ter aparecido em lugar algum, apareço em todos os lugares para aqueles que gostam da aparência”.

Para aqueles que não gostam da aparência, sou sempre a vacuidade.

Apesar de nunca ter falado, falo para aqueles que gostam do som.

Para aqueles que não gostam do som, permaneço silente.

Apesar de minha mente nunca ter pensado qualquer coisa, para aqueles que pensam que minha mente é onisciente, ela é onisciente.

Para aqueles que pensam que minha mente não existe, minha mente não existe.

Quem quer que queira ver-me gradualmente pode me ver gradualmente.

Quem quer que queira ver-me instantaneamente pode me ver instantaneamente.

Tudo o que for desejado será atingido. Esta é a qualidade do meu corpo.

Quem quer que queira me ouvir gradualmente pode me ouvir gradualmente.

Quem quer que queira me ouvir instantaneamente pode me ouvir instantaneamente. Tudo o que for desejado será atingido. Esta é a qualidade da minha fala.

Quem quer que queira conhecer minha mente gradualmente pode conhecer minha mente gradualmente.

Quem quer que queira conhecer minha mente instantaneamente pode conhecer minha mente instantaneamente. Tudo o que for desejado será atingido. Esta é a qualidade da minha mente”.

 

Segundo o  Muntik Trengwa:

 “A essência primordialmente pura

é despida de toda base de expressão:

A natureza espontaneamente realizada

é perfeita, não importa em que aparência”.

 

O mestre Padmasambhava disse:

 “A consciência fresca do presente

Tem uma essência vazia, o Corpo Absoluto;

Uma natureza luminosa, o Corpo de Felicidade,

E um modo de emergência variado, o Corpo de Aparição.

Não podemos procurar o Buda alhures.

Mesmo meditando,

permaneçamos no frescor de quem não medita;

Mesmo olhando,

permaneçamos no frescor de quem não olha;

Mesmo nos apegando,

permaneçamos no frescor de quem não se apega;

Mesmo nos projetando,

permaneçamos no frescor de quem não se projeta;

Mesmo reabsorvendo,

permaneçamos no frescor de quem não reabsorve;

Mesmo distraídos,

permaneçamos no frescor não distraído;

O que quer que surja,

esse frescor que está em nós.

É um estado claro como o oceano límpido;

Onde felicidade, claridade e ausência de discursividade

Estão espontaneamente presentes”.

 Sob a árvore bodhi, antes do amanhecer, Sidharta Gautama percebeu diretamente a estrela da manhã, e despertou além de todo despertar, exclamando:

 “Eu, a vasta terra e todos os seres

somos iluminados,

 manifestamos sem esforço o grande caminho.

Sou o universo vivo.

 Sou os seis reinos da transmigração.

Tudo isso, funcionando harmoniosamente,

é a iluminação”.

 

Encontramos afirmações semelhantes em mestres de outras tradições:

O filósofo e místico sufi Ibn’Arabi no seu “Futûhât-al-Makkiyah, afirma: “Se um buscador é verdadeiro, não pode permanecer atado a nenhuma forma de crença”.

Isto quer dizer que, se alguém chega a conhecer a natureza que existe em seu ser com todos os seus significados, não ficará preso a uma crença.

 

Lao Tzu no Tao1 Te King, o texto básico do taoísmo, mostra a impossibilidade de se definir a Natureza Última:

  O mistério dos mistérios”:

O Tao que pode ser enunciado

não é o Tao absoluto;

O nome que lhe pode ser dado

não é o nome adequado.

O não nomeado é a origem do Céu e da Terra,

O nomeado é a mãe de todas as coisas.

 

 No livro Hua Hu Ching,  Chuang Tzu afirma:

 (1)

“Eu ensino, o caminho integral da unidade

com o grande e misterioso Tao.

Meus ensinamentos são simples; se tentares fazer com eles uma religião ou uma ciência, eles te escaparão.

Profundos, embora simples,

contem toda a verdade do universo.

Aqueles que desejam conhecer a verdade toda, aproveitam realizando os trabalhos e serviços que aparecem.

Quando acabam, desfrutam lavando-se e alimentando-se.

Quando cuidaram de si mesmos,

voltam ao Mestre para se instruírem.

O caminho simples conduz

à paz, à virtude e a abundância”.

 

(8)

 “Confesso que não há nada para ensinar:

Nem religião, nem ciência nem conjunto de informações para fazer voltar tua mente ao Tao.

Hoje falo desta maneira, amanhã de outra,

porém o Caminho integral permanece

sempre além das palavras e além da mente.

Seja simplesmente consciente da unidade das coisas”.

 

(78)

 “Existem muitas religiões parciais,

e além delas existe o Caminho Integral.

As religiões parciais são intenções humanas

desesperadas e astutas;

O Caminho Integral é uma expressão profunda

da mente universal pura e total.

As religiões parciais baseiam-se

na manipulação hipnótica das mentes subdesenvolvidas;

O Caminho Integral se baseia na livre transmissão

da simples e imutável verdade natural.

É uma realidade total, não uma prática oculta.

O Caminho Integral se abstém

do fanatismo conceitual, da vida extravagante, dos alimentos exóticos e da música violenta.

Isto tudo perturba a serenidade da mente”

 

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